A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), a Catilina de saias do Senado brasileiro, entrou novamente na roda. Melhor dizendo, na lista dos eleitos da Operação Lava-Jato.
O ministro do STF, Teori Zavascki, acaba de autorizar a abertura do segundo inquérito para investiga-la. Ela é suspeita de corrupção passiva.
A senadora já é ré na Corte Suprema por lavagem de dinheiro e corrupção passiva.
Em setembro, a Segunda Turma do STF aceitou, por unanimidade, a denúncia apresentada pela Procuradoria Geral da República (PGR) contra a petista e o marido dela, o ex-ministro Paulo Bernardo, na Lava Jato.
Eles são acusados de terem recebido R$ 1 milhão desviados do esquema de corrupção da Petrobras.
Nada mais justo que a defesa ferrenha que fez contra o impeachment de Dilma - o país acompanhou - tivesse suas franjas de algodão, embora a defesa da ex-presidente tenha sido uma bela toalha de seda, pelo menos para os que viram no processo um "golpe" contra a ex-presidente.
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