Na época, o PGR Rodrigo Janot tripudiou sobre o povo e disse que a decisão foi “histórica”. Ele disse: “O recado que se passa hoje, de forma clara, é que os acordos firmados — desde que obedeçam à legalidade e que o colaborador cumpra todas as condições a que se comprometeu –, esses acordos serão mantidos.”
Já naquela época, 81% da população rejeitava o acordo de impunidade com a JBS. Imagine agora...
Pois não é que o Anestesista (conhecido como O Antagonista) partiu para emitir a narrativa de que rejeitar o acordo de impunidade seria dar um “golpe na Lava Jato”?
Leia este trecho, do site Anestesista:
Cármen Lúcia pode dar um golpe na Lava Jato? A coluna de Lauro Jardim, em O Globo, acredita que sim. Leia aqui: ‘Cármen Lúcia deu sinais nos bastidores de que deverá votar pela possibilidade de revisão dos benefícios de um delator se as informações fornecidas não forem eficazes para a investigação.’ Já têm esse entendimento Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio Mello. Se Cármen votar com o trio, Dias Toffoli e Alexandre de Moraes já anunciaram que mudarão seus votos”.
Ou seja, eles batiam o pezinho na narrativa “ou tudo ou nada”.
Em todo esse período em que o acordo de impunidade esteve vigente, os irmãos JBS venderam empresas que deveriam ter sido bloqueadas.
Como isso fica registrado em termos históricos?
Nenhum comentário:
Postar um comentário