quarta-feira, 4 de outubro de 2017

A socialista Preta Gil não vai a evento LGBT promovido pela Prefeitura do Rio por achar que a grana era pouca… por mrk

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A socialista Preta Gil não vai a evento LGBT promovido pela Prefeitura do Rio por achar que a grana era pouca…

por mrk
Não que isso cause alguma surpresa, não é mesmo? A análise do comportamento socialista, em termos de busca de coerência ao discurso, cai sempre na máxima do Barão de Itararé: "de onde menos se espera, daí mesmo é que não sai nada".
Lemos o seguinte, no Extra:
Não convidem para o mesmo fervo a Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual da Prefeitura do Rio e Preta Gil. O órgão convidou a cantora para ser madrinha do “Mês da Diversidade”, com ações em prol das causas LGBT e contra a intolerância religiosa, mas não chegou a um acordo.
O problema é que não havia verba para contratá-la e Preta não topou associar seu nome de graça ao evento que dura todo o mês de outubro. A cantora só deveria apoiar a campanha, que começa nesta terça-feira, no Rio.
Segundo fontes do EXTRA, Preta teria recebido o convite em agosto, mas após saber que não haveria pagamento para ela ser a madrinha do evento, nenhuma resposta foi dada pelo escritório da filha de Gilberto Gil. A assessoria da Coordenadoria confirma as negociações com Preta Gil através de seu empresário. Em seu lugar entrou a funkeira Cariúcha.
Preta Gil, desde que começou a carreira de cantora, foi abraçada pelo público gay. Em setembro, os organizadores da Parada da Diversidade, programada para o dia 10 de setembro na Vila da Penha, na Zona Norte do Rio, também ficaram na bronca com a filha de Gilberto Gil.
Eles sonhavam em tê-la como rainha do evento, mas o cachê cobrado de R$ 50 mil fez com que eles parassem de sonhar. O convite foi feito de maneira informal, ainda no ano passado, quando Preta organizou um bazar. Mais recentemente, ao entrarem em contato com o escritório da cantora, veio a surpresa.
“Explicamos que ela só precisaria vir, ficar pouco tempo, dizer algumas palavras. Daríamos toda a estrutura para que Preta fosse coroada. Não seria um show. Quem participa da parada não recebe nada. Vem pela causa mesmo que está sendo defendida”, dizem os organizadores do evento: “Quando estivemos pessoalmente com Preta, ela tinha adorado a ideia”.
Na época, os empresários de Preta explicaram que ela estava fechando um evento na mesma data e com pagamento de cachê. “Não dá para dispensar um com cachê por causa de outro sem receber nada”, explicaram.
Mas que coisa, não é mesmo?
Quer dizer que ela não dá nem desconto para o público LGBT que diz respeitar tanto?
Por que isso não surpreende? Aí voltamos ao Barão de Itararé...
mrk | 4 de outubro de 2017 às 20:13 | Tags: bolivarianismoextrema esquerdamarxismoPreta Gilsocialismo | Categorias: Notas | URL: http://wp.me/pUgsw-nzx

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