Na manhã de hoje, o governo federal anunciou novas medidas para o RS. Entre elas, linha de financiamento que alcança grandes empresas, que prevê até R$ 15 bilhões para compra de equipamentos e obras, além de capital de giro emergencial.
Construído a partir de projeto da década de 1960, o sistema contra cheias da Região Metropolitana colapsou e não deu conta da quantidade de água que chegou nos primeiros dias de maio. Reportagem de GZH detalha o que precisa mudar para garantir a segurança de cidades como Canoas e São Leopoldo.
A enchente que assolou o Rio Grande do Sul escancarou a necessidade de atualizações no sistema contra cheias da Região Metropolitana. Desenvolvida a partir de um projeto da década de 1960, a defesa não deu conta da inundação sem precedentes que atingiu dois terços de Canoas e afetou 83% da população de São Leopoldo. São mudanças que devem passar, sobretudo, por aumento na altura de diques e pela modernização de casas de bombas.
Assim como em Porto Alegre, o sistema anticheias dos municípios vizinhos foi construído com base em um estudo do Departamento Nacional de Obras de Saneamento (DNOS), de 1968. Ele considerou como parâmetros a histórica enchente de 1941, superada agora, e sem prever cenários de urbanização desenfreada.
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