Nos EUA, rejeição de “Messias” no Senado abriu caminho para vitórias conservadoras
Merrick Garland ao lado do então presidente Barack Obama: barrado pelo Senado em 2016 (Foto: EFE/Shawn Thew)
Olá!
Há exatos 10 anos, no último ano do seu mandato, o então presidente Barack Obama indicou o juiz Merrick Garland para a Suprema Corte. Os republicanos, no controle do Senado, se recusaram a apreciar o nome e afirmaram que era preciso esperar até que o novo presidente (a ser eleito em novembro daquele ano) tomasse posse.
Resultado: Trump venceu, nomeou um conservador para o cargo e o tribunal dava ali o primeiro passo para uma guinada que resultou, dentre outras coisas, na derrubada da jurisprudência pró-aborto.
Será que o Brasil vai seguir o mesmo caminho depois da derrota do governo Lula e de Jorge Messias?
Como as pesquisas para presidente são confiáveis com apenas 2.400 entrevistados?
As pesquisas eleitorais se baseiam na estatística matemática, e buscam representar o cenário de momento das intenções de voto dos eleitores (Foto: Paulo Pinto / Arquivo / Agência Brasil)
“Como é que essa pesquisa é confiável se ninguém me entrevistou?”. A pergunta, que você já deve ter ouvido por aí, pode até soar razoável em princípio.
Acontece que, pelas leis da estatística, é possível representar um universo de milhões de pessoas com um número de entrevistados relativamente pequeno. Parece feitiçaria, mas é só matemática.
Fabio Calsavara foi atrás de respostas e encontrou o número mágico.