por Felipe Moura Brasil
O problema de um debate público “fulanizante” como o brasileiro, no qual se debatem pessoas, grupos e instituições, não ideias e coisas, é que as posições tomadas a respeito de qualquer tema se baseiam mais na empatia e/ou na repulsa a um dos lados em confronto do que em análise criteriosa das nuances de cada caso específico.
O ladismo, quando estendido das arquibancadas deste país do futebol aos meios de comunicação e cultura, não raro confere a seu adepto profissional ou ocasional, consciente ou inconsciente, ares de defensor de um bem comum a ser protegido e de combatente de um mal personificado, mas prejudica a compreensão dos fatos à medida que as próprias premissas do debate em questão ficam renegadas ao segundo plano, quando não convenientemente distorcidas em benefício do lado escolhido...[ leia mais]
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