É insustentável a permanência do médico Diógenes Basegio na Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. Não resta outra saída a não ser a renúncia, incontinenti, do seu mandato. Não será um ato covarde. Saindo antes da instauração da comissão processante para sua cassação, Bosegio não ficará inelegível. Repetirá Antonio Carlos Magalhães e Renan Calheiros no Senado Federal.
O
deputado Diógenes Basegio (PDT) admitiu em
entrevista ao programa
Gaúcha Repórter, nesta segunda-feira (8), que contratou uma funcionária “apenas no papel”. O caso foi denunciado em reportagem veiculada no programa
Fantástico.
Basegio argumentou que empregava a dona de casa Hedi Vieira porque o marido dela trabalhava em seu gabinete, mas não podia ser contratado formalmente por ter uma doença terminal.
TERMINOU! PERDEU A CONDIÇÃO MORAL DE PERMANECER NO MANDATO.
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