Punição por carta consolida tese de “morte civil” ao isolar Bolsonaro
Por Angélica Favretto
Terça-feira, 14 de julho de 2026
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O que você vai ler aqui hoje:
👤"Morte civil" isola mais Bolsonaro
✉️Zanin já leu carta de Lula escrita na prisão
🚫Decisão do TSE pode barrar pesquisas
🗣️Gleisi cita provocação de Flávio
Punição por carta consolida tese de “morte civil” ao isolar Bolsonaro
Suspensão de visitas após divulgação de carta por Flávio Bolsonaro é comparada por juristas à "morte civil" do ex-presidente. (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
Para juristas, entrevistados pela nossa reportagem, a suspensão das visitas de Flávio Bolsonaro tenta impor um isolamento político, social e familiar ao ex-presidente. Jair Bolsonaro.
A medida é comparada, inclusive, à antiga "morte civil", prática que já vem sendo aplicada aos condenados pelos atos de 8 de janeiro.
O termo "morte civil" descreve a perda prática de direitos e da participação ativa nas esferas pública e privada, mesmo que o indivíduo continue legalmente reconhecido como cidadão pelo Estado. Veja o que dizem os juristas sobre essa situação:
Cristiano Zanin, atualmente ministro do STF, já foi uma espécie de porta-voz de seu então cliente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao fazer a leitura pública de uma carta escrita pelo petista enquanto estava preso na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba.
Por que pesquisas eleitorais correm risco de serem barradas em série
Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vão se reunir nesta terça-feira (14) com representantes de institutos de pesquisas eleitorais para discutirem a adoção de padrões e limites na realização de sondagens de intenção de voto com efeito já para o pleito deste ano.
A reunião ocorre após os institutos demonstrarem receio com a decisão do presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, de suspender a divulgação de uma pesquisa da AtlasIntel.
Nesta edição do Opinião na Mesa, o presidente da Gazeta do Povo, Guilherme Cunha Pereira, analisa a decisão do STF sobre os chamados "penduricalhos" e discute os impactos dos supersalários no Judiciário e no Ministério Público. Ele apresenta cinco argumentos para defender que o teto constitucional perdeu sua efetividade. Confira:
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