2024 será marcado como o maior ano eleitoral da história. Mais de oitenta países - representando mais de metade da população mundial - terão eleições em 2024. Países como Estados Unidos, Rússia, índia, México e Venezuela terão pleitos importantes que devem decidir sobre o futuro da democracia nos países, como explica este vídeo. No Brasil, cerca de 152 milhões de eleitores devem ir às urnas na maior eleição municipal da história. + Veja o perfil do eleitorado em 2024, pela Agência Lupa.
Preparações para eleições no Brasil. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está com um processo de consulta em andamento até esta sexta-feira (19), buscando sugestões para aprimorar as eleições de 2024. Além disso, na próxima semana, serão realizadas Audiências Públicas para discutir as questões como financiamento de campanha, prestação de contas e outros temas. As informações podem ser encontradas aqui. O tribunal está também explorando a possibilidade de implementar medidas mais rigorosas para penalizar partidos que apresentem candidatas laranjas, visando evitar a obstrução e desvio de recursos destinados às candidatas mulheres nestas eleições. + Saiba mais na coluna de Carolina Brigido no UOL.
Primárias norte-americanas têm início e a inelegibilidade de Donald Trump por atentar contra a democracia não é descartada. A temporada de primárias nos Estados Unidos teve início oficialmente nesta segunda-feira (15), marcando a escolha, por meio do voto, dos indicados a representar os partidos Republicano e Democrata na próxima eleição presidencial, marcada para 5 de novembro deste ano. Embora Donald Trump seja o favorito pelo Partido Republicano, existe a possibilidade do pré-candidato ser considerado inelegível. Se isso ocorrer, o segundo colocado nas primárias poderá assumir seu posto e representar o partido. O estado de Iowa foi o primeiro a iniciar as primárias, utilizando um sistema de votação por “caucus", explicado nesta reportagem + Esta análise publicada no New York Times, e traduzida para o português, trata sobre a vitória de Trump em Iowa.
Disputa de narrativas sobre a invasão do Capitólio e o 8 de janeiro no Brasil. O atual presidente estadunidense, Joe Biden, iniciou sua campanha eleitoral para 2024, pelo Partido Democrata, com um discurso contundente no último dia 6 de janeiro, data em que aconteceram os ataques ao Capitólio em 2021. A data tem sido objeto de disputa nos Estados Unidos, assim como no Brasil sobre o 8 de janeiro, em que extremistas tentam construir uma narrativa que não evidencia o seu teor golpista e antidemocrático. + Sobre isso, Natália Viana escreve em texto publicado na newsletter da Agência Pública, onde ressalta a tentativa de ressignificação da tentativa de golpe em ambos os países.
Preocupação com o extremismo para além das redes sociais. Assim como nos Estados Unidos, o extremismo golpista encontrou meios de proliferação nas redes sociais. Contudo, a regulação dessas plataformas não é suficiente para contê-lo globalmente. Este é o ponto discutido no artigo da professora Maria Hermínia Tavares, publicado na Folha de São Paulo. Ela enfatiza que o foco nas redes sociais, evidenciado pelos presidentes dos poderes durante o evento que marcou o primeiro aniversário de 8 de janeiro de 2023 em Brasília, deve se ampliar para um olhar que englobe também a vida social dos brasileiros.
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