sexta-feira, 3 de junho de 2016

FORA DA ORDEM, FORA DE HORA

Carta de Formulação e Mobilização Política - Sexta-feira, 3 de junho de 2016
É o caso de se questionar se cabe ao governo que precisa enfrentar e vencer a maior crise da nossa história honrar as bombas-relógio bilionárias legadas pela gestão petista

Vai ser difícil para o governo sustentar a justeza da decisão que resultou na concessão de reajustes de bilhões de reais ao funcionalismo e na criação de milhares de cargos públicos no mesmo momento em que exige sacrifícios a granel dos brasileiros.
Na noite de quarta para quinta-feira, a Câmara aprovou projetos de lei que resultarão em aumentos salariais para 16 categorias de servidores. Segundo as contas divulgadas pelo governo, a bondade custará R$ 53 bilhões até 2018 - há quem fale em R$ 64 bilhões até 2019. Ainda falta computar o efeito em cascata nas contas de estados e munícipios, já que os subsídios do STF, que são o teto do funcionalismo, também cresceram.
O governo alega que os reajustes - média de 21% em quatro anos - já estão considerados na nova política que limita o crescimento dos gastos públicos. Pode ser. Mas, se a aritmética ainda vale, significa que, sem os aumentos, o Orçamento da União teria recursos equivalentes para aplicar em outros fins certamente mais urgentes num país em grave crise como o Brasil.
A reação da opinião pública aos aumentos aprovados anteontem na Câmara já se anunciava amarga, mas tende a tornar-se azeda. Sabe-se agora que, em meio a um dos projetos de lei que autorizaram os reajustes, também constou a criação de 14.419 novos cargos públicos, segundo informa a edição de hoje da Folha de S.Paulo. O que era indigesto ficou intragável.
E não deve parar aí. Há mais categorias com aumentos engatilhados, cujos acordos salariais também foram negociados pelo governo afastado, na véspera do impeachment de Dilma Rousseff. Poderão adicionar mais R$ 7 bilhões à conta, calcula O Globo.
O presidente em exercício argumentou que os reajustes "pacificam" a ação de alguns grupos de servidores e seus sindicatos. É ruim que o preço da trégua seja este, até porque poderá atiçar outras demandas. Se o país está a exigir sacrifícios, e está, é preciso que eles sejam de toda a sociedade, poupando apenas os que menos têm.
Os acordos salariais que desaguaram nos reajustes foram firmados ainda na administração passada. É o caso de se questionar se cabe ao governo que precisa enfrentar e vencer a maior crise da nossa história honrar estas bombas-relógio legadas pela gestão petista - o "maior passador de cheques sem fundo do planeta", na precisa definição do ministro Bruno Araújo.
Pode até ser justo que categorias que estão com vencimentos defasados recebam aumentos - que, em alguns casos, nem repõem a inflação. Mas fica quase impossível aceitar isso quando o orçamento do país tem um rombo de R$ 170 bilhões, pelo terceiro ano seguido, e as contas federais prometem não sair do vermelho antes do fim desta década, segundo projeções do FMI.
Fica ainda mais complicado concordar com os aumentos quando a população convive com um ambiente econômico em que 11,4 milhões de brasileiros estão desempregados e, na média, 20 mil pessoas perdem seus empregos todos os dias. Mais: quando a renda média já caiu quase 10% em apenas dois anos.
O mínimo que se pode exigir é que a conta da aprovação destes reajustes não aumente a fatura que já é cobrada da população na forma de tributos. Ou seja, que não resulte na elevação de impostos existentes ou na criação de novos. O ideal mesmo seria que o Senado revisse a decisão fora de hora tomada nesta semana pela Câmara.

Este e outros textos analíticos sobre a conjuntura política e econômica estão disponíveis na página do Instituto Teotônio Vilela
 

ITV - Instituto Teotônio Vilela - SGAS 607 Edificio Metropolis Sala 225 - CEP: 70200-670 - Brasília-DF
Fone: 61 3424-0556 - 3424-0557 - 3424-0558 - Fax: 61 3424-0515 - itv@itv.org.br

SOS Animal com amor: Aleitamento artificial para gatos e cães filhotes

SOS Animal com amor: Aleitamento artificial para gatos e cães filhotes

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Mais uma conquista do governo Dilma Rousseff: fraude no Bolsa Família. Um rombo de 2,5 BILHÕES DE REAIS!

TUDO MENTIRA: Áudios e fotos mostram que garota de 16 anos mentiu sobre estupro - peloamordeDeus.com

TUDO MENTIRA: Áudios e fotos mostram que garota de 16 anos mentiu sobre estupro - peloamordeDeus.com

Maria Rita Curiat A gente não tem cara de babaca! · ISSO É PT

Pois é...as ações do Bradesco despencaram e dólar subiu - tudo por conta da nova fase da operação Pelotes. Esta operação da PF é importantíssima, pois investiga a venda de pareceres no Carf. Ou, seja, esta turma deve impostos e busca e um descontão fazendo uso de uma máfia que envolve até o filho de Lula. #VejaJoice



ENVIE UMA MENSAGEM


O herbicida tóxico "glifosato" está em toda parte. Cientistas independentes já alertaram que ele provavelmente causa câncer. A União Europeia fará uma votação daqui a 4 dias para decidir se renova ou não a licença do produto químico. Já mostramos que a pressão popular pode derrotar o lobby da Monsanto antes -- vamos lutar mais uma vez por uma vitória que salve nossa saúde e nosso meio ambiente! 

ENVIE UMA MENSAGEM
Queridos amigos,

Urgente! Estamos perto de uma grande vitória contra o império de produtos químicos da Monsanto!

O glifosato é o herbicida mais utilizado do mundo e representa um terço das vendas da Monsanto. Ele está em toda parte: na nossa alimentação, campos e parques; e até mesmo em nosso sangue. Segundo cientistas independentes, o herbicida provavelmente causa câncer. Mas independente disso, a União Europeia, que enfrenta pressão dos chefões químicos, pode optar por continuar usando o glifosato daqui a quatro dias. 

As grandes potências europeias como Alemanha e Itália estão em cima do muro, deixando a votação super dividida! A Monsanto está usando todos os artefatos políticos que tem, mas mostrar a eles que a população está unida e munida de uma defesa inteligente já frustrou os planos da empresa em duas votações anteriores. Se conseguirmos chamar a atenção na União Europeia, poderemos impedir a renovação da licença deste herbicida novamente! 

Envie uma mensagem urgente agora!
 

https://secure.avaaz.org/po/stop_glyphosate_sam_4a/?bobnybb&cl=10093139623&v=77209

Estamos no momento crucial de uma das principais batalhas de nosso tempo. Em outra época, a renovação da licença de uso do glifosato seria uma mera formalidade. Mas graças a um ano inteiro de campanhas que resultou em uma petição de 1,4 milhão de assinaturas, milhares de telefonemas, mensagens e e-mails direcionados aos governos, além de protestos nas ruas, tornamos o impossível possível. A Europa tem até o final de Junho para renovar a licença do glifosato. Se conseguirmos reunir vozes suficientes contra essa renovação, podemos fazer desse momento outra vitória que seria improvável no passado. 

É uma questão que envolve mais do que a nossa saúde. O glifosato é o pilar de um modelo de agricultura industrial que está matando nosso planeta, dizimando a vida selvagem e liberando um terço das emissões de gases de efeito estufa. Os agricultores e especialistas já estão buscando alternativas e, com o nosso movimento, podemos ajudar a tornar essas soluções realidade. 

O momento está a nosso favor. Em dois momentos anteriores, a pressão popular derrubou quaisquer planos de manter o glifosato no mercado. Juntos, conseguimos reduzir a licença de 15 anos, como era a proposta original, e em seu lugar deixar apenas uma extensão emergencial de 18 meses, para que os cientistas pudessem conduzir mais pesquisas. Envie uma mensagem abaixo -- vamos aumentar a pressão até vencermos:
 

https://secure.avaaz.org/po/stop_glyphosate_sam_4a/?bobnybb&cl=10093139623&v=77209
Nossas conquistas já são extraordinárias. Quando começamos, a probabilidade estava contra nós: os governos e uma das indústrias mais poderosas do planeta planejavam renovar tranquilamente a autorização de uso do glifosato. Juntos, ajudamos a transformar o assunto em uma uma questão política ENORME e entregamos as assinaturas de pessoas de todos os cantos do mundo aos tomadores de decisão. Agora é o momento da verdade: vamos começar a mudar o futuro da nossa alimentação. Assine agora e divulgue a petição para todos os seus amigos! 

Um abraço com esperança e determinação, 

Bert, Pascal, Alice, Lisa, Camille, Luca, Antonia e toda a equipe da Avaaz 

O FUNDO DO POÇO

Carta de Formulação e Mobilização Política - Quinta-feira, 2 de junho de 2016
Há esperança de que o pior na economia tenha passado. A questão é que o buraco onde afundamos é imenso: em dois anos, empobrecemos mais do que na \'década perdida\'

A economia brasileira desceu a uma condição tão dramática que até notícia ruim ganha conotação positiva. A nova queda do PIB no primeiro trimestre foi comemorada por ter sido menos acentuada do que se especulava. Há esperança de que tenhamos chegado ao - ou estejamos próximos do - fundo do poço. A questão é que o buraco onde adentramos é imenso.
Com a nova queda trimestral, a quinta consecutiva, o PIB brasileiro retrocedeu ao nível de 2011. São, portanto, cinco anos jogados no lixo - não por coincidência os cinco anos em que estivemos sob o jugo de Dilma Rousseff e do aprofundamento da anacrônica matriz econômica petista. A queda acumulada neste período é de 7,1%.
Em termos per capita, ou seja, quando se considera a riqueza produzida dividida pela população, a baixa acumulada em apenas dois anos já alcança 9%. É mais do que o verificado nos 12 anos da chamada "década perdida" (anos 1980/1990), calcula o Goldman Sachs. Além disso, nosso PIB potencial, que antes rodava perto de 4%, agora não passa de 1%. O estrago petista faz história.
É possível separar a dinâmica atual da economia em dois polos: o que acontece dentro do país vai muito mal; o que nos salva é a dimensão externa, ou seja, o comércio com o resto do mundo. É justamente o oposto do que as gestões petistas sempre alegaram: pelo discurso que prevaleceu até outro dia, o inferno sempre foram os outros.
Os componentes mais danosos desta equação são o investimento e o consumo. Ambos em franca queda livre, em alguns casos num patamar nunca antes visto. Ambos ainda devem demorar a reagir.
Até o fim do ano, os investimentos deverão acumular baixa de 40% em relação ao pico, alcançado em 2013, informa o Valor Econômico. A despeito de todas as iniciativas supostamente destinadas a excitar o "espírito animal" dos empresários, o país empreende hoje muito menos do que empreendia no passado. Vê-se com clareza, pela Operação Lava Jato, aonde foi parar a montanha de dinheiro que o governo torrou nestes incentivos...
Neste processo, a indústria brasileira foi dizimada. Hoje a atividade manufatureira encontra-se no mesmo nível em que estava em 2004. Quando se consideram os 13 anos da era petista, é ainda pior: a indústria da transformação, setor tradicionalmente mais dinâmico e empregador, retrocedeu 10,5% desde 2002, calcula a Folha de S.Paulo.
O consumo das famílias também esfriou, e muito: em um ano, acumula queda de 6,3%. Trata-se da outra face do desemprego, do aperto no bolso, da inflação corroendo o salário - um mal-estar que demorará bem mais a sumir, a reboque da ainda tênue melhora das expectativas dos empresários, que deve reagir primeiro.
De todo modo, a avaliação corrente é de que, muito provavelmente, o pior passou ou está perto de passar. De uma forma objetiva, faz sentido: um país que consegue se livrar de uma gangue como a do PT pode, sim, festejar ter deixado a penúria no passado. Na economia, contudo, ainda precisamos esperar um pouco mais para comemorar.

Este e outros textos analíticos sobre a conjuntura política e econômica estão disponíveis na página do Instituto Teotônio Vilela
 

ITV - Instituto Teotônio Vilela - SGAS 607 Edificio Metropolis Sala 225 - CEP: 70200-670 - Brasília-DF
Fone: 61 3424-0556 - 3424-0557 - 3424-0558 - Fax: 61 3424-0515 - itv@itv.org.br

SOS Animal com amor: Dobermann o misterioso

SOS Animal com amor: Dobermann o misterioso: A criação do dobermann é muito recente, e suas origens ainda são misteriosas. O nome desse cão é originário de Ludwing Dobermann, criador n...

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Por que um projeto anticorrupção com 2 milhões de assinaturas está parado na Câmara

Por que um projeto anticorrupção com 2 milhões de assinaturas está parado na Câmara: Análise das propostas encaminhadas pelo Ministério Público Federal depende de decisão do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão. E até agora nada foi feito

Gleisi continua falando do estupro do RJ, mas não sobre seu assessor pedófilo e estuprador

Beira o inacreditável a contumaz desfaçatez da senadora Gleisi Helena Hoffmann (PT-PR), parlamentar que cada vez mais afunda no lamaçal do Petrolão. Apesar dessa condição, a petista se dá ao desplante de cobrar moralidade dos integrantes do governo de Michel Temer.
Oportunista, Gleisi assina artigo condenando o estupro coletivo ocorrido no Rio de Janeiro, mas ignora que ainda deve explicações – há pelo quatro anos – sobre a indicação de um pedófilo para cargo de confiança na Casa Civil.
Eduardo Gaievski, condenado a mais de cem anos de prisão e ainda respondendo a vários processos por estupro de dezenas de crianças, foi incumbido por Gleisi, à época, de comandar das políticas do governo federal para crianças e adolescentes. Em suma, a raposa tomando conta do galinheiro.
Ao contrário do caso ocorrido no Rio de Janeiro, que tem aspectos nebulosos, o caso de Gaievski é claríssimo e inquestionável. Em áudios repulsivos postados no YouTube, o “Maníaco da Casa Civil” jacta-se em roda de amigos de como “tirou uma virgindade” e fez sexo vaginal e anal com uma menina de 14 anos que ele garante que era virgem.
Em outro arquivo, o pedófilo marca encontro com menores para uma orgia. Suas vítimas eram são sempre crianças pobres que ele abusava à base da ameaça – ou por dinheiro ou pelo uso da força. Gleisi, que levou esse monstro para cuidar das crianças brasileiras, crê que pode dar lições de moral e pontificar sobre estupro, sem explicar sua relação com Gaievski e como levou esse criminoso hediondo para a Casa Civil, quando o mesmo já era investigado por diversos casos de abusos contra crianças.
Gaievski, que está condenado há mais de um século de prisão e pode receber pena idêntica nos outros processos a que responde, continua regularmente filiado ao PT do Paraná, comandado por Gleisi, que parece não perder um minuto de sono com o escândalo que no mínimo deve ser classificado com barbárie.
Em artigo assinado publicado nesta terça-feira (31), a senadora tem delírios de cinismo e sugere que o problema do estupro é do governo de Michel Temer, que não teria sensibilidade para com os problemas das mulheres.
“Penso que teremos tempos difíceis no Brasil daqui pra frente. O governo interino que comanda a Nação, não tem sensibilidade em relação à causa das mulheres, tampouco conhece e entende sua história. Retrocedeu e não deixou nenhuma mulher para sua equipe do primeiro escalão. É um recado claro: aqui vocês não terão vez! Vamos resistir, como sempre fizemos! O respeito e o empoderamento às mulheres é condição essencial à democracia! Sem eles, esta será sempre estuprada!”, escreve a senadora.
Ucho.info

Brasil em Pauta

La tapa Carlos Eduardo Diaz

AV-TM 300 Matador - Míssil de Cruzeiro Brasileiro

BOMBA ATÔMICA DO BRASIL - Ela já existe - Confira

OS POSSÍVEIS ALIADOS DO BRASIL NUMA SUPOSTA GUERRA

BRASIL a nova potência militar.

Direito dos manos!

Direito dos manos

Portugal. Justiça portuguesa pede prisão de Lula

Imagens inéditas de LULA É PRESO PELA POLÍCIA FEDERAL!

Por que a maioria dos professores são de esquerda? Pondé Responde

Jornalista explica por que Dilma deve ser removida imediatamente do Palá...

A ARMADILHA DO BAIXO CRESCIMENTO

Carta de Formulação e Mobilização Política - Quarta-feira, 1° de junho de 2016
Nova queda do PIB é resultado de modelo em que o Estado pode tudo, o dinheiro público não tem dono nem fim, o investimento privado e o lucro são demônios a serem exorcizados

Os resultados do PIB anunciados nesta manhã pelo IBGE são uma coleção de fracassos. É caso para deixar qualquer país corado de vergonha. Como os números encerram o período em que um partido esteve por mais tempo à frente do poder no Brasil, devem também ser suficientes para condenar seus responsáveis ao degredo político.
O PIB brasileiro caiu 0,3% no primeiro trimestre, na quinta baixa consecutiva nesta base de comparação. A queda acumulada em quatro trimestres chega a 4,7%, a maior da série iniciada pelo IBGE em 1997. Este seria hoje o retrato mais fidedigno da recessão que há dois anos assola a economia brasileira.
Desta vez, nem a agropecuária se salvou. Todos os setores tiveram retrocessos, com destaque para a indústria - aquela mesma que foi a maior beneficiária dos seguidos pacotes furados de incentivos tributários e creditícios promovidos pelos governos petistas. Só não tombaram as exportações e o guloso consumo do governo.
Na comparação mundial, o Brasil figura novamente na rabeira das listas: no índice anualizado, ou seja, em relação ao primeiro trimestre de 2015, só ganha da Venezuela; quando o cotejo é com o trimestre imediatamente anterior, aparece à frente apenas de Hungria, Grécia e Hong Kong.
É nos investimentos que o mergulho é mais profundo. A taxa anualizada até março desceu a 17,5% do PIB, no pior resultado desde o segundo trimestre de 2007, segundo a Assessoria em Finanças do ITV. Não é difícil recordar que 2007 foi justamente o ano em que se lançou o PAC, cuja "mãe" todos conhecem. Notam-se sem dificuldade seus nulos resultados.
Tecnicamente, a economia brasileira completou agora seu segundo ano em recessão. É a mais profunda que o país já enfrentou. E pode ser a mais duradoura, superando a crise global dos anos 1930 - ontem a OCDE divulgou previsão de que o PIB do Brasil cairá também em 2017, na terceira baixa consecutiva, algo nunca antes visto na nossa história.
Resta evidente que o país vê-se preso numa armadilha que o condena a crescer quase nada - isso quando cresce. Trata-se de modelo em que o Estado pode tudo, o dinheiro público não tem dono nem fim, a responsabilidade fiscal é um preceito a ser tratorado, o investimento privado e o lucro são demônios a serem exorcizados. Desnecessário dizer da ruína que isso acarreta; os números já falam por si.
O que o Brasil precisa urgentemente é aposentar este modelo e retomar o curso de iniciativas que, até serem atropeladas pelos governos Lula e Dilma, vinham mostrando sucesso. Mais responsabilidade com os recursos públicos, menor peso do Estado na economia, reformas que impulsionem a produtividade e a competitividade de quem trabalha e produz. Este é o encontro necessário que a sociedade brasileira necessita promover, sob pena de não ter futuro algum.

Este e outros textos analíticos sobre a conjuntura política e econômica estão disponíveis na página do Instituto Teotônio Vilela
 

ITV - Instituto Teotônio Vilela - SGAS 607 Edificio Metropolis Sala 225 - CEP: 70200-670 - Brasília-DF
Fone: 61 3424-0556 - 3424-0557 - 3424-0558 - Fax: 61 3424-0515 - itv@itv.org.br

Índia testa ônibus espacial em miniatura

Índia testa ônibus espacial em miniatura

Índia testa nave espacial reutilizável
Este primeiro protótipo não possuía trem de pouso, e seu objetivo era testar as tecnologias de reentrada e navegação. [Imagem: ISRO]
Nave reutilizável
A Índia testou com sucesso o primeiro protótipo de uma nave espacial de múltiplos usos.
O RLV, sigla em inglês para Veículo de Lançamento Reutilizável, parece uma versão em miniatura dos antigos ônibus espaciais norte-americanos e da nave não-tripulada X-37B.
Com 6,5 metros de comprimento, o protótipo tem o mesmo diâmetro do foguete HS9, o que permite que ele seja encaixado no topo do foguete, como uma carga útil normal.
Após um voo de 91,1 segundos, o foguete liberou o RLV a uma altitude de 56 km. Por contra própria, a pequena nave ascendeu até os 65 km, o que é abaixo do limite de 100 km, considerado a fronteira do espaço, mas alto o suficiente para testar o voo em velocidade hipersônica e o sistema de navegação e descida.
Teste de reentrada e navegação autônoma
Índia testa nave espacial reutilizável
A nave é encaixada no topo do foguete, como os satélites de comunicação. [Imagem: ISRO]
Após o desligamento dos motores, começou o teste para valer da nave experimental, que começou com uma "reentrada" na atmosfera baixa a uma velocidade de Mach 5 - cinco vezes a velocidade do som.
Durante a descida, todo o sistema de controle de voo funcionou corretamente, fazendo com que a nave descesse em um zigue-zague suave, o que necessário tanto para seu direcionamento para a pista de pouso, quanto para reduzir sua velocidade.
O primeiro voo não previa um pouso em terra e nem a recuperação da nave: depois de um voo de 12,8 minutos, o RLV mergulhou no ponto previsto na Baía de Bengala, a 450 km do local de lançamento.
Tecnologias críticas
De acordo com ISRO, a agência espacial indiana, "neste voo, tecnologias críticas, como o sistema autônomo de navegação, orientação e controle, o sistema de proteção térmica reutilizável e o gerenciamento da reentrada foram validados com sucesso".
A expectativa é que o segundo protótipo já conte com um trem de pouso que permita testar a descida da nave em um aeroporto comum.

Uma empresa privada norte-americana, a Sierra Nevada, possui um protótipo de micro-ônibus espacial tripulado, chamado Dream Chaser, mas ele tem sido preterido pela NASA em benefício das naves das naves CST, da Boeing, e Dragon, da SpaceX.

Cinco missões espaciais estrambóticas da NASA

Cinco missões espaciais estrambóticas da NASA

Cinco missões espaciais estrambóticas da NASA
Você acreditaria na viabilidade de uma nave espacial totalmente mecânica, sem qualquer eletrônico? E em uma nave de pedra? [Imagem: Made in Space/Divulgação]
Ideias visionárias
Desde 2011, o programa Conceitos Inovadores Avançados (NIAC) da NASA vem selecionando ideias visionárias para a exploração espacial que a agência acredita valer a pena explorar.
A versão deste ano contempla 13 propostas, cada uma das quais receberá US$100.000 para mais nove meses de pesquisas e detalhamentos. Se qualquer uma delas vingar, a equipe poderá se candidatar a mais dois anos de trabalho, contando com um financiamento de US$500.000.
Detalhes completos dos projetos só serão conhecidos em um simpósio agendado para agosto - mas aqui estão algumas das ideias já divulgadas pelos pesquisadores.
Nave membrana
Se você acha que as espaçonaves atuais são grandes demais, a Brane Craft foi talhada para você. Ela consistiria de um tecido plano de um metro quadrado, pesando apenas 35 gramas - e, ainda assim, capaz de impulsionar-se através do espaço.
O combustível fica em um vão de 10 micrômetros entre duas folhas de material isolante, com células solares de um dos lados para gerar eletricidade. Essa energia produzirá campos eletromagnéticos para gerar um spray de partículas de combustível que sairão pelo outro lado, empurrando a nave espacial.
Surpreendentemente, essa ideia de Siegfried Janson, da Corporação Aeroespacial, em Los Angeles, é a terceira tecnologia superfina que o programa NIAC financia. Mas as propostas anteriores eram apenas para componentes que poderiam cair em um planeta e se comunicar. "Esta é uma extensão dessa ideia para uma nave espacial de membrana totalmente funcional," diz Jason Derleth, chefe do NIAC.
Uma das aplicações para a nave membrana seria se aproximar e embrulhar detritos em órbita baixa da Terra - lixo espacial - e, em seguida, arrastar esse material para que ele se queime na reentrada na atmosfera.
Cinco missões espaciais estrambóticas da NASA
O laser do robô Curiosity serviu de inspiração para um canhão laser para analisar asteroides sem precisar pousar. [Imagem: Nasa/JPL]
Feixe de energia para asteroides
Quando visitamos cometas ou asteroides, como saber do que eles são feitos? Gary Hughes, da Universidade Politécnica do Estado da Califórnia, propõe atingi-los com um feixe de energia.
O feixe vaporizaria ou sublimaria material na superfície do asteroide ou cometa, antes de aquecer a rocha por baixo. O brilho da pedra aquecida serviria como fonte de luz, que atravessaria a nuvem de moléculas vaporizadas, permitindo que um instrumento a bordo de uma nave ou sonda espacial identificasse elementos e compostos químicos na nuvem.
Uma missão equipada com essa tecnologia poderia fazer a varredura em toda a superfície do corpo celeste visitado e mapear sua composição. Ou poderia se concentrar em um único local para obter um registro do material mais profundo, antes de ir para a próxima rocha espacial.
"Você pode imaginar uma missão que vá para o cinturão de asteroides e atinja 40 ou 50 alvos," disse Derleth.
Cinco missões espaciais estrambóticas da NASA
Um motor de fusão nuclear poderia viabilizar um estudo mais aprofundado de Plutão. [Imagem: NASA/Ralph/MVIC]
Motor de Fusão Direta
Para uma viagem mais rápida pelo Sistema Solar, que tal uma nave espacial movida a fusão nuclear?
Stephanie Thomas está chefiando uma equipe na empresa Princeton Satellite Systems para desenvolver um "motor de fusão direta", que já conta com financiamento do Departamento de Energia dos EUA.
Esse motor seria acionado pela energia da fusão de deutério e hélio-3 e, supondo que ele funcione como anunciado, a equipe sugere usar o motor para impulsionar uma sonda espacial para Plutão.
Uma sonda alimentada por fusão poderia chegar lá em apenas quatro a seis anos, cerca de metade do tempo que a sonda New Horizons levou, com a vantagem de poder brecar e entrar em órbita, e até mesmo pousar.
Ela também poderia examinar o planeta anão e outros corpos celestes distantes com muito mais instrumentos, graças à disponibilidade de até 2 megawatts de energia, milhares de vezes mais do que a New Horizons dispõe.
Cinco missões espaciais estrambóticas da NASA
A superfície de Vênus é quente demais para qualquer equipamento eletrônico. [Imagem: Nasa/JPL]
Sonda espacial mecânica
O mecanismo de Anticítera, uma calculadora astronômica de 2.000 anos de idade, funcionava com base apenas em um relógio. Será que uma abordagem similar nos ajudaria a explorar Vênus?
O calor, a pressão e a composição química da superfície de Vênus não permitiram que nenhum módulo de pouso fosse capaz de sobreviver por muito mais do que 2 horas. A chave para o problema pode ser remover totalmente as peças eletrônicas, propõe Jonathan Sauder, do Laboratório de Propulsão a Jato da própria NASA.
"Estamos agora chegando ao ponto em que podemos fabricar materiais que podem sobreviver [em Vênus], mas é a eletrônica que não vai aguentar," disse ele.
Construídos com metais endurecidos, autômatos totalmente mecânicos poderiam explorar Vênus e outros ambientes extremos no Sistema Solar.
Mas isso deixa uma parte por resolver: como enviar mensagens de volta para a Terra. Parece coisa de ficção científica especulativa, mas a proposta de Sauder é gravar os dados em um fonógrafo e, em seguida, colocá-lo a bordo de um balão, que levaria os dados para uma nave espacial acima. A propósito, uma nave que consiga mergulhar na atmosfera e sair novamente do planeta ainda terá que ser desenvolvida.
Nave espacial asteroide
Em uma linha mais radical do que o rover mecânico de Vênus, este conceito cairia bem ao gosto de Fred Flintstone: uma nave espacial de pedra, e esculpida de um asteroide.
Primeiro, uma sonda robótica iria até um asteroide, explica Jason Dunn, da empresa emergente Made in Space, incubada no Centro de Pesquisas Ames, da NASA. Uma vez lá, a sonda iria começar a escavar, convertendo gelo e rocha em análogos ásperos de peças de naves espaciais, incluindo um sistema de propulsão que controlaria a direção do asteroide disparando material - pedras ou areia - para o espaço.

Ao transformar o próprio asteroide em um autômato, o sistema eliminaria a necessidade de lançar quaisquer peças da Terra. Uma vez colocado em movimento, o asteroide poderia realizar uma missão pré-programada, como desviar a si próprio da Terra, ou chegar perto o suficiente para que astronautas possam pousar sobre ele.

Falha acionamento de módulo inflável na Estação Espacial

Falha acionamento de módulo inflável na Estação Espacial

Falha acionamento de módulo inflável na Estação Espacial
Como deveria ter ficado (esquerda) e como está após três tentativas de enchimento do módulo inflável da Estação Espacial.[Imagem: NASA/Bigelow]
Não encheu
O processo de enchimento do primeiro módulo inflável da Estação Espacial Internacional não alcançou os resultados esperados, depois de três tentativas realizadas neste fim de semana.
O módulo BEAM (Bigelow Expandable Activity Module, ou módulo de atividade expansível Bigelow) é o primeiro teste de uma nova plataforma que visa criarhotéis e laboratórios espaciais a um custo mais baixo do que os tradicionais módulos rígidos de alumínio e outras ligas.
Os astronautas a bordo da Estação Espacial injetaram ar dentro do módulo, mas ele não se inflou conforme esperado.
Segundo a empresa Bigelow, fabricante do módulo, a falha ocorreu porque o módulo ficou empacotado por 15 meses, o que é 10 meses mais do que o previsto no projeto original.
Além disso, "existe a possibilidade de que o comportamento dos materiais que formam a parte externa do módulo funcionem de forma diferente do que o esperado," disse a empresa em nota à imprensa.
Outro problema apontado pelo fabricante é que o processo de enchimento do módulo foi mais lento do que o realizado nos testes anteriores realizados no espaço, em vista de restrições impostas pela Estação Espacial.
Risco da energia acumulada
"Conduzimos uma sequência de passos, aumentando a pressão", disse Jason Crusan, da NASA. "Depois de algum crescimento inicial, o módulo parou de se expandir, ainda que a pressão continuasse a aumentar. Nós induzimos forças superiores às que os nossos modelos previam."
Os astronautas a bordo da Estação farão novas tentativas de enchimento do módulo ao longo dos próximos dias. Caso não tenham sucesso, o módulo terá que ser completamente esvaziado, já que a possibilidade de que ele se infle repentinamente pela alta pressão em seu interior pode representar um risco para a Estação inteira.
"Nós não queremos toda aquela energia no interior do módulo BEAM e então vê-lo reagir [repentinamente]," disse o engenheiro da NASA.
Atualização - 01/06

A NASA parece ter-se dada por satisfeita com o nível de enchimento obtido e, embora não tenha feito nenhum comunicado a respeito, assume agora que o módulo "está totalmente inflado" - ainda que as imagens não mostrem alteração na aparência externa do BEAM, que ainda aparece "murcho". Com isso, os testes de vazamento e entrada no módulo deverão ser conduzidos conforme planejado originalmente. A empresa Bigelow ainda não se pronunciou sobre os novos planos.

Acusado de estupro prova não ter pênis, mas é condenado pois palavra da vítima basta, segundo STJ

Acusado de estupro prova não ter pênis, mas é condenado pois palavra da vítima basta, segundo STJ

Um caso de estupro que tramitava na justiça há mais de dois anos foi encerrado na tarde de ontem, dividindo opiniões na pacata cidade de Lapão Roliço.
Isso porque a vítima, uma jovem estudante de sociologia de 35 anos de idade, alegou ter sido vítima de abuso durante uma festa de recepção de calouros em sua faculdade, mas o inquérito não conseguiu apurar provas do crime.
A ausência de provas deixaria o autor do delito impune, não fosse o entendimento do Superior tribunal de Justiça, segundo o qual, nos crimes sexuais, a palavra da vítima basta para fazer prova que justifique a condenação.
O acusado, que teve sua identidade mantida em sigilo, negou a autoria do delito desde o início, alegando o inusitado argumento de que jamais poderia ter cometido o crime, já que não tem pênis.
“Eu sei que existem outras formas de cometer o delito, mas ela acusa o meu cliente de tê-la forçado a manter conjunção carnal”, declarou o advogado do réu.
“Se ela tivesse alegado que ele teria dado uma dedada nela, por exemplo, seria plausível, mas não se pode admitir que um homem que provou em juízo que não tem pênis seja condenado por constranger alguém a manter conjunção carnal, já que isso seria crime impossível por absoluta ineficácia do objeto.”
Segundo a vítima, o crime teria se dado na fila para comprar cerveja, quando ela teria sentido o órgão veiudo ereto em suas costas.
“Eu tinha acabado de participar de uma intervenção artística sobre empoderamento e notei um certo ar de misoginia por parte de alguns presentes, que certamente não admitem que eu possa fazer com meu corpo o que bem entender. Não demorou muito e a cultura do estupro se manifestou da maneira mais trágica, atingindo não só a mim, mas a todas as mulheres”, declarou a vítima.
Embora a defesa tenha demonstrado que o acusado é castrado, o juiz que julgou a causa, acompanhando entendimento majoritário, adotou o entendimento de que basta a palavra da vítima.
A defesa do acusado vai recorrer da sentença.

Joselito Müller

Leites e Manteigas Vegetais

Cantinho Vegetariano


Posted: 31 May 2016 05:29 PM PDT
Leites e Manteigas Vegetais – Receitas Caseiras
Autora: Melissa King
Páginas: 224
Editora Alaúde
COMPRAR

Em seu primeiro livro, Melissa King apresenta o vasto mundo dos leites e das manteigas vegetais com receitas para o leitor fazer em casa.

Usando ingredientes como castanhas de caju, amêndoas, avelãs – e com alguns truques na manga, como as sementes de girassol para quem é alérgico a nozes –, Melissa mostra que é possível preparar smoothies, pastas, cookies, barrinhas, granolas, muffins, trufas, brownies e sorvetes muito melhores que as versões industrializadas.

São mais de 60 receitas veganas sem glúten, ideais para quem precisa de um café da manhã nutritivo ou um lanche rápido entre as refeições e também para aqueles que só querem relaxar na companhia de uma xícara de chocolate quente com bolinhos.