sábado, 15 de outubro de 2016

La Lorenz – Ninfeta no pós-guerra

 Edilson Martins

La Lorenz – Ninfeta no pós-guerra

by edilsonrmartins
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Sophia Lorenz conheceu Carlos Ponti ainda muito jovem, no pós-guerra, Itália destruída, num interior de um estúdio, nos anos do realismo italiano.
Não era ainda uma deusa, lutava para sobreviver, fisicamente, mas viria a sê-lo mais tarde. Ninfeta, sim,  em sua expressão suprema. 
Nunca mais Ponti, o poderoso chefão dos anos de ouro do cinema italiano, quis saber de outra mulher.
Também, pudera.
Se tivesse lido Camões, quem sabe, talvez repetisse os versos do homem que cantou Portugal e suas glórias. Claro que pensando, sempre, em sua deusa, La Loren:
- estando em terra, chego ao céu voando. Numa hora acho mil anos, e de jeito que em mil anos não posso achar uma hora. Se me pergunta por que assim ando, respondo que não sei; porém, suspeito que, só porque vos vi, minha ninfeta etérea.


edilsonrmartins | 15 de outubro de 2016 às 6:20 PM | Tags: Sophia Lorenz - Carlos Ponti - Realismo italiano - | Categorias: Sem categoria | URL: http://wp.me/p5iPRc-6g9

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