domingo, 11 de janeiro de 2015

Alvaro Dias · Segundo reportagem do jornal CorreioBraziliense, quem acompanha de perto o setor educacional dá como certa a tesourada do governo Dilma em áreas sensíveis do ensino no Brasil. José Marcelino de Rezende Pinto, professor da USP e presidente da Associação Nacional de Pesquisadores em Financiamento da Educação (Fineduca), aponta como alto demais o montante para ser economizado de forma tão restrita. “Dizem que será com vigilantes, luz, água, mas vão cortar nas políticas, claro, porque o resto é o dia a dia do MEC. Programas estruturantes, como tempo integral, creches, são mais fáceis de cortar, porque não há compromissos, contratos, direitos trabalhistas em jogo”, afirma. #ADComunicação

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