terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Alvaro Dias · O governo argentino se apressou em divulgar que teria havido suicídio do promotor Alberto Nisman, encontrado morto com um tiro na cabeça, mas um dado que levantou dúvidas da família sobre a hipótese foi a descoberta de um bilhete escrito por ele à sua empregada, com uma lista de compras para segunda-feira. Nas ruas, milhares de pessoas protestaram pela morte do promotor, que vinha acusando a presidente Cristina Kirchner, membros do governo e parlamentares de conluio para acobertar os responsáveis pelo atentado terrorista que matou 85 judeus em 1994. #ADComunicação Leia mais em O Globo: http://glo.bo/1xtp54L

Nenhum comentário:

Postar um comentário