O governo Lula acaba de antecipar o pagamento do Bolsa Família com reajuste de mais de 15%, na mesma semana antes do segundo turno.
Foi nesta segunda. E não foi a única medida eleitoreira.
Lula ativou de vez o modo desespero, apelando a todo tipo de medida eleitoreira para buscar a reeleição.
A Gazeta do Povo vem noticiando o “pacote de bondades” preparado às vésperas da eleição e que inclui aumento no Bolsa Família, redução da jornada de trabalho, perdão à dívida dos MEIs e até proposta de ônibus de graça nos finais de semana.
Mas jornalismo responsável não se faz apenas reportando fatos.
Aqui na Gazeta vamos além. A alertamos para os riscos de ações eleitoreiras como essas. Mostramos que, ao contrário do que tentam vender aos brasileiros, a população pode ser prejudicada – e muito – com essas benesses.
Essas são algumas reportagens que expõem aquilo que a propaganda do PT não mostra:
Está bem clara a estratégia do PT: compra de votos e abuso de poder político e econômico. Nosso editorial faz um alerta para que os brasileiros não caiam nessa armadilha populista:
Não basta que não nos deixemos comprar; é preciso trabalhar para que todos os que nos são próximos também não se deixem comprar. E cabe a cada um de nós frustrar o jogo sujo do petismo nos próximos sete dias.
O presidente da Gazeta do Povo, Guilherme Cunha Pereira, gravou um vídeo em que reforça a missão dos eleitores no próximo domingo: não se deixar comprar.
Em tempos tão difíceis, em que o destino de todo o país está em jogo, ter um jornalismo independente, que não tenha medo de confrontar os poderosos, é fundamental.
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Lula durante o debate na Band: entre reclamações e gafes, o presidente se complicou com as próprias palavras (Foto: Renato Pizzutto/Band)
“O Brasil acabou”: Cinco gafes de Lula no debate com Flávio
Olá,
O conteúdo não foi dos melhores, mas o debate entre Lula e Flávio Bolsonaro na TV Bandeirantes, no domingo, pelo menos rendeu uma infinidade de piadas.
O presidente, em especial, derrapou várias vezes durante as duas horas de duelo.
O editor Omar Godoy selecionou cinco gafes do petista durante o debate.
Selton Mello como Rubens Paiva, deputado assassinado durante o regime militar, no filme Ainda Estou Aqui: o papel é usado para cobrar do ator uma declaração de apoio a Lula (Foto: Divulgação/Sony Pictures)
Artistas que não declaram voto são pressionados a apoiar Lula
Não é fácil a vida do artista brasileiro que só quer fazer arte.
Majoritariamente de esquerda, a classe artística tem patrulhado os seus pares que até agora não declararam voto em Lula. A militância petista se juntou ao coro.
Imagina se eles descobrirem que o eleitor comum não decide o seu voto com base na opinião de músicos e atores de novela.