O pacote anunciado pelo governo do Rio lembra as medidas draconianas realizadas pela Grécia na crise fiscal europeia.
Aumento de impostos, salários congelados, programas sociais deletados, fechamento de restaurantes populares, mais contribuições de ativos e de inativos, e assim por diante.
Uma crise sem precedentes.
E, no entanto, Pezão não é ingrato, feito outros políticos que circulam na paisagem brasileira.
Não deixou ao sereno o filho do seu “Criador”, o deputado federal Marco Antônio Cabral, titular da Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude.
Houve enxugamento da máquina, redução de secretarias, corte de pessoal, mas a de Marquinho Cabral foi poupada.
Como seria injusto colocar nesse pacote de contenção e maldades, o filho do “Criador”, responsável direto pelo estado de coisas vivido por fluminenses e cariocas.
Não, não teria sentido.
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