A CCJ do Senado marcou a sabatina de Jorge Messias, indicado de Lula ao STF, para o dia 29 de abril.
Há tempo, portanto, para a sociedade se posicionar a respeito da ida do atual advogado-geral da União para a mais alta corte do país.
A Gazeta do Povo já se colocou contra a aprovação: é hora de o Senado frear a transformação do STF em um puxadinho do Palácio do Planalto.
Lula já emplacou seu advogado pessoal, Cristiano Zanin, e seu então ministro da Justiça, Flavio Dino. Agora, quer levar um servidor fervoroso do projeto petista de poder.
Messias sempre será lembrado como o “Bessias” encarregado por Dilma Rousseff para levar a Lula um termo de posse que o salvaria da cadeia. O então juiz Sergio Moro divulgou o áudio, o que levou à interrupção da nomeação de Lula para o ministério de Dilma.
Mas esse é o menor problema na indicação de Messias. Como o presidente da Gazeta do Povo Guilherme Cunha Pereira comenta em dois vídeos publicados nas últimas semanas, o indicado de Lula é adepto do controle estatal do debate público. Em outras palavras, a AGU sob seu comando se tornou um órgão de caça às bruxas. Veja o último vídeo aqui 👇.
Seu último movimento foi notificar a rede social X para que removesse conteúdos que criticavam o projeto de lei sobre misoginia em discussão no Congresso. As postagens, lícitas em qualquer democracia, foram classificadas como “desinformação”.
Pesa contra Messias também seu posicionamento a respeito do tema da defesa da vida. Sob seu comando, a AGU foi contra a resolução do Conselho Federal de Medicina que proibia a assistolia fetal, procedimento que interrompe a gravidez.
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