No mundo civilizado, quem agride uma pessoa indefesa obviamente fica constrangido. Mas aqueles que pensam sob a ótica fascista típica da extrema-esquerda, sempre arrumam desculpas para cometer barbáries.
Este blog denunciou -
aqui e
aqui - a violência imperdoável praticada contra Ju Isen pela escola Unidos do Peruche, cujos seguranças brucutus a agrediram na frente das câmeras por que ela iria mostrar seu tapa-sexo com a imagem de Dilma.
Como previsto, ao invés de se defender de sua agressão covarde, inventaram a historinha patética de que "milhares de pessoas seriam prejudicadas por Ju Isen", em típica tática de "jogar para a galera" não para esconder o crime, mas para promover mais fúria contra a jovem. Como se nota, não há limites para a canalhice e a covardia.
Mas o truque foi por água abaixo, pois o discurso dizendo que a Unidos do Peruche poderia ser prejudicada pelo ato de Ju Isen era uma mentira, como
lemos nesta notícia do G1:
Por meio de sua assessoria de imprensa, a Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo disse ao G1 que o regulamento não prevê punição para a escola e para a passista pela nudez ou pelo ato isolado. A liga acrescenta que seu presidente, ao ver a atitude de Ju, pediu para que ela deixasse a avenida, pois estava "prejudicando a evolução e a avaliação da escola".
A assessoria de imprensa da Liga disse, no início da tarde de domingo (7), que "via o caso como encerrado".
Acabou-se a desculpinha esfarrapada. Agora só uma pessoa tem um "caso" judicial em mãos: Ju Isen, que deve processar seus agressores. Aliás, o lugar de quem a empurrou não é apenas nas barras de um tribunal de ação civil: é na cadeia.
Vemos aí o nível moral de quem acha que pode agir como um selvagem do tempo das cavernas ao ver uma mulher satirizando seus tiranetes sádicos. Não bastava agredir. Tinham que mentir para justificar tanto a barbárie praticada como novas barbáries.
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