O Jornalista Gerson Camaroti, " expert" político das Organizações Globo, atualmente estacionado em Brasília, foi escalado para disseminar a informação de que o ex-Presidente Luis Inácio Lula da Silva está refratário a ideia de assumir o Ministério da Defesa, em substituição a Jaques Wagner que passaria tutelar DILMA ROUSSEFF na Casa Civil. Refratário uma ova! TRATA-SE DE GOLPE DE ESTADO. - AÇÃO HÁ MUITO PREPARADA NO FORO DE SÃO PAULO, bem ao estilo Chaves. - O PT num último esforça para sobreviver, que acabar com a democracia no Brasil.
Diz Camaroti: “ Em conversa reservada com alguns ministros no início da tarde desta sexta-feira (7), em São Paulo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva demonstrou resistência à proposta de virar ministro do governo Dilma.
“Só vou para o governo se for para ser ajudante de ordens da presidente; para repassar as ordens de Dilma”, disse Lula, bem humorado, segundo relatos.
Como revelou o Blog, com o agravamento da crise política, passou a ser avaliada no Palácio do Planalto a possibilidade de nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para um cargo de ministro. Essa tese já é defendida por alguns interlocutores de Dilma e do próprio Lula.
Nas palavras de Lula, num regime presidencialista não é apropriado um ex-presidente participar de um governo. Mas garantiu que vai ajudar na governabilidade.
Depois de um ato em defesa do Instituto Lula – alvo de uma bomba caseira –, Lula recebeu um grupo de petistas. E conversou com os ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil), Jaques Wagner (Defesa) e Edinho Silva (Secretaria de Comunicação Social).
Diferente de outros encontros recentes, onde Lula demonstrou abatimento e desânimo com a situação política atual, nesta sexta o ex-presidente estava mais animado. Disse que se colocava à disposição de Dilma para viajar pelo país.
E elogiou a agenda da presidente com os movimentos sociais e o roteiro de viagens pelo Nordeste. Para Lula, é preciso mostrar e reforçar tudo o que o governo fez na região. O Nordeste é considerado estratégico para Dilma estancar a queda de popularidade.
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