quinta-feira, 11 de setembro de 2014

PT E COLIGADOS ACABARAM COM O BRASIL.




MP PRECISA OUVIR LULA, DILMA, PAULO ROBERTO COSTA E ODEBRECHT SOBRE CARTEL PETROQUÍMICO
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Para beneficiar o grupo Odebrecht, Paulo Roberto Costa esteve à frente da operação que incluiu a compra, por valores absurdos, de empresas como Ipiranga (US$ 5 bilhões), Suzano Petroquímica (US$ 4,1 bilhões) e Unipar (US$ 1,2 bilhão).

No setor petroquímico, todas as empresas da chamada “segunda geração” operam como satélites de refinarias, o que obriga que a Petrobras forneça em igualdade de condições matéria prima a todos os participantes. No Brasil existem atualmente os seguintes pólos petroquímicos: Alagoas (cloroquímico), São Paulo (petroquímico), Bahia (petroquímico), Rio Grande do Sul (petroquímico) e Rio de Janeiro (gás-químico).

Lula na mira

No Rio Grande do Sul, onde funciona a Copesul, as empresas que atuam na “segunda geração” são: Triunfo, Ipiranga, PPH e Unipar (Poliolefinas). Para forçar a saída do empresário Boris Gorentzvaig, já falecido, a Petrobras operou de forma rasteira, inclusive desrespeitando decisões judiciais. No caso da expropriação da Triunfo, a Petrobras incorreu em algumas transgressões: abuso de poder econômico, concorrência desleal, eliminação de concorrência, atentado, improbidade administrativa e crime de lesa pátria. Fora isso, desrespeito o acordo de acionistas, o direito adquirido e o direito de preferência, além da legislação que regulamenta o setor petroquímico e o programa nacional de desestatização.

Às 17 horas do dia 26 de fevereiro de 2009, no Centro Cultural do Banco do Brasil, em Brasília, onde naquele ano funcionou temporariamente a Presidência da República, uma vez que o Palácio do Planalto estava em reforma, Lula recebeu o empresário Auro Gorentzvaig. Do encontro participaram Paulo Roberto Costa, o ministro Edison Lobão (Minas e Energia) e o petista Luiz Marinho, atual prefeito de São Bernardo do Campo, cidade do ABC paulista que é berço do sindicalismo nacional.

Naquele dia, decidiu-se que a Petrobras participaria do processo de harmonização da Petroquímica Triunfo para, em seguida, entregar a empresa a quem de direito, no caso os acionistas, dentre eles o empresário Boris Gorentzvaig. Para tanto, Lula determinou que a operação fosse conduzida por Paulo Roberto Costa, assim como determinou que a decisão final fosse de um juízo arbitral, no caso os bancos Bradesco ou Itaú.

Muito estranhamente, Paulo Roberto Costa deixou de cumprir as ordens dadas por Lula, não se sabe se por vontade próprio ou por determinação do próprio Lula, que com o passar dos anos aproximou-se cada vez mais do grupo Odebrecht, de cuja empreiteira o petista é um lobista de luxo.
http://ucho.info/pf-e-mp-precisam-ouvir-lula-dilma-lobao-paulo-roberto-costa-e-odebrecht-sobre-cartel-petroquimico

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