Quem manda agora é o grupo de Roberto Carlos; ao contratar o advogado Kakai profissionalizou a luta.
Estão agora de roupa nova, mais doces, menos obscurantistas. Olhando com atenção veremos que a estratégia, é “ mexer, dialogar, reformar, exibirem bom-mocismo e vídeos, para no fim não mudar nada.”
Olhando com mais atenção, o único ponto fora da curva é a presença de Chico Buarque.
Lavigne não tem histórico deste tipo de luta. Caetano entrou muito mais por solidariedade, sentimento de grupo, tudo indica. Gil dança, conforme a música, e seus discursos gongóricos, não são gritos libertários.
RC, bom, já foi dito repetidas vezes a natureza de sua Cruzada.
Enfim, todos estão no lugar certo, não há estranheza. Chico Buarque não; foi bola na trave.
Sua história, sua postura, mesmo discordando de suas ideias políticas atuais, olhando com mais atenção, não tem nada a ver ele se somar a este grupo de templários que esgrimam em favor da Censura prévia.
Não é à-toa que partiu batido, pra Paris, e não mais falou.
Nunca deveria ter aberto o bico, e que bom bico sonoro ele tem, nessa cantoria de insanidade.
Revisitando - 1/11/2014
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