Vejam o que diz Bernardo Mello e Franco, hoje na Folha de SP, a propósito da iniciativa da PGR, ao interromper a delação premiada de Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, já condenado pelo Sérgio Moro.
Ela acenava com com informações capazes de implodir boa parte da república.
(...) "O empreiteiro sugere ter dinamite para abalar todas as facções em guerra pelo poder. Até ser preso, ele era próximo de altos personagens do governo afastado e do interino. Também circulava na cúpula do Judiciário, uma zona de sombra que começa a ser iluminada pela investigação."
(...) "Pinheiro já deu pistas sobre Lula, Michel Temer e Aécio Neves, para citar apenas três políticos graúdos que orbitam sua delação. Ele participou das obras no sítio de Atibaia, negociou um repasse de R$ 5 milhões com o presidente interino e relatou o suposto pagamento de propinas na maior obra do tucano em Minas."
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