A demora no encaminhamento da crise política está custando caro à economia brasileira.
Os estados brasileiros querem renegociar suas dívidas com a União, mas o grave, conforme nos mostra o repórter José Casado, é a folha de pagamento de pessoal.
O açodado Sérgio Cabral foi reeleito governador, fez o sucessor, e não teve pejo de quebrar o estado do Rio de Janeiro.
Megalô, promovendo convescotes milionários nas capitais europeias – a dança dos guardanapos em Paris é um fato histórico – destroçou a economia fluminense.
As despesas cresceram 70% à frente da inflação, e a folha de pagamentos avançou de R$18,6 bilhões para R$31,6 bilhões, entre 2009 e 2015.
Cabral, como de resto Eduardo Paes e turma do PMDB, orgulhavam-se de oferecer sustentação política ao Lulopetismo, e da amizade irrestrita, geral, e absoluta com Lula e Dilma.
Não caberia, vamos supor, um pedido de desculpas de Cabral, Lula, PMDB e não menos do PT? Ou o país é de fato a casa da mãe Joana?
Revisitando - 25/04/2015
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