O Rio de Janeiro quebrou. Não é o primeiro. Do ponto de vista geopolítico é, juntamente com SP, os dois estados os mais importantes do país, política e econômicamente.
RGS já quebrou. Mas agora o efeito dominó prosseguirá com mais força, mais visibilidade.
Dizer quebrou é quase não dizer nada. Para os que aqui vivem, para os que não vivem, mas têm interesses e relações socioeconômicas, para imagem do país no exterior, não é pouca coisa.
Não foram só a maldição do petróleo e a incompetência de gestão.
Houve a parceria, estreita, de Sérgio Cabral(PMDB) e Luís Inácio(PT), desaguando num processo de corrupção até então inédito em toda a história do estado.
O anel de diamantes – R$800 mil - da soberba Van Cleef, no coração da nobreza europeia, um dos mimos do Fernando Cavendish, o homem da Delta, à esposa do ex-governador, Sérgio Cabral, é apenas um reles detalhe.
Chama a atenção, agride, claro, mas foi um mimo insignificante comparado com o conjunto dos crimes que levou o estado do Rio de Janeiro à falência.
E, no entanto, os dois – Lula e Cabral – ainda sequer, até hoje, viram uma nesga de Sol quadrado, e olha que gente poderosa está mofando nos presídios de Curitiba.
Lula tem razão; somos um país das “zelites”, onde ele hoje, e sua patota, os intocáveis do PT e do PMDB, por continuarem soltos, são um exemplo soberbo.
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