quarta-feira, 15 de outubro de 2014

OBRAS FARAÔNICAS EM CUBA FEITAS POR DILMA E LULA COM NOSSO DINHEIRO.





Hoje em seu programa na TV, a presidente candidata Dilma Rousseff enumerou as inúmeras obras inacabadas do seu governo. O programa citou como exemplo obras inacabadas em portos, aeroportos, a Transposição do Rio São Francisco, Ferrovia Norte Sul.

O que o programa da Dilma não mostrou é o porto que o Brasil financiou em Cuba. O porto de Marial, essa sim uma obra que já foi inaugurada no início deste ano pelo governo Dilma. Obra que foi financiada através de um empréstimo de 682 milhões de dólares pelo BNDES, um negócio protegido por sigilo.

Na tentativa de justificarem ao público brasileiro o empréstimo, Dilma apresentou uma lista pronta de argumentos. Nenhum explica a razão da confidencialidade do acordo entre governos.

Dizer que a modernização do porto caribenho ajudou a economia brasileira não se sustenta. Se investir em uma ilha do Caribe submetida há mais de meio século a uma ditadura comunista tem efeito positivo na economia no Brasil, imagine, então, os ganhos se o dinheiro do contribuinte brasileiro tivesse sido investido diretamente na melhoria dos portos brasileiros.

Na impossibilidade de justificar o empréstimo a Cuba, a saída para o governo brasileiro foi classificá-lo como “secreto”. Os detalhes do projeto, portanto, só poderão ser conhecidos em 2027, dois anos antes do prazo final para Cuba quitar a dívida. É estranho que os negócios do governo do PT com Cuba e também com Angola sejam fechados em segredo.

Outro "grande" negócio em Cuba financiado pelo BNDES foi a modernização de aeroportos cubanos, que será feita pela Construtora Odebrecht. Embora o banco não forneça o valor, a data de aprovação e quais aeroportos serão beneficiados, fontes do negócio confirmam que serão destinados US$ 150 milhões (cerca de R$ 336 milhões) e que o acordo foi fechado há cerca de 30 dias. O banco confirma, apenas, que o financiamento está em fase de contratação. É provável, segundo fontes do mercado, que os valores comecem a ser liberados ainda neste ano.

O modelo de financiamento aprovado pelo BNDES é o mesmo utilizado pelo banco para que a Odebrecht modernizasse o porto de Mariel. Na época, o financiamento foi de US$ 802 milhões (cerca de R$ 1,796 bilhão pelo câmbio atual). A primeira parte do dinheiro foi liberada em 2009. Em sua recente visita à ilha, em janeiro, a presidente Dilma Rousseff anunciou outro financiamento de US$ 290 milhões (cerca de R$ 650 milhões) para a criação de uma área especial industrial junto ao porto. Com informações da Veja e do jornal O Globo.

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