domingo, 10 de janeiro de 2016

MPF abre inquérito contra recrutamento de crianças brasileiras para doutrinação na Venezuela FCS BRASIL MÍDIA LIVRE

MPF abre inquérito contra recrutamento de crianças brasileiras para doutrinação na Venezuela

 
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O Ministério Público Federal em Goiás (MPF/GO) está investigando através de um inquérito civil o recrutamento ilegal de crianças e adolescentes brasileiros pelo governo da Venezuela.
(Na foto: Elías Jaua e Niolás Maduro, responsáveis pelo recrutamento de crianças e jovens para o Bolivarianismo na Venezuela)
Segundo o órgão, eles seriam levados para serem doutrinados a atuar na chamada 'revolução bolivariana'
A ação contra a União é assinada pelo procurador da República Ailton Benedito. Ele diz que tomou a medida baseando em notícias veiculadas pela imprensa brasileira de que o vice-presidente setorial do Desenvolvimento do Socialismo Territorial da Venezuela e titular do Ministério das Comunas, Elías Jaua, leva adolescentes brasileiros para o país desde 2011.
No inquérito, consta ainda uma notícia veiculada no site do governo venezuelano de que 26 crianças e adolescentes participaram do treinamento no estado de Sucre das chamadas “Brigadas Populares de Comunicação”, com o intuito de moldá-los como "futuros jornalistas para servir o país".
"Temos que saber em que condições, quem levou e quem autorizou a ida dessas pessoas até a Venezuela. Abrimos o inquérito justamente para apurar em que circunstâncias isso ocorreu, qual a idade dos envolvidos, de onde são e qual a real quantidade deles", disse Benedito ao G1.
O procurador adiantou e que vai encaminhar ainda nesta segunda-feira (17) ofício ao Ministério das Relações Exteriores para saber quais as providências estão sendo tomadas nesse sentido. Segundo Benedito, esse é o órgão do governo federal que, neste caso, tem competência para estabelecer a relação com os outros países e esclarecer a questão. Depois de notificado, o ministério tem até dez dias para se manifestar.
O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa do Ministério das Relações Exteriores, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem. (Fonte: Com Informações de G1/Goiás)(Foto da Mídia Livre da Venezuela)

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