Olá, tudo bem? O microfone cortado durante o discurso na Cúpula do Futuro, no domingo, não foi o único vexame protagonizado pelo presidente Lula na ONU, em Nova York. Na terça-feira, ao ser o primeiro líder a falar na Assembleia Geral – por tradição, o presidente brasileiro sempre é o primeiro a discursar depois do secretário-geral da ONU –, Lula até tentou fazer valer o soft power brasileiro na questão ambiental, mas não conseguiu escapar da realidade das queimadas que assolam a Amazônia e o Pantanal. E, ao falar de política externa, mais uma vez apelou à abjeta equivalência moral e defendeu a validação da “paz dos valentões” ao falar da invasão da Ucrânia pela Rússia. |
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