
07 de Julho de 2016
1% de retorno excepcional
Por Rodolfo Amstalden
Perguntando a qualquer analista político bem informado, você ouvirá que o impeachment definitivo de Dilma é coisa certa, matemática.
O Antagonista publicou hoje a contagem de Temer.
Não são mais do que 18 votos perdidos.
Os verdadeiramente indecisos são apenas três: Renan, Férrer e Otto Alencar.
Todos os demais darão adeus a Dilma Rousseff.
Concluímos, então, que a probabilidade hoje está em 99%.
O outro 1% fica para o santo da Lava Jato.
No mercado, porém, as contas se mostram bem diferentes.
Os ativos de risco no Brasil se comportam ainda duvidosos.
Mexem-se como se o impeachment definitivo de Dilma fosse algo possível, mas não decretado.
Digamos, uma chance em torno de 70% dada pelo mercado.
A distância entre 70% e 99% significa, em termos financeiros, muito mais do que 29 pontos percentuais.
Significa forte alta da Bolsa, queda dos juros e fôlego adicional do real contra o dólar.
Talvez estejamos diante de uma das maiores distorções entre a realidade política e a desconfiança econômica.
Normalmente é o contrário: a política se deixa desconfiar e a economia é quem dá conta do choque de realidade.
Investir em 1% de retorno nunca valeu tanto.
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