A defesa de povos isolados, sem contato até hoje com o chamado processo civilizatório, tem no exterior uma sustentação valiosa.
Temos, na Amazônia, envolvendo Peru, Bolívia, Colômbia, a presença remanescente de pelo menos umas 30 nações indígenas, que sobreviveram, após 5 séculos da chamada civilização, que nada perdoa.
Perambulam pela selva, fugindo das frentes agrícolas, sabendo que o homem branco significa o seu fim.
Têm absoluta consciência disso, e para eles, que não dominam nossa língua, nossos valores, não há como separar os amigos dos inimigos.
Assistimos, portanto, aos últimos remanescentes do homem de ontem, como éramos, por que somos assim hoje, o que não deixa de ser uma pena.
A partir desses povos poderíamos conhecer melhor o homem de hoje.
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