Quer um 2025 sem dívidas e com mais grana no bolso? Zero Hora buscou indicações de aplicativos funcionais para ajudar nessa missão — que não é nada fácil. Confira as sugestões.
Leia ainda: uma década após ser sancionada, a lei que regulamentou o trabalho doméstico no Brasil ainda enfrenta o desafio de ser aplicada de forma efetiva. No Rio Grande do Sul, por exemplo, apenas 25,5% dos trabalhadores da categoria têm a carteira de trabalho assinada. Esse é o menor percentual desde que o IBGE iniciou o levantamento, em 2012.
Há 10 anos, foi sancionada a Lei 150/15 que regulamentou o trabalho doméstico e equiparou aos direitos dos demais trabalhadores. Desde então, as domésticas passaram a ter, por exemplo, acesso ao seguro-desemprego, aviso prévio de 30 dias, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) adicional noturno, entre outros.
Atualmente, 25,5% (86,9 mil) de trabalhadores domésticos do Rio Grande do Sul têm carteira de trabalho assinada. O dado é de 2023 e é o menor percentual registrado desde o início da síntese dos indicadores sociais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2012.
A economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Cristina Vieceli, diz que os dados indicam que houve uma piora em termos de formalização e de remuneração. Mas, segundo ela, não há relação com a legislação e, sim, com o ambiente econômico e político que se deu após a promulgação da legislação e como esses processos foram conduzidos.
Além dos fatores mencionados, a economista também traz questões como a pandemia e o aumento de famílias unipessoais ou de até três membros, somadas à falta de regulamentação das diaristas, para corroborar os números que apontam a piora da formalização.
Desejos de mudança de vida e planejamentos costumam acompanhar a chegada de um novo ano. O momento pode ser uma boa oportunidade para repensar despesas, organizar gastos e quitar dívidas – e a tecnologia pode ser aliada nessa tarefa.
Zero Hora lista cinco aplicativos para assumir o controle das finanças pessoais em 2025. A curadoria é de Wendy Haddad Carraro, educadora financeira e professora do curso de Ciências Contábeis da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Os apps disponibilizam recursos como sincronização automática com contas e cartões, relatórios e lembretes de pagamentos, facilitando a compreensão da situação financeira.
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