João Santana e Mônica Moura, a dupla que reelegeu Lula, elegeu e reelegeu Dilma, está nos itens finais da delação premiada.
Os dois respondem pela produção do maior estelionato que se sabe, numa campanha presidencial, o que não é pouco.
E, no entanto, mais grave, assim nos parece, são as informações bomba que detém das peripécias de Lula e Dilma, e, não menos, os pagamentos milionários, via propina, que teriam recebido.
Palocci, Mantega e Edinho Silva não devem ter acordado tranquilos, a partir da cantoria que os dois detidos produzirão.
E não menos Dilma e Lula.
Esse agosto que se aproxima anuncia nuvens carregadas, trovoadas, e quem sabe até mesmo tornados.
Não foi a “Mônica e o Eduardo”, imortalizados na letra de Renato Russo, mas a Mônica e o João Santana que decidiram abrir o bico, sem que ninguém possa imaginar o tamanho dos estragos da “poesia pura” que poderá encantar a plateia.
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