terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Reviravolta no caso Quitandinhagate: feministas são desmascaradas e a justiça, enfim, começa a ser feita

 Ceticismo Político

Reviravolta no caso Quitandinhagate: feministas são desmascaradas e a justiça, enfim, começa a ser feita

by lucianohenrique
___________quitandinha
Uma característica que este blog sempre teve foi o ceticismo (chamado por alguns de criticismo) em relação aos embustes dos tiranos. Os métodos defendidos por este blog são o ceticismo político e a guerra política (ou também definida como a arte da guerra política). Com isso, historicamente este blog sempre teve entre seus leitores alguns verdadeiros céticos políticos, além de muito atentos às minúcias da guerra política. Alguns deles produzem alguns posts que tratam em detalhes algumas questões que trato de maneira genérica. É o caso das observações dos leitores Cidadão, Rafael Queiroz e Bruno Giordano a respeito dos desdobramentos do caso Quitandinhagate, que teve novos lances recentemente, em que a justiça começou a ser feita e a escória feminista desmascarada. Antes leia o texto original sobre o início da treta.
Rafael Queiroz havia descrito bem o caso:
Esse caso tá bombando no facebook.
Resumo da história: uma patricinha feminista rasteira e oportunista alegou que ela e sua amiga foram assediadas e agredidas no Quitandinha's bar, um bar tradicional da Vila Madalena em São Paulo (o bar tem mais de 25 anos de existência), e segundo ela, os garçons, gerente, seguranças e policiais do bar nada fizeram para socorrê-las. Ao contrário, trataram tudo de forma cômica sem lhes dar nenhum auxílio e ainda perdoaram os supostos agressores já que eles eram amigos do dono e frequentadores da casa faz 10 anos. Com base nisso, a feminista fez um textão no facebook bem ao estilo social justice warrior, falando o quando estava indignada e que nunca mais pisaria nesse bar e compartilhou o texto onde centenas de milhares de outros esquerdinhas caviar e social justice warriors também atacaram o bar virulentamente,  espalhando pelas redes sociais as tags  #boicotequitandinha #quitandinhabarnuncamais, etc.
Agora vejamos o que Cidadão nos lembrou ontem (15/2), a respeito da palhaçada feita pelas feministas em um dia em que chegaram a provocar o fechamento do bar:
Sobre o Quitandinhagate, eis que hoje as feministas foram praticar seuattention whoring na porta do referido bar. As meninas da página Moça, não sou obrigada a ser feminista foram lá e ficaram não só filmando as meu-corpo-minhas-regras da vida como também deram dicas preciosas nesses tempos doentios de textões facebookianos:
Novamente repito que devemos tornar esse tipo de textão uma coisa que doa no bolso e na vida de quem insistir em fazê-lo ou reverberá-lo.
E hoje ele nos postou isso, causando-nos grande satisfação:
O bar da Vila Madalena matou a cobra e mostrou o pau após ter recuperado as imagens mostrando o que de fato aconteceu com Júlia Velo (gravem esse nome), aquela que escreveu um rosário acusatório em forma de textão de Facebook:
O pessoal da página “Moça, não sou obrigada a ser feminista” já repercutiu a respeito:
Se uma imagem vale mais do que mil palavras e o vídeo tem 8min18, considerando-se uma taxa de 30 quadros por segundo, temos aí uma razão de 14.490 palavras, o que é 30 vezes mais do que as 496 palavras da referida acusadora, que já está sendo detonada em seu próprio textão após constatado o tiro no pé, conforme poderá ver aqui,aquiaquiaquiaquiaqui e aqui. Vamos ver se o Quitandinha irá processar a autora de tão compartilhado textão, podendo aí inclusive ir na base do lucro cessante se considerarmos que o estabelecimento ficou fechado durante o Carnaval, época essa em que normalmente bares aumentam o faturamento em relação à rotina normal. Tenho a nitidíssima impressão de que o fenômeno do textão de Face, também conhecido por “fanfic de esquerda”, irá “espontaneamente” desaparecer da rede social do senhor Mark Zuckerberg e no máximo irá servir como testemunho de um período da história urbana e social de um Brasil que notou antes da Europa que estava se tornando marxista-humanista-neoateísta sem saber e cada vez mais reverte isso inclusive no campo cultural. Fiquei agora bastante esperançoso com essa mostra de que nosso país está sabendo se desgramscianizar e dando exemplo para um mundo que ainda está por inércia dentro da escolinha do italiano encarcerado.
Novamente não custa lembrar que a checklist da página Resistência Anti-Feminismo Marxista provou-se extremamente eficiente se pegarmos o referido textão e aplicarmos as diretrizes passadas:
Abaixo repito essa peça preciosa que sistematiza a forma como devemos analisar esses textões que pipocam na rede:
Cuidado com os relatos de estupro ou violência contra a mulher. Principalmente os da internet. Grande parte deles são relatos inventados com o intuito de propagandear movimentos ideológicos.
As pessoas andam acreditando em tudo que leem ou ouvem. E isso é MUITO, mas MUITO irresponsável. Temos que ter o mínimo de desconfiança.
Se não tivermos, uma hora ou outra algum inocente vítima de uma falsa acusação poderá ser agredido/ter sua vida destruída injustamente. É isto mesmo que queremos? Certamente que não!
Segue abaixo algumas dicas para identificar possíveis falsos relatos. Se muitas dessas condições abaixo forem satisfeitas, cuidado, você provavelmente está diante de uma falsa acusação.
1 – Analise o perfil da pessoa que está denunciando o caso. Se você notar alguma inclinação ideológica feminista ou esquerdista, aumente o grau de desconfiança. Algumas ideologias necessitam do uso da mentira, do sensacionalismo e do exagero para se manterem presentes na mente de seus seguidores e para recrutar novos indivíduos.
2 – Pesquise sobre o caso. Se você encontrar na mídia notícias sobre o caso que relatem que inexistem provas, que não há testemunhas ou então que não houve nenhum boletim de ocorrência (principalmente se no relato for dito que ocorreu em lugar público com muita gente em volta, como num metrô , por exemplo) fique ainda mais desconfiado.
3 – Se atente para o que o relato original diz sobre a vítima e o acusado.Caso o acusado ou a vítima for um “desconhecido” sem descrição alguma, caso a vítima seja uma “amiga” sem nome,ou então caso esteja no relato que aconteceu com a “amiga da amiga da prima” da pessoa que está relatando, tome cuidado. É sabido que a maioria dos casos de violência contra a mulher vêm de agressores que são indivíduos conhecidos da vítima. Já na maioria dos relatos falsos de internet que vêm de páginas feministas, os agressores são de desconhecidos.
4 – Veja se o relato têm alguma conclusão ideológica para doutrinar os leitores.
Caso a pessoa demonstre estar mais preocupada em dizer como a sociedade é “machista” ,como a “cultura do estupro” esta presente em nossa volta, ou como os homens são horríveis, DESCONFIE MUITO. Vítimas ou testemunhas de agressões ficam preocupadas com o ocorrido em si, e não preocupadas em ensinar ideologia para aqueles que estão lendo o relato.
Sabe de alguma dica adicional? Poste nos comentários!
Conforme já disse em outra ocasião, ela é tão aplicável a outros ramos do marxismo-humanismo-neoateísmo como é a lista dos 12 passos do Alcoólicos Anônimos para se largar de outros vícios. Apenas é necessário fazer algumas pequenas mudanças para cada contexto, mas o cerne da coisa fica o mesmo, de tão forte que é.
Vale assistir o vídeo, com detalhes ótimos:
Rafael de Queiroz complementa:
Eu sabia que era tudo invenção. A história toda estava mal contada. Seria ótimo agora o bar levar o caso à justiça e abrir um processo de peso contra ela por calúnia e difamação. O texto dela tem 40 compartilhamentos e quase 140 likes.
É bom levantar esses números, pois permite uma avaliação dos danos causados ao bar, que também deve mencionar os danos à imagem e os prejuízos de quando teve que fechar.
Bruno Giordano, que defendeu o bar dos ataques desde o primeiro dia - até porque estávamos diante de uma tremenda injustiça mesmo -, concluiu:
O caso "Bar Quitandinha" ruiu.
Não houve nada, além de um sujeito que pegou um porta guardanapos na mesa vizinha. Tudo "fanfic" (ficção de fã). Tudo mentira. Tudo isca (bait) pros jornais, tribunais de militantes e jornalistas com credibilidade abaixo de zero (como os do Huffington Post). Processinho em todo mundo resolve isso. Inclusive processinho no HuffPost. Esse jornal é tabloide inglês de quinta, sem nenhum charme.
As dicas dos três leitores, enfim, estão aí. Não tenho nada mais a acrescentar. O negócio agora é focar em shaming nas feministas (e no restante da tropa do politicamente correto que os seguiu) e pressionar pelo processo contra a lançadora da falsa acusação.

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