In just a few weeks, trucks will begin arriving at slaughterhouses in Yulin, China. On the trucks will be dogs and cats, frightened, thirsty and crammed so tightly into cages they can barely move. All to be slaughtered for someone's dinner.
Many animals are stolen from back yards or are stray animals snatched from the streets. Some will still be wearing collars. They’ll be transported for days in scorching heat, soiled with waste, exhausted and terrified. Many will not survive the journey.
Those who do will be pulled from cages with iron tongs and violently restrained. They’ll be beaten unconscious and have their throats cut, and left to die, enduring suffering no animal should experience.
This brutal trade is inconsistent with the Chinese public’s growing concern about animal welfare and public health. Stopping the slaughter of dogs and cats in Yulin and across China once and for all would protect both people and animals.
Influenciador comunista deixa partido que queria “socializar” seu canal no YouTube
Jones Manoel: youtuber trocou o Partido Comunista Brasileiro Revolucionário pelo PSOL e vai se candidatar a deputado federal por Pernambuco (Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil)
Olá,
Urgente: o comunismo deu errado mais uma vez.
O influenciador Jones Manoel, o nome mais popular da esquerda radical no Brasil, rompeu com seu partido (que ainda estava em fase embrionária) após a cúpula tentar "socializar" o seu canal no YouTube. Na hora do aperto, as contas a pagar pesam mais do que a ideologia.
Agora, o historiador migrou para o PSOL para se candidatar a deputado federal.
Defensor do fim da escala 6×1, Paulo Pimenta teve empresa condenada por violações trabalhistas
Paulo Pimenta: discurso de disputa moral entre patrões e trabalhadores contrasta com seu histórico problemático como empregador (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) foi uma das vozes mais empenhadas no fim da escala 6x1. Quem vê o petista bradando nos microfones da Câmara em defesa do descanso e da dignidade do trabalhador, nem imagina que ele tem condenações na Justiça trabalhista.
Documentos encontrados por Omar Godoy revelam que o parlamentar era sócio de um posto de combustíveis em que funcionários acumulavam jornadas abusivas de 48 horas semanais e não tinham intervalo para descanso.
O empreendimento, aliás, foi à falência, e ex-funcionários tiveram de ir à Justiça para cobrar de Paulo Pimenta.