A forma amistosa como a imprensa, salvo raras exceções, trata a saída de Jaques Wagner do Ministério da Defesa é incompreensível. A tentativa de cubanizar ouchavizar as Forças Armadas do Brasil bateu em alvos intransponíveis que os petistas nunca ouviram falar. HONRA, MORAL E AMOR PELA PÁTRIA NÃO SÃO NEGOCIÁVEIS, EM NENHUMA HIPÓTESE, PELA MARINHA, PELO EXÉRCITO E PELA AERONÁUTICA.
O mal estar gerado com a edição do Decreto 8.515 está muito longe de ser digerido na caserna. É de domínio público, em especial dos reservistas e militares de carreira que nos quartéis, quem responde pelos atos praticados pela tropa é sempre o Comandante. Jamais um CHEFE foge da raia. Quando isso acontece, seu destino está celado: A RESERVA!
JAQUES WAGNER “amarelou” e transferiu responsabilidades. Esse ato de “desprezo” ou “covardia” tornou o ar irrespirável no meio militar. A Alta Patente das FFAA não quer ouvir falar no nome de EVA MARIA CELLA DAL CHIAVON, a CUMPANHERA EVA, ex-líder do MST na juventude, mulher de “CHICÃO” o lugar-tenente de Stédile, e hoje Secretária Executiva do Ministério da Defesa.
JAQUES WAGNER DEIXARÁ O MINISTÉRIO DA DEFESA NAS PRÓXIMAS HORAS. Casa Civil ou Relações Institucionais estão à sua espera… e da CUMPANHERA EVA!
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