Antes, vamos rever o trecho de uma matéria do G1, expondo os ataques
canalhas de um sujeito que está se dando bem pela via da encenação teatral:
Naquela oportunidade, Ariel de Castro Alves, coordenador estadual do Movimento Nacional de Direitos Humanos e um dos fundadores da Comissão da Criança e do Adolescente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), tinha dito à equipe de reportagem que a exibição da foto violava o artigo 232 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
“Submeter criança ou adolescente sob sua autoridade, guarda ou vigilância a vexame ou a constrangimento”, com pena de seis meses a dois anos, segundo afirmou Alves. “A criança é colocada em uma situação constrangedora, vexatória. Foi exposta com uma arma, ainda que não seja uma arma de fogo, mas armas usadas para reprimir, como o cassetete e a algema para prender”.
O coordenador pedia a retirada da foto ou a retratação da corporação por entender que ela poderia gerar problemas para a criança no futuro. “Por ela ter sido colocada com símbolos de repressão e violência de uma polícia vista como repressiva, ela pode passar por situações de constrangimento na escola”, disse.
Quem é, então, essa figura que atende por Ariel de Castro? Ele é coordenador nacional de grupos de extrema-esquerda que fingem "lutar por direitos humanos", mas cuja agenda é dedicada unicamente a defender a impunidade de menores, movimentos fascistas (como aqueles organizados por CUT, MST, UNE e UJS), desarmamento de civis e tudo aquilo que faz a festa do que há de pior em termos morais na sociedade.
Obviamente, sua atuação não pode ser comparada a de profissionais decentes, que atendem os interesses da sociedade. Ariel de Castro vive para atender aos interesses de tiranos e diversas outros seres sádicos e desumanos. Que um sujeito desse naipe moral tenha tentado constranger uma criança por ter usado o uniforme de uma profissão honesta (como a de policial) é de uma canalhice sem igual. Vergonhoso seria ver uma criança vestida com uniforme das entidades que ele apoia, não o de uma profissão honesta e moralmente muito superior do que a de qualquer amiguinho dele.
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