terça-feira, 11 de agosto de 2015

JUREMIR MACHADO RASTEJA DIANTE DO PETISMO, AFIRMA VITOR VIEIRA

 CRISTALVOX

JUREMIR MACHADO RASTEJA DIANTE DO PETISMO, AFIRMA VITOR VIEIRA

by Leudo Costa
(VITOR  VIEIRA) ...QUEREM SABER COMO É O JORNALISMO NO RIO GRANDE DO SUL? QUEREM SABER COMO SÃO OS JORNALISTAS ESQUERDOPATAS NO ESTADO? POIS BEM, PONTIFICA COMO O SUPRA SUMO DO ESQUERDISMO FAÇANHUDO UMA FIGURINHA CHAMADA JUREMIR MACHADO. SABEM QUEM É ESSE QUERIDINHO DO LENINISMO? POIS É UM TIPINHO QUE QUIS SER O SUCESSOR DE PAULO FRANCIS NO JORNALISMO BRASILEIRO. PARA SEGUIR SEUS PASSOS, ELE RESOLVEU EXIBIR SUA CAPACIDADE DE POLEMIZADOR PARA O DIRETOR DE REDAÇÃO QUE A FAMÍLIA SIROTSKY TINHA IMPORTADO DE SÃO PAULO. NO AUGE DE SUA FAÇANHA ICONOCLASTA, ELE RESOLVEU ATACAR A MEMÓRIA DE ÉRICO VERÍSSIMO. SEGUNDO ELE, O ESCRITOR TERIA SIDO CONDESCENDENTE COM A DITADURA DE GETÚLIO VARGAS. O FILHO DO ESCRITOR, UM REDATOR PUBLICITÁRIO SEM SUCESSO, PROCUROU A DIREÇÃO DO GRUPO RBS E AMEAÇOU: "OU ELE OU EU". A ESCOLHA FOI FÁCIL PARA OS SIROTSKI, O SINDICATO DOS JORNALISTAS, ETERNAMENTE PETISTA, É CLARO QUE NÃO DEFENDEU O COLEGUINHA ICONOCLASTA, AO CONTRÁRIO, SAUDOU A SUA DEMISSÃO. E ELE FOI DEFENESTRADO, LEVOU UM PEDAL NO TRASEIRO, DA ZERO HORA. PARECE QUE APRENDEU A LIÇÃO, HOJE ELE RASTEJA DIANTE DO PETISMO, SEM QUALQUER PUDOR, INCAPAZ MESMO DE VER OS SINAIS DO FIM DA ERA PETRALHA NO PAÍS. É POR ISSO QUE O RIO GRANDE DO SUL ESTÁ DO JEITO EM QUE ESTÁ.
Esta figura sabuja do petismo (que lhe deu um pontapé na bunda na Zero Hora) resolveu nas últimas semanas atacar o que escreve o economista Darcy Francisco Carvalho dos Santos, auditor aposentado da Secretaria da Fazenda, maior especialista no Rio Grande do Sul em finanças públicas, que tem a coragem de romper com o limitado espírito corporativista que impera no Estado, e ousa propor com clareza o que precisa ser feito para o enfrentamento da brutal crise que levou o governo à falência. Darcy Francisco Carvalho dos Santos, como um homem educado e um intelectual efetivamente de respeito, responde ao indigente intelectual da Caldas Junior:
"Nos últimos dias o colunista do Correio do Povo, Juremir Machado da Silva, resolveu me atacar, com impropérios, chamando-me de neoliberal e de guru do governador Sartori. Que orgulho teria se isso fosse verdade! Na realidade pouco conheço o governador Sartori, com quem mantive escassos contatos e no passado distante. Se ele está fazendo algumas coisas que constam do meu livro, é por mera coincidência. e está agindo corretamente, porque lá estão, fora de qualquer modéstia, as soluções para o Estado do Rio Grande do Sul sair da crise. O jornalista em questão, recentemente publicou uma matéria onde anexa a parte do livro “O Rio Grande tem saída?”, p. 301/2012, onde estão as sugestões feitas por mim para o Estado sair da crise, que citarei algumas, ao mesmo tempo em que pergunto, se elas são proposições neoliberais:
1) Fazer a reforma da previdência, visando corrigir o problema das aposentadorias precoces, onde 87% dos servidores se aposentam com cinco ou dez anos a menos, sendo a metade com 50 anos de idade mínima e ¼ sem essa exigência. Levando em consideração que nos países ricos as pessoas estão se aposentando com 65 ou 67 anos, a maioria países sociais-democratas, eu pergunto onde está o neoliberalismo em defender isso?
2) Modificar os critérios da pensão por morte, onde uma pessoa jovem com todas as condições para trabalhar pode ficar até 50 anos ou mais, dependendo da situação, recebendo uma alta remuneração paga pelo contribuinte. Isso é neoliberalismo?
3) Alterar o plano de carreira do magistério, um plano da década de 1970, o mais velho do País, anterior à vigência de LDB, que define carreiras que não existem mais, que só vai pagar um salário melhor par o professor no final de sua carreira, quando ele está deixando a sala de aula. Se eu fosse demagogo e populista, eu defenderia isso, mas prefiro ser o que sou, responsável com o futuro de meu Estado.
4) Aposentadoria complementar, se o Estado mais rico do país, São Paulo, e a União, já adotaram. A União, no atual governo.
5) Alterar o acordo da dívida, visando pagar menos e zerar o saldo devedor, onde está o neoliberalismo?
6) Rever os altos salários iniciais e algumas categorias, como condição para pagar melhor outras que recebem muito pouco, na opinião do próprio jornalista. Isso é neoliberalismo, Sr. Juremir?
7) Extinguir a licença- prêmio, um privilégio vergonhoso do servidor público o qual muitos órgãos de elite pagam em dinheiro, quando não se consegue para uma melhor remuneração para o magistério, por exemplo. Isso é neoliberalismo, Sr. Juremir? Só para seu esclarecimento, este instituto não existe mais na União.
8) Alterar as regras das incorporações das funções gratificadas na aposentadoria, passando para a média em vez da última. Isso é uma regra aprovada pela reforma previdenciária de 2003, do Presidente Lula. Onde está o neoliberalismo, Sr. Juremir?
9) Evitar a concessão de reajustes salariais reais. Se o Estado não está conseguindo dar nem a inflação, como vai dar aumentos reais? Aumentos reais, quer dizer acima da inflação. O Senhor não é obrigado a saber isso, afinal o Senhor não é da área. Diga-me onde está o neoliberalismo nisso?
10) Conter o crescimento das outras despesas correntes. Par quem não sabe, isso é economizar no consumo. Não é isso que fizemos na nossa casa, quando o dinheiro escasseia?
11) Mudança no pacto federativo, visado melhorar a distribuição das receitas? O Senhor é contra isso?. Seria bom deixar claro para seus leitores.
Vou ficar por aí para não me alongar muito.
Sei que é uma luta desigual, porque não sou jornalista e não tenho uma coluna diária num importante jornal da Capital. Mas vou continuar usando dos escassos recursos de que disponho, um blog pessoal, para continuar rebatendo acusações que beiram a idiotice e nem parecem vir de um jornalista que há tanto tempo detém um espaço tão importante na imprensa gaúcha. Senhor Juremir, eu quero é acabar com os privilégios e com as regras que conduzem à aposentadoria precoce, para, com isso, sobrar mais recursos para aplicar em saúde, educação e segurança. Vou lhe dizer uma coisa que o Senhor não sabe, porque não leu o meu livro (citado), na página 245, onde mostra que entre 1971 e 1974 o Estado do Rio Grande do Sul aplicava 1,9% do PIB em educação e 1,1% em previdência e agora despende 1% em educação e 2,9% em previdência. Está transferindo para previdência o que deveria aplicar em educação. Estamos com os olhos na nuca, olhando para trás e nos cegando diante do futuro. E o Senhor defende essas coisas e muita gente lhe segue achando que o Senhor é que está certo. Há uma certa hora em que a cegueira é um mal irreparável, assim disse José Ingenieros. O que acontece é o que Senhor não se conforma com minhas previsões de que o seu partido estava conduzindo o Estado para o descalabro financeiro, embora uma grande parte da crise seja estrutural e venha de trás. Se o Senhor ler a página 150 do livro citado, verá que eu já falava em Estado Ingovernável e se ler a 298 verá que eu já previa um déficit anual de R$ 4 bilhões até 2019. E isso que o livro é de fevereiro de 2014, quando grande parte dos reajustes salariais foi concedida em abril/2014, quando o livro já havia sido lançado".
VITOR
Leudo Costa | 10 de agosto de 2015 às 10:32 pm | Categorias: Comunicação | URL:http://wp.me/p5EbWk-1JS

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