Cálculos feitos com base na Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) de 2013 indicam que, pela primeira vez em uma década de governo petista, a miséria parou de cair no país.
As conclusões colocam em xeque uma das principais promessas da administração Dilma Rousseff: erradicar a pobreza extrema.
Normalmente, esses cálculos são feitos pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), subordinado à Presidência da República.
Mas, alegando proibições legais, o órgão neste ano decidiu não divulgar até o fim das eleições interpretações da pesquisa.
Os dados, no entanto, já foram explorados pelo Iets (Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade), organização sem fins lucrativos que reúne alguns dos principais estudiosos da pobreza no país.
Em relação ao número total de pobres, a tendência de queda foi mantida, também por uma diferença modesta: de 18% em 2012 (33,6 milhões de pessoas) para 17% (31,7 milhões de pessoas) do total da população.
Os critérios do Iets para definir miseráveis e pobres são diferentes dos adotados pelo governo, mas nos últimos anos têm mostrado trajetórias semelhantes. E agora Dilma? As informações são do jornal Folha de S. Paulo.
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