A crise no Habib’s, a maior rede de esfihas do Brasil
Split payment vai encher os bolsos dos bancões
Senador Hermes Klann (PL-SC), relator do projeto de lei que pode resultar em aumento médio, na conta de luz, de até 11% (Foto: Carlos Moura/Agência Senado)
“Jabuti” pode fazer conta de luz subir até 11%
Uma proposta aprovada em apenas 30 segundos em uma comissão do Senado pode acrescentar até R$ 1,5 trilhão à conta de luz dos brasileiros ao longo de 30 anos. O texto incorporou contratações obrigatórias de usinas de energia que não tinham relação com o projeto original – a clássica definição de “jabuti”.
A medida pode elevar em média 11% a tarifa de energia e, segundo especialistas, também reduzir a competitividade da indústria e os investimentos no país.
Entenda como o senador conseguiu incluir o aumento na proposta e saiba quem pode pagar essa conta na reportagem de Vandré Kramer:
Uma das maiores redes de alimentação do país enfrenta a maior crise de sua história, com mais de R$ 300 milhões em dívidas e negociações com credores. A empresa que popularizou a esfiha barata no país acumula uma sequência de dificuldades nos últimos anos.
Inflação, mudança nos hábitos de consumo, avanço dos aplicativos de delivery, endividamento das famílias e problemas internos pressionaram o modelo de negócios da rede, que agora tenta encontrar um caminho para se recuperar.
Veja o que levou a empresa à turbulência e como a rede tenta sobreviver na reportagem de Tiago Cordeiro:
Bancos e demais instituições financeiras podem receber R$ 0,39 por operação realizada no modelo de split payment (Foto: Imagem criada utilizando ChatGPT Images/Gazeta do Povo)
O novo sistema de cobrança automática de impostos da reforma tributária deve fazer com que bancos recebam bilhões do governo federal. Uma proposta em discussão prevê que as instituições financeiras recebam pelo menos R$ 0,39 por operação para processar o recolhimento dos tributos.
Com milhões de transações, o custo para o governo pode chegar a valores expressivos. A proposta foi elaborada por um grupo que reúne representantes do Ministério da Fazenda, da CGU e do setor financeiro e ainda será analisada.
Entenda o que está por trás da remuneração dos bancos pelo split payment na reportagem de Célio Yano:
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