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sábado, 20 de maio de 2017

O futuro da carne não dependerá mais de exploração animal

O futuro da carne não dependerá mais de exploração animal

A Revista EXAME acaba de destacar as novas empresas que vão mudar radicalmente o papel dos animais na “indústria da carne”. A busca por uma carne totalmente limpa – saudável, sustentável e sem sofrimento ou exploração animal – é a maior motivação dessas startups.

O objetivo das empresas é produzir opções de carnes similares às versões convencionais em gosto, aroma e textura, algumas delas utilizando-se de proteína vegetal e outras de proteína animal, porém sem que animais morram ou sequer sofram no processo. Isso é possível com a produção de carne em laboratório, a partir do DNA de animais.

A aposta da Mercy For Animals ao criar o The Good Food Institute é poder mudar drasticamente a indústria alimentícia e, em poucos anos, fazer com que dezenas de bilhões de animais deixem de ser explorados por essa indústria anualmente.

Gustavo Guadagnini, representante do The Good Food Institute no Brasil, organização parceira da Mercy For Animals no país, diz na matéria que um de seus trabalhos é fazer com que empresas brasileiras importem produtos de proteína vegetal de alta qualidade dos Estados Unidos. Há também a intenção de futuramente lançarem carnes vegetais nacionais.

A The Good Food Institute é uma organização sem fins lucrativos que trabalha com cientistas, investidores e empreendedores para desenvolver carnes vegetais de alta tecnologia ou ‘’carnes limpas’’ (carnes produzidas em laboratório sem que nenhum animal seja maltratado ou morto).


Uma das empresas que recebem consultoria e investimento da The Good Food Institute é a Memphis Meat, que já desenvolve carne real a partir de células animais. Isso se dá por meio da cultura celular da proteína animal, num processo indolor no qual um pedaço de tecido menor que um grão de gergelim é retirado por biópsia, sem que o animal sofra ou seja abatido. Esses animais estão em Santuários de Proteção, onde vivem após terem sido resgatados da indústria pecuária. Posteriormente, as células são preparadas em laboratório para que se multipliquem, formando o mesmo tecido do animal. Os hambúrgueres resultantes desse processo são praticamente idênticos à versão bovina, tanto em visual como em sabor. Frango e almôndegas da empresa já são sucesso nos Estados Unidos.

Salvar bilhões de animais por meio de informação e conscientização pode realmente parecer um trabalho árduo, que pode levar décadas ou séculos. Mas salvar bilhões de animais a partir do avanço dessas tecnologias nos parece já ser uma realidade e um caminho sem volta!

O futuro já começou – e há de ser muito melhor para TODOS! 

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