O leitor Cidadão escreveu o seguinte:
Luciano, não sei se o Jair Bolsonaro andou fazendo media training nos últimos tempos, mas neste vídeo publicado hoje ele mandou muitíssimo bem. Observe o quanto que ele mostra ser aquele papo sobre o que fornecer para as crianças ser na prática algo bem adulto, bem como mostrando o que é aquele livro que os marxistas-humanistas-neoateístas querem que os pequenos leiam, isso sem falar do apelo à honra pessoal e a forma sutil para dizer do aspecto de cafetinagem dos mais necessitados que está por trás do Bolsa Família.
Antes de meus comentários, vejam o vídeo:
Concordo com o leitor, e a linguagem do Bolsonaro está mais do que adequada. Este é o sexto princípio da guerra política: falar ao coração. Precisamos parar com o linguajar abstrato e vago, que quase ninguém entende. O importante é mandar a mensagem para quem importa: o povo.
Com este tipo de linguagem, e sempre ficando em posição de ataque, o candidato realmente pode se tornar uma opção para direita.
E um puxão de orelha para a direita "true", uma pequena parcela de direitistas que entende que apoiar Jair Bolsonaro significa atacar direitistas que consideram "posers" por terem apertado a mão de Fernando Henrique Cardoso. Bolsonaro, como candidato, não precisa de posturas exclusivas, mas de inclusivas. Como, por exemplo, este próprio vídeo, onde ele falou a todas as famílias que sofrem com a educação podre dada pelo PT.
E não é por discordar de alguns pontos de Bolsonaro que eu não consigo ver a diferença absurda que existe em favor dele na comparação com qualquer candidato de extrema-esquerda. E, exatamente por isso, qualquer ataque certeiro feito por ele em relação ao maior inimigo será aplaudido por mim.
Pensar pragmaticamente não vai muito além disso.
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