O dicionário em inglês da editora britânica Collins definiu a expressão "fake news" como a palavra do ano. A informação vem da BBC Brasil.
O termo inicialmente foi criado pela esquerda para criar uma narrativa sustentando a censura contra direitistas. Para isso, começaram a usar - a partir do Brexit e da vitória de Trump - vários supostos "fact checkers", ligados à esquerda, e que possuem papel de definir o que é verdade ou mentira. O uso destes "fact checkers" serve para encobrir o processo de censura, uma vez que o "fact checkers" pode escolher o que checar, definir os níveis arbitrários de checagem e até usar simulações de falso entendimento, como fingir que uma metáfora é literal para fingir que "é fake news".
Porém, Donald Trump deu um baile no truque e começou a expor as mentiras de grandes meios como CNN, NY Times e diversos outros. Em um golpe inesperado para a esquerda, ele passou a utilizar o termo "fake news" - contra esses órgãos de mentira - em alto volume. Como resultado, hoje ele popularizou o termo. Isso vale no Brasil, onde sempre apontamos as "fake news" feitas por órgãos como Globo, Folha e Veja, dentre outros. Em 2017, as menções a "fake news" aumentaram 365%.
Dá para ampliar ainda mais o dano à mídia. Ao passarmos o crivo em qualquer conteúdo produzido pela indústria de "fake news" da esquerda, o número de menções ao termo deve aumentar.
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