Essa notícia, publicada pela Folha de São Paulo e que o Cristalvox compartilha com seus seguidores é muito grave. Um Juiz Federal, que tem a mesma função do Juiz Sérgio Moro que lidera o processo da Lava Jato será investigado pelo Conselho Nacional de Justiça, por, em tese, agir de forma inversa na Operação Zelotes.
A simples exposição pública do magistrado, por decisão da Ministra Corregedora, a gaúcha Nancy Andrighi já mostra que algo existe além dos que os humanos normais podem ver e saber. Os envolvidos na operação Zelotes - onde se incluem RBS e Gerdau - trabalharam muito nos bastidores para evitar a prisão de seus gestores. O pedido foi feito pelo Ministério Público Federal e Polícia Federal foi rejeitado pelo Juiz Ricardo Augusto Soares Leite da 10ª Vara Federal em Brasília.
Justifica o Magistrado para não decretar a prisão dos mega empresários envolvidos em corrupção no CARF ... "provocaria desnecessária exposição da intimidade dos investigados perante os meios de comunicação".
(eis a matéria completa) A corregedora nacional de Justiça, ministra Nancy Andrighi, determinou que o juiz Ricardo Augusto Soares Leite, titular da 10ª Vara Federal de Brasília, preste esclarecimento até o próximo dia 18 sobre sua conduta no processo referente à
Operação Zelotes.
Deflagrada no fim de março e com origem em uma carta anônima entregue num envelope pardo, a Operação Zelotes da Polícia Federal investiga um dos maiores esquemas de sonegação fiscal já descobertos no país.
Suspeita-se que
quadrilhas atuavam junto ao Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais), órgão ligado ao Ministério da Fazenda, revertendo ou anulando multas.
A entidade é um tribunal administrativo formado por representantes da Fazenda e dos contribuintes (empresas) que julga hoje processos que correspondem a R$ 580 bilhões.
A ministra do Superior Tribunal de Justiça, que comanda a corregedoria ligada ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça), acolheu representação de caráter administrativo feita pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS), relator da subcomissão da Câmara dos Deputados que acompanha as investigações sobre um esquema de corrupção no Conselho de Administração de Recursos Fiscais (Carf), pedindo que seja apurada a atuação do juiz no processo.
Na representação, o petista cita que o juiz foi criticado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal por prejudicar a apuração dos fatos, tendo indeferido os pedidos de prisão temporária de 26 investigados e não concedido a prorrogação do monitoramento das escutas telefônicas e de e-mail dos envolvidos.
Outro ato questionado é que o juiz determinou sigilo das investigações, pois, segundo ele, "provocaria desnecessária exposição da intimidade dos investigados perante os meios de comunicação".
Em maio, a Corregedoria do Tribunal Regional Federal da 1ª região já tinha acolhido representação do Ministério Público Federal contra o magistrado. (CONTEÚDO DA FOLHA DE SÃO PAULO)
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