terça-feira, 8 de setembro de 2015

A obra vai destruir recursos naturais, a vegetação e ainda afetar a escassez de água. Assine aqui para proteger o nosso meio ambiente!

CID MARCOS, o Everton fez um abaixo-assinado contra a construção de uma usina hidrelétrica em Minas Gerais. A obra vai destruir recursos naturais, a vegetação e ainda afetar a escassez de águaAssine aqui para proteger o nosso meio ambiente!

Assine agora contra a instalação de uma usina hidrelétrica na Cachoeira dos Henriques (Paraisópolis x Gonçalves)

Everton de Assis Ferreira 
Paraisópolis
Está em aprovação a construção de uma usina hidrelétrica na Cachoeira dos Henriques, localizada nos municípios de Paraisópolis e Gonçalves, MG. A obra, se concretizada, provocaria danos ambientais irreversíveis para a cachoeira e parte da vegetação ao seu redor, além de afetar o turismo e escassez de água.
Nós representantes da sociedade civil, moradores e proprietários de terra da região, somos contra a construção desta usina e estamos solicitando que seja criada, com urgência, uma LEGISLAÇÃO MUNICIPAL DE PROTEÇÃO AMBIENTAL para proteger, de uma vez por todas, os recursos naturais (tais como áreas de serra e cachoeiras) dos municípios de Paraisópolis e Gonçalves. Para tal estamos propondo como referência o Modelo de Lei de Proteção do Patrimônio Natural adotado pelo município de Carrancas/ MG, a Lei nº 1.491 de 13 de Julho de 2015, que pode ser consultada neste pdf.
Uma vez que a cidade de Gonçalves implantou a lei de preservação, a mesma não se torna eficaz sem a mesma lei seja implantada em Paraisópolis. Sendo que a cachoeira fica bem no marco divisório das duas cidades.
Trecho extraído da página facebook.com/emdefesadegoncalves. Lá está que o sócio-diretor da Federal Energia, Erick Menezes de Azevedo, esteve na Feira de Orgânicos da cidade Gonçalves e falou para alguns indignados com a construção da usina.
Na ocasião, Erick reafirmou sua intenção de continuar o empreendimento da Usina e entre outras coisas disse que para ele nem a lei votada na Câmara Municipal e nem a decisão da Prefeitura valiam. E que iria recorrer no plano federal. (continua)

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