
QUEM ATACAR PRIMEIRO DEVERÁ PERDER A GUERRA NO BRASIL porque a manipulação da propaganda e, principalmente, os agentes externos se tornaram bem mais importantes; de modo que não podemos nos precipitar...
A vantagem de seguir pelo impeachment, dando continuidade ao trabalho político ATÉ O JUSTO FIM DO PT, e deixando o exército como última opção, será, NO CASO DE VIR A GUERRA, diminuir as chances de um apoio logístico da Rússia ou China para os comunistas de países vizinhos (cúmplices do PT), e GARANTIR O APOIO DOS AMERICANOS QUE JÁ ESTÃO DO NOSSO LADO.
Talvez seja surpresa para muitos brasileiros, mas podemos ter um reforço vindo do Paraguai, que prospera após livrar-se dos socialistas, e hoje conta com uma base militar dos Estados Unidos.
VAMOS PRA RUA COM FÉ E DETERMINAÇÃO!
PELO FIM DO PT e NOVAS ELEIÇÕES: AVANTE BRASIL !!
Hoje em dia, qualquer cidadão dotado de algum juízo será favorável à instauração de um governo militar no Brasil, mas, ao mesmo tempo, não saberá dizer, com alguma segurança, se esse é o momento certo para a intervenção ou mesmo se vai continuar havendo indicação para tal medida...
A intervenção militar deveria ter acontecido há 25 anos, quando foi fundado o Foro de São Paulo; de lá pra cá a situação só piorou e os socialistas foram construindo armadilhas aos poucos:
Nossas forças foram sucateadas, o inimigo foi armado (ainda que continuemos em vantagem contra muitos de nossos vizinhos), foi criada a UNASUL, estão tentando obter a aliança da Rússia ou da China... E nós vamos colocar a nação em risco exatamente como parece estar querendo o inimigo?
Coragem não é problema, mas não pretendo estar entre os estúpidos que vão enterrar o Brasil, porque uma guerra se ganha principalmente com inteligência; portanto, a intervenção militar poderá ser necessária, mas o que se apresenta no momento como mais urgente é a guerra da propaganda...
Uma coisa é a nossa situação real, outra muito diferente é o que permitirmos que vá ser passado para a opinião pública de nações que são estratégicas nesse jogo...
É possível que haja um clamor popular pela intervenção militar, algo bastante intenso, e nesse caso acredito que a mesma deva se concretizar com sucesso e sem muitas perdas de vidas. Do contrário, que façamos uma intervenção civil, pressionando o congresso não apenas para um impeachment, mas para refazer toda a política:
Anular as eleições, dar um fim ao PT e criar UMA NOVA REPÚBLICA; isso pode ser feito pela MANIFESTAÇÃO DO POVO, porque diz a lei e a própria razão que O PODER EMANA DO POVO. Sendo assim, o congresso está obrigado a acatar a decisão das ruas quando esta se torne bastante clara, e se não o fizer, novamente poderá ser a vez do exército entrar em ação. De qualquer forma, devemos CONFIAR NAS FORÇAS ARMADAS BRASILEIRAS.
E ainda sobre a possibilidade de guerra:
Os Estados Unidos estão do nosso lado? Sim, é a resposta mais coerente, mas dizer que não estão do nosso lado também não está errado (...): Os Estados Unidos continuam representando a maior força e esperança da democracia mundial, o que vem da metade republicana daquela grande nação, mas também é de lá que vem uma boa parte do perigo (...): São grandes organizações americanas (também europeias e de outras partes do mundo ) que financiam as chamadas “lutas sociais” na América Latina; são grandes corporações que atuam em prol do governo mundial; são ONGs americanas (inglesas, francesas, holandesas...) que participam de acordos traiçoeiros com governos corruptos do Brasil, isso desde o governo do Collor quando foi criada a reserva Yanomami...
E tentando resumir essa história:
Dependendo da forma que nós agirmos (o povo e os militares brasileiros) poderá se tornar possível ou não a concretização de uma intervenção sem que os militares passem por golpistas que estariam sendo injustos com um governo legítimo (dá nojo, eu sei, mas é o que poderá ser transmitido no exterior pelos esquerditas, que sempre são afeitos a mentira...), e isso pode fazer a diferença entre o sucesso dessa intervenção e sem guerra, ou na presença de uma guerra na qual teremos grande chance de vitória ou, por outro lado, sendo vítimas de uma guerra com chance de vitória quase nula, tendo sido criada, nessa hipótese (que claramente está sendo tramada) uma situação política a ser aproveitada por grandes potências que viriam ao Brasil (o que está sendo ensaiado por ONGs que praticamente estão mandando na Amazônia) para, enfim, "proteger" os índios e "internacionalizar" a Amazônia...
Isso poderia representar uma imensa tragédia e seria praticamente o fim do Brasil...
Em suma, a nossa preocupação deve se voltar para que saibamos agir de modo a não trazer condições políticas que favoreçam o armamento ou reforço de nossos inimigos por outras potencias e, ao mesmo tempo, garantir alianças com nações que (ao menos oficialmente...) defendem a liberdade e a democracia, principalmente os Estados Unidos.
15 DE MARÇO é só o 1º dia:
VAMOS PRA RUA COM FÉ E DETERMINAÇÃO ATÉ A VITÓRIA!
PELO FIM DO PT e NOVAS ELEIÇÕES: AVANTE BRASIL !!
A intervenção militar deveria ter acontecido há 25 anos, quando foi fundado o Foro de São Paulo; de lá pra cá a situação só piorou e os socialistas foram construindo armadilhas aos poucos:
Nossas forças foram sucateadas, o inimigo foi armado (ainda que continuemos em vantagem contra muitos de nossos vizinhos), foi criada a UNASUL, estão tentando obter a aliança da Rússia ou da China... E nós vamos colocar a nação em risco exatamente como parece estar querendo o inimigo?
Coragem não é problema, mas não pretendo estar entre os estúpidos que vão enterrar o Brasil, porque uma guerra se ganha principalmente com inteligência; portanto, a intervenção militar poderá ser necessária, mas o que se apresenta no momento como mais urgente é a guerra da propaganda...
Uma coisa é a nossa situação real, outra muito diferente é o que permitirmos que vá ser passado para a opinião pública de nações que são estratégicas nesse jogo...
É possível que haja um clamor popular pela intervenção militar, algo bastante intenso, e nesse caso acredito que a mesma deva se concretizar com sucesso e sem muitas perdas de vidas. Do contrário, que façamos uma intervenção civil, pressionando o congresso não apenas para um impeachment, mas para refazer toda a política:
Anular as eleições, dar um fim ao PT e criar UMA NOVA REPÚBLICA; isso pode ser feito pela MANIFESTAÇÃO DO POVO, porque diz a lei e a própria razão que O PODER EMANA DO POVO. Sendo assim, o congresso está obrigado a acatar a decisão das ruas quando esta se torne bastante clara, e se não o fizer, novamente poderá ser a vez do exército entrar em ação. De qualquer forma, devemos CONFIAR NAS FORÇAS ARMADAS BRASILEIRAS.
E ainda sobre a possibilidade de guerra:
Os Estados Unidos estão do nosso lado? Sim, é a resposta mais coerente, mas dizer que não estão do nosso lado também não está errado (...): Os Estados Unidos continuam representando a maior força e esperança da democracia mundial, o que vem da metade republicana daquela grande nação, mas também é de lá que vem uma boa parte do perigo (...): São grandes organizações americanas (também europeias e de outras partes do mundo ) que financiam as chamadas “lutas sociais” na América Latina; são grandes corporações que atuam em prol do governo mundial; são ONGs americanas (inglesas, francesas, holandesas...) que participam de acordos traiçoeiros com governos corruptos do Brasil, isso desde o governo do Collor quando foi criada a reserva Yanomami...
E tentando resumir essa história:
Dependendo da forma que nós agirmos (o povo e os militares brasileiros) poderá se tornar possível ou não a concretização de uma intervenção sem que os militares passem por golpistas que estariam sendo injustos com um governo legítimo (dá nojo, eu sei, mas é o que poderá ser transmitido no exterior pelos esquerditas, que sempre são afeitos a mentira...), e isso pode fazer a diferença entre o sucesso dessa intervenção e sem guerra, ou na presença de uma guerra na qual teremos grande chance de vitória ou, por outro lado, sendo vítimas de uma guerra com chance de vitória quase nula, tendo sido criada, nessa hipótese (que claramente está sendo tramada) uma situação política a ser aproveitada por grandes potências que viriam ao Brasil (o que está sendo ensaiado por ONGs que praticamente estão mandando na Amazônia) para, enfim, "proteger" os índios e "internacionalizar" a Amazônia...
Isso poderia representar uma imensa tragédia e seria praticamente o fim do Brasil...
Em suma, a nossa preocupação deve se voltar para que saibamos agir de modo a não trazer condições políticas que favoreçam o armamento ou reforço de nossos inimigos por outras potencias e, ao mesmo tempo, garantir alianças com nações que (ao menos oficialmente...) defendem a liberdade e a democracia, principalmente os Estados Unidos.
15 DE MARÇO é só o 1º dia:
VAMOS PRA RUA COM FÉ E DETERMINAÇÃO ATÉ A VITÓRIA!
PELO FIM DO PT e NOVAS ELEIÇÕES: AVANTE BRASIL !!
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