R$ 144 bilhões em medidas de estímulo à economia desde março não estão conseguido reverter a deterioração da popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. São medidas como crédito subsidiado, renegociação de dívidas, saques do FGTS, subsídios ao consumo e desonerações.
Uma das explicações para o baixo impacto das medidas é que a população está mais preocupada com a melhoria na qualidade de vida. O eleitor mudou, mas os petistas não perceberam. Quem tem mais detalhes é a colega Rose Amantéa.
O Brasil enfrenta quatro décadas de crescimento abaixo da média mundial, perdendo espaço para potências emergentes e consolidadas (Foto: Ilustração gerada pelo ChatGPT/Gazeta do Povo)
Medíocre. É assim que pode ser qualificado o crescimento da economia brasileira. Segundo o Banco Mundial, entre 1980 e 2024, o ritmo médio de expansão do PIB foi de 2,2% ao ano, o que o coloca na 102ª posição ente 153 países. Atrás até de países que tiveram sérios problemas internos ou externos como Colômbia, Bolívia, Nigéria e Iraque.
Faltando cinco meses das eleições, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou nesta terça (13) uma medida que acaba com a “taxa das blusinhas”, o imposto de importação de 20% sobre compras internacionais feitas online. Quem conta essa história é a Camila Abrão.
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