Uma campanha baseada no medo e na mentira, somada ao uso indevido da máquina pública convenceu uma parcela muito significativa dos brasileiros.
Esse resultado pode retardar em muitos anos a retomada da normalidade institucional e do crescimento econômico no país. Mas o futuro não está escrito em pedra. Ele será aquilo que formos capazes de fazer dele.
Para deixar claro o nosso posicionamento neste momento decisivo, o nosso presidente, Guilherme Cunha Pereira, gravou um recado direto e corajoso para você:
Nós sabemos que a crise no Supremo Tribunal Federal (STF) vai continuar. Sabemos que o Congresso precisará fazer uma oposição firme às novas indicações de ministros e à aprovação do orçamento.
A Gazeta do Povo fará a sua parte. Nosso time de colunistas e jornalistas, incluindo nossos 15 profissionais em Brasília, continuará cobrando, investigando e expondo a verdade, sem amarras.
Mas não podemos fazer isso sozinhos.
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Empresários encerram ações sociais após reeleição de Lula (PT) (Foto: Reprodução/Instagram/@ casadascopiasjoinville e @icecreammixbrasil)
Empresários anunciam fim de ações sociais com incertezas econômicas pós-vitória de Lula
A reeleição de Lula levou empresários a suspender ações sociais que mantinham há anos. Eles citam o temor de agravamento da situação fiscal e de instabilidade econômica nos próximos anos, fatores que podem comprometer a saúde dos próprios negócios.
Veja quais iniciativas foram encerradas e o que motivou cada decisão na reportagem de Célio Yano:
Como a vitória de Lula comprometeu as perspectivas econômicas para o Brasil
A reeleição de Lula virou o humor do mercado financeiro de uma hora para outra. Depois de semanas de otimismo com a possibilidade de mudança na condução da economia, a vitória do petista provocou um tombo de 13,88% na Bolsa e fez o dólar disparar 8,21% apenas no primeiro pregão após o resultado.
Por trás da reação estão os temores com o avanço da dívida pública, a falta de controle dos gastos e a perspectiva de juros elevados por mais tempo. Entenda o que preocupa os investidores e como esse cenário pode afetar a economia brasileira nos próximos anos:
Governo Lula elevou em até 21,5% a carga tributária das empresas
Aumento de impostos marca a política econômica do governo Lula e eleva a carga tributária de empresas de diferentes setores (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
A conta de impostos ficou mais pesada para empresas brasileiras durante o governo Lula. Uma simulação feita a pedido da Gazeta do Povo mostra que a carga tributária federal de uma indústria de calçados aumentou 21,55%, enquanto a de uma grande rede varejista subiu 13,17%.
Em ambos os casos, o peso maior veio de mudanças nas regras de créditos tributários, que fizeram as empresas perderem abatimentos e pagarem mais.
Veja quais setores foram mais afetados e como as medidas do governo elevaram os custos das empresas na reportagem de Fernando Henrique de Oliveira: