Grupo evangélico ligado ao movimento LGBT quer influenciar eleições
Por Gabriel de Arruda Castro
Terça-feira, 14 de julho de 2026
Grupo evangélico ligado ao movimento LGBT quer influenciar eleições
Coletivo "Novas Narrativas Evangélicas" é ligado ao movimento LGBT. (Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil)
Se você achava que a militância progressista se limitava às universidades e aos diretórios acadêmicos, é bom olhar de perto o que anda acontecendo em alguns templos por aí.
Um grupo chamado Novas Narrativas Evangélicas resolveu misturar estudos de gênero com o Evangelho, com direito a camisetas com estampa de "Deus ama todes”.
Mas, por trás do discurso fofinho e das boas intenções, o objetivo real é bem pragmático: o coletivo se juntou à última Parada LGBT de São Paulo para mobilizar o voto evangélico em favor da esquerda.
Fabio Calsavara foi atrás dessa história e mostra como a chamada "teologia queer" pretende desconstruir a doutrina tradicional para favorecer um grupo político.
Como um jornal uruguaio noticiou a conquista da primeira Copa do Mundo
Em junho de 2030, a partida de abertura da Copa do Mundo vai acontecer no Estádio Centenário, em Montevidéu, para celebrar os 100 anos do torneio. É o palco onde a mística do futebol começou.
Na primeira final, em 1930, Uruguai e Argentina decidiram o título diante de 70 mil pessoas de um jeito impensável hoje: jogando cada tempo com uma bola diferente, porque as duas seleções brigavam para usar a sua própria pelota. No fim, a garra uruguaia garantiu a virada por 4 a 2.
Nós resgatamos a cobertura histórica do jornal El País no dia seguinte ao título.
Tomara que em algum momento do futuro a Gazeta do Povo possa relembrar o título do Brasil em 2030.
O legado esquecido do Marechal Rondon, que queria a assimilação gradual dos indígenas
Cândido Rondon durante expedição no Mato Grosso, em 1930. (Foto: Arquivo Nacional)
"Morrer, se preciso for; matar, nunca." O lema que transformou Cândido Rondon em lenda foi testado ao limite no meio do sertão, onde ele sobreviveu a flechadas no peito e até à fúria de Theodore Roosevelt, que queria fuzilar um assassino no meio da expedição histórica de 1914.
Positivista convicto, Rondon defendia que os indígenas eram irmãos que deveriam ser integrados gradualmente à nossa civilização. É uma visão que bate de frente com o indigenismo atual e com a própria Constituição de 1988, que preferem manter o índio em um isolamento permanente.
Erich Thomas Mafra resgata o perfil do militar que deu nome a um estado ainda em vida e cujas ideias parecem ter caído no esquecimento.
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