Como as pesquisas para presidente são confiáveis com apenas 2.400 entrevistados?
Por Gabriel de Arruda Castro
Sábado, 02 de maio de 2026
Nos EUA, rejeição de “Messias” no Senado abriu caminho para vitórias conservadoras
Merrick Garland ao lado do então presidente Barack Obama: barrado pelo Senado em 2016 (Foto: EFE/Shawn Thew)
Olá!
Há exatos 10 anos, no último ano do seu mandato, o então presidente Barack Obama indicou o juiz Merrick Garland para a Suprema Corte. Os republicanos, no controle do Senado, se recusaram a apreciar o nome e afirmaram que era preciso esperar até que o novo presidente (a ser eleito em novembro daquele ano) tomasse posse.
Resultado: Trump venceu, nomeou um conservador para o cargo e o tribunal dava ali o primeiro passo para uma guinada que resultou, dentre outras coisas, na derrubada da jurisprudência pró-aborto.
Será que o Brasil vai seguir o mesmo caminho depois da derrota do governo Lula e de Jorge Messias?
Como as pesquisas para presidente são confiáveis com apenas 2.400 entrevistados?
As pesquisas eleitorais se baseiam na estatística matemática, e buscam representar o cenário de momento das intenções de voto dos eleitores (Foto: Paulo Pinto / Arquivo / Agência Brasil)
“Como é que essa pesquisa é confiável se ninguém me entrevistou?”. A pergunta, que você já deve ter ouvido por aí, pode até soar razoável em princípio.
Acontece que, pelas leis da estatística, é possível representar um universo de milhões de pessoas com um número de entrevistados relativamente pequeno. Parece feitiçaria, mas é só matemática.
Fabio Calsavara foi atrás de respostas e encontrou o número mágico.
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