Federalismo de mentira? Candidatos mudam de estado por conveniência eleitoral
Simone Tebet, Carlos Bolsonaro, Michelle Bolsonaro e Marina Silva: mudanças estratégicas (Foto: EFE, Michelle Isác Nóbrega/Presidência da República, Edu Andrade/MPO, Lula Marques/Agência Brasil)
Olá!
O legado do ex-presidente Jair Bolsonaro ainda está em aberto, mas uma coisa está clara: ele espalhou políticos cariocas pelo Brasil — e continua a fazê-lo.
Por exemplo: Tarcísio de Freitas e Eduardo Bolsonaro em São Paulo, Jorge Seif e Carlos Bolsonaro em Santa Catarina, Hélio Negão em Roraima (sim).
Mas, para ser justo, tem mais gente trocando de estado por pura conveniência eleitoral. A ex-senadora Simone Tebet, por exemplo, acabou de pular de Mato Grosso do Sul para São Paulo. Quatro anos atrás, Marina Silva deixou o Acre para também buscar os votos paulistas. Tiririca fez o caminho contrário: de São Paulo para o Ceará.
O editor André Pugliesi tentou entender esse fenômeno tipicamente brasileiro.
Oito presentes do PT para a ditadura de Cuba (pagos com o seu dinheiro)
Lula e o ditador Miguel Díaz-Canel: Cuba nunca quitou suas dívidas com o Brasil, mas continua recebendo favores dos governos petistas (Foto: Ricardo Stuckert/Presidência da República)
Cuba já viveu dias melhores (e olha que nem eram tão bons). A intervenção americana na Venezuela acabou interrompendo a ajuda chavista à ditadura cubana.
Pelo menos o regime comunista da ilha ainda pode contar com o Brasil. Como Omar Godoy retrata nesta reportagem, o regime petista sempre foi bastante generoso com os aliados de Cuba.