Lula, Dilma e Ereníce: cambalachos bilionários na Receita, BNDES e Petrobras
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A PF apreendeu um contrato de Erenice Guerra com a Huawei onde ela negociava um débito de 705 milhões de reais da empresa com a Receita Federal.
Para quem não sabe ou não se lembra, Erenice foi ministra-chefe da Casa Civil do Brasil entre abril e setembro de 2010, quando, envolvida por denúncias gravíssimas, acabou pedindo demissão. Anos depois ela é pega de novo aprontando dentro do governo Dilma. Veja mais sobre a petista aqui.
O Antagonista - Sabe quem era o petista na roubalheira da Receita Federal? Erenice Guerra.
A Veja, tem uma reportagem devastadora sobre a operação Zelotes. Leia aqui.
Erenice Guerra, quando ainda era a principal assessora de Dilma Rousseff, na Casa Civil, recebeu um e-mail de seu irmão com o nome de quatro advogados para compor o conselho do Carf. Ela respondeu:
"Estou enviando o currículo dos meninos. Bjs".
Os quatro meninos se tornaram conselheiros do Carf. E um deles, José Ricardo da Silva, considerado um dos chefes da quadrilha da Receita Federal, se tornou seu sócio depois que ela foi demitida da Casa Civil. A PF apreendeu um contrato de Erenice Guerra com a Huawei, em que ela se comprometia a prestar "serviços profissionais relativos à defesa fiscal da contraente no âmbito da Administração Tributária Federal", negociando um débito de 705 milhões de reais da empresa com a Receita Federal. José Ricardo da Silva, que na época ainda era conselheiro do Carf, aparece como seu parceiro na transação, de acordo com o contrato de gaveta assinado por Erenice Guerra. O menino nomeado para o Carf por Erenice Guerra era o mesmo menino que trabalhava com Erenice Guerra para abater as multas no Carf. (Com informações de O Antagonista) (Foto de Celso Júnior/Estadão)
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***1) Dilma no Petrolão
Dilma Rousseff, então ministra-chefe da Casa Civil e presidente do Conselho de Administração da Petrobras, assinou em 17 de agosto de 2006 o contrato de implementação do Estaleiro Rio Grande – o mesmo por onde escoaram propinas de 100 milhões de reais para os cofres do PT e de aliados a partir de 2010, segundo a Operação Lava Jato.
Renato Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras hoje preso, também assinou o documento apresentado à IstoÉ por um ex-funcionário da estatal, segundo o qual o contrato é fruto de uma “licitação fraudulenta, direcionada pela cúpula do PT para favorecer a WTorre Engenharia”.
Após a assinatura, segundo ele, servidores da Petrobras “foram pressionados a aprovar uma sucessão de aditivos irregulares e a endossarem prestações de contas sem nenhuma comprovação ou visivelmente superfaturadas”. Um mecanismo que lesou a estatal em mais de 500 milhões de reais, segundo a revista. Quem era mesmo que não sabia de nada?
2) Erenice na Receita
Erenice Guerra, quando ainda era a principal assessora de Dilma Rousseff na Casa Civil, indicou para o conselho do Carf o mesmo advogado José Ricardo que atuaria com junto com ela em favor de uma empresa multada pelo próprio Carf.
O prêmio de Erenice para aliviar o débito de 705,5 milhões de reais da Huawei, resultante de cobranças efetuadas pela Receita Federal, era de 1,5% do valor que a empresa deixaria de recolher aos cofres públicos. Ou seja: 10 milhões de reais, caso a cobrança fosse integralmente anulada, conforme revelou VEJA com base nos documentos apreendidos pela Operação Zelotes.
3) Lula no lobby
Lula era o principal lobista da Odebrecht na Venezuela.
Em junho de 2011, esteve em Caracas “oficialmente” para dar palestras como contratado da empresa, mas Época descobriu que a agenda era outra: “cobrar o pagamento de parte dos empréstimos concedidos pelo BNDES ao governo venezuelano e tratar da expansão das obras da empreiteira no país”.
Para encontrar o companheiro Hugo Chávez, Lula viajou acompanhado de Alexandrino Alencar, o lobista da Odebrecht responsável pelos pagamentos de propina no exterior, de acordo com os depoimentos do doleiro Alberto Youssef e de seu operador.
Dois anos antes, Lula e Chávez haviam negociado, no hotel Pestana, em Salvador, um empréstimo de 747 milhões de dólares do BNDES para financiar o metrô de Caracas, com obras tocadas pela Odebrecht.
Documentos do TCU, obtidos pela revista, revelam que “a construtora e o governo venezuelano receberam do BNDES mais dinheiro do que precisavam para executar as obras, sem apresentar as garantias necessárias para cobrir o risco de calote”.
Não se sabe quanto nem como Lula recebeu da Odebrecht para fazer lobby, assim como Dirceu, com a turma do Foro de São Paulo. Mas não resta dúvida de que o Foro e seus efeitos saíram muito caros ao Brasil. (***Com Informações de Felipe Moura Brasil)
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MÍDIA LIVRE FCS BRASIL
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