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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

OS EMPREENDIMENTOS DE LULA - FAZENDAS – SÃO PAULO – PARTE 1

Filho de Lula e enriquecimento ilicito comprovado

Lula e Lulinha usaram dinheiro para proveito próprio?

"O CHEFE" IVO PATARRA capítulo 9

Promotores pediram prisão de Antonio Palocci, acusado por envolvimento com a ‘máfia do lixo’ Morto Celso Daniel (PT), prefeito de Santo André (SP), Lula escolheu um outro prefeito para substituí-lo na coordenação da campanha, durante o processo eleitoral de 2002: Antonio Palocci (PT), de Ribeirão Preto (SP). Eleito presidente da República, Lula nomeou Antonio Palocci seu ministro da Fazenda. No primeiro mandato (2003-2006), ele foi um dos mais influentes auxiliares do Governo Federal. Fez parte do chamado “núcleo duro” de Lula, juntamente com os ministros José Dirceu (PT-SP) e Luiz Gushiken (PT-SP). A dupla caiu em 2005, após envolvimento no escândalo do mensalão. Antonio Palocci também caiu, mas só no ano seguinte, em decorrência do crime de quebra do sigilo bancário do caseiro Francenildo Santos Costa. O funcionário o acusara de frequentar uma mansão em Brasília, alugada pela chamada “república de Ribeirão Preto”. O casarão servia para festas com garotas de programa. Palocci suspeitou que o caseiro o denunciara por ter sido subornado pela oposição. Achou que comprovaria a propina ao pôr as mãos em extratos bancários. Mas a desconfiança não procedia. O pai do caseiro dera o dinheiro. Além do mais, não haveria o que justificasse quebrar o sigilo. Antes de ser afastado, porém, Palocci sofreu diversas acusações por atos de ilegalidade em Ribeirão Preto. As denúncias de corrupção eram ainda mais graves que a quebra do sigilo. Afinal, ao longo da trajetória do PT a ética na política foi propagada, em alto e bom som, como sendo a bandeira mais importante do partido. Apesar disso, Lula protegeu Palocci o quanto pôde. Poucos dias antes do segundo turno das eleições que reelegeram Lula em 2006, o Ministério Público de São Paulo denunciou Palocci, recém-eleito deputado federal. Promotores pediram à Justiça a sua prisão preventiva por crimes de formação de quadrilha, peculato e adulteração de documentos públicos. Acusaram-no de chefiar o grupo que fraudou contratos de limpeza pública na Prefeitura de Ribeirão, provocando prejuízos de R$ 30,7 milhões. A ação criminal pediu a condenação do ex-ministro a 225 anos de prisão. Em 2007, Palocci foi condenado em primeira instância pela Justiça, por duas irregularidades cometidas em Ribeirão: a doação de materiais de construção para a Associação dos Funcionários da USP (Universidade de São Paulo) e o polêmico projeto Vale dos Rios, que previa a construção de uma ponte suspensa no centro da cidade. As obras não andaram. Foram gastos R$ 4,7 milhões na iniciativa, mas só teria havido justificativa para R$ 323 mil. O TCE (Tribunal de Contas do Estado) considerou irregulares a dispensa de licitação, o contrato e as despesas autorizadas e efetuadas por Palocci. Auxiliares de Palocci que ocuparam postos de comando na Prefeitura de Ribeirão também foram condenados. Donizete Rosa é um deles. Nomeado diretor-superintendente do Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados, autarquia do Ministério da Fazenda) no governo Lula, ele não perdeu o cargo federal com a condenação. E saiu-se assim ao ser confrontado com a decisão da Justiça, no caso da doação de materiais: 314 - Não me lembro disso, não fui ouvido e nem participei da autorização para essa doação. Estranho o meu nome ser citado. O TCE condenou também contrato sem licitação firmado com a empreiteira Leão Leão, para operar o aterro sanitário de Ribeirão. Entre as denúncias de irregularidades da época em que Palocci exerceu o mandato de prefeito da cidade, um dos casos mais rumorosos foi o suposto direcionamento para comprar um “molho de tomate refogado, peneirado, com ervilhas”, que era produzido por apenas uma empresa. O produto seria usado na merenda escolar da rede municipal de ensino. Teve ainda a acusação de gastos com agência de publicidade sem contrapartida de prestação de serviços, contrato suspeito com publicitários e despesas supostamente irregulares com propaganda para a Coderp (Companhia de Desenvolvimento Econômico de Ribeirão Preto). A Coderp, aliás, estava sob o comando de Juscelino Dourado, secretário da Casa Civil do prefeito Palocci. Um diretor da Coderp, Augusto Pereira Filho, admitiu receber “complemento salarial”, um dinheiro não-contabilizado. O valor teria sido negociado com Juscelino Dourado. Quando Palocci deixou Ribeirão e foi para Brasília, nomeado por Lula, levou Juscelino Dourado para ser seu chefe de gabinete e braço direito, no Ministério da Fazenda. Juscelino Dourado foi afastado em 2005, na tentativa de desvincular Palocci de irregularidades apuradas pelo Ministério Público em Ribeirão. Os promotores haviam tomado conhecimento de um esquema de caixa 2. Envolveria fornecedores da Prefeitura e a gráfica Villimpress, também de Ribeirão. Por meio das operações teriam sido emitidos boletos bancários superfaturados, além de duplicatas simuladas e notas fiscais frias de serviços gráficos. As “despesas” somavam até R$ 50 mil por dia. A operação teria sido feita propositadamente para fazer “sobrar” dinheiro. Incluiria a troca de reais por dólares e envolveria repasses por baixo do pano para o PT. O projeto Fábricas de Equipamentos Sociais também chamou a atenção dos promotores. A administração municipal torrou R$ 5,5 milhões para executar uma obra, mas fez apenas a metade. Um dos coordenadores do programa, Roberto Costa Pinho, assumiu o cargo de secretário de Desenvolvimento do Ministério da Cultura na administração Lula. Ele admitiu à CPI do Mensalão ter recebido R$ 300 mil do esquema de Marcos Valério. Alegou que o dinheiro pagaria por serviços de assessoria política. Roberto Costa Pinho explicou, contudo, que ficou deprimido por ter sido exonerado do Ministério da Cultura, no início de 2004. O afastamento ocorreu após ser acusado de cometer irregularidades em contratos públicos. Em razão disso ele não se sentiu em condições de prestar os tais serviços de assessoria política. Mesmo assim ficou com os R$ 300 mil. Justificou à CPI dizendo que Delúbio Soares, tesoureiro do PT, não pediu o dinheiro de volta: - A secretária dele ligou, disse que Delúbio sabia da minha doença e não faltariam oportunidades para eu prestar serviços ao PT. O caso mais grave em Ribeirão, no entanto, teria sido o envolvimento do prefeito Antonio Palocci com a “máfia do lixo”. O autor da denúncia ocupou cargo estratégico durante a primeira administração de Palocci na cidade. Mais que isso, era amigo pessoal de Palocci, com quem manteve relações fraternas ao longo dos anos, como se verá, inclusive no governo Lula. 315 Em 17 de agosto de 2005, no auge do escândalo do mensalão, o Brasil fica sabendo da prisão de um certo advogado Rogério Buratti. No longínquo ano de 1992, ele chegara a Ribeirão Preto. Sem nada, dirigindo um fusca. Tinha a missão de coordenar a campanha do candidato a prefeito da cidade pelo PT naquele ano, um desconhecido vereador chamado Antonio Palocci. Eleito, Palocci retribuiu. Fez de Rogério Buratti o secretário municipal de Governo. Treze anos depois, Rogério Buratti seria denunciado pelo Ministério Público, por lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, num esquema de compra e venda de propriedades rurais e empresas de ônibus. Teria tentado destruir contratos de venda de imóveis e documentos que o incriminariam em negócios suspeitos. Buratti foi acusado de comprar três fazendas em dois anos, antes de trocá-las por duas empresas de ônibus, no valor de R$ 2,6 milhões, convenientemente registradas em nome de terceiros. O mais explosivo, no entanto, acabou sendo o indiciamento de Buratti por suspeita de envolvimento com a “máfia do lixo”, um esquema que fraudava licitações e contratos de limpeza pública em cidades do interior de São Paulo e de Minas Gerais. Em troca de redu- ção da pena, Buratti fez acordo com os promotores. Comprometeu-se a colaborar com a Justiça nas investigações. Rogério Buratti fora vice-presidente da empreiteira Leão Leão, a principal doadora de dinheiro para a segunda campanha de Antonio Palocci para se eleger prefeito de Ribeirão, em 2000. Ela detinha contratos de limpeza pública na cidade. Buratti desligara-se da Leão Leão em 2004, contudo, na esteira de outro escândalo, este já do governo Lula: a extorsão de dinheiro da multinacional norte-americana Gtech. Não vem ao caso aqui, mas Buratti e Waldomiro Diniz, outro assessor do PT famoso na era Lula, teriam tramado para conseguir propina de até R$ 16 milhões da multinacional, interessada em fechar contrato milionário com a Caixa Econômica Federal. O banco estatal é subordinado ao Ministério da Fazenda, na época controlado por Palocci. Ao procurar proteger Palocci no caso Gtech, Buratti alegou que o ministro decidira não interferir no contrato com a Caixa. Não teria demonstrado interesse na oferta que seria, em tese, destinada ao PT. Acredite se quiser. Note-se que, segundo o relato de Buratti, não houve “interesse” pela propina. Jamais “indignação”, “repulsa” ou, ainda mais correto, a imediata abertura de inquérito para apurar uma tentativa de suborno. A oferta de “até R$ 16 milhões”, portanto, não significou nada de tão grave. O depoimento de Buratti sugeriu outra explicação para a falta de “interesse” de Palocci. O ministro teria decidido respeitar o “interesse” de outro ministro no negócio. A tratativa com a multinacional já vinha sendo tocada por Waldomiro Diniz, assessor de José Dirceu (PT-SP) no Ministério da Casa Civil. Assim explicou Buratti: - Tenho informações, não posso confirmar, de que havia uma negociação em curso, principalmente voltada com o que se falava que era o grupo do Rio, o que contribuiu na campanha através do Waldomiro Diniz. Tenho a impressão de que, como eles não conseguiram trilhar o caminho através de mim, eles podem ter continuado no caminho que já existia. Em troca do benefício da delação premiada, Buratti acusou Palocci de receber R$ 50 mil mensais de propina, no período em que foi prefeito pela segunda vez, em 2001 e 2002. 316 Como se sabe, Palocci renunciou ao cargo de prefeito em 2003 para assumir o comando do Ministério da Fazenda. Quem subornava o prefeito, acusou Buratti, era a empreiteira Leão Leão. O advogado fez a denúncia para seis promotores e um delegado de polícia. Além de vice-presidente da Leão Leão, Buratti foi presidente da Leão Ambiental, braço da empresa responsável por serviços de limpeza urbana. Sabia do que estava falando. Acusou Ralf Barquete de envolvimento no esquema. Barquete era secretário de Finanças do prefeito Palocci, guindado para a assessoria da Caixa Econômica Federal com o advento do governo Lula. Palavras de Buratti sobre o mensalão do prefeito Palocci: - Esse dinheiro foi pago mensalmente durante toda a gestão do prefeito Palocci, ou seja, durante dois anos. Quem indicou o Ralf para receber esse dinheiro foi o próprio Palocci à empresa Leão. Como eu integrava a diretoria, tinha conhecimento. Ralf apanhava o dinheiro na tesouraria da empresa. Quem entregava era o gerente financeiro da época. Buratti explicou que os R$ 50 mil eram uma compensação pela garantia dos pagamentos dos contratos de limpeza pública em dia. Mas, possivelmente, era mais que isso. A Prefeitura teria acordos por baixo do pano com a empreiteira. Faria repasses de dinheiro antecipados à Leão Leão. Quebraria, com isso, irregularmente, a ordem cronológica de pagamentos. Buratti relatou como justificavam a entrega de propina ao prefeito nos balanços da Leão Leão: - O pagamento ocorria com a simulação de compras, utilizando-se notas frias. O pagamento da mensalidade era condicionado ao pagamento que a Prefeitura fazia. Antes e depois das licitações havia reuniões com as empresas, tendo em vista um acordo para a disputa em um determinado local. É um procedimento natural. Mais detalhes sobre o funcionamento do esquema, conforme o depoimento de Rogério Buratti ao Ministério Público: - Em algumas cidades onde a Leão Leão tinha contratos de coleta de lixo havia um apoio da administração pública na licitação. Onde havia esse apoio ocorria uma colaboração na elaboração dos editais e nas informações gerais, privilegiadas, da licitação. Outro benefício era com relação à fixação do cronograma, fixando-se datas de abertura e divulgação de acordo com os interesses comuns, ou seja, da prefeitura e da empresa. Quando a empresa sagrava-se vencedora, combinava-se com o prefeito uma forma de contribuição financeira. A contribuição ocorria dentro de um porcentual de 5% a 15%, a depender do contrato, em relação ao faturamento. O dinheiro era levado diretamente ao prefeito. Para comprovar as acusações de Buratti, o Ministério Público apreenderia farta documentação na sede da Leão Leão. No computador de Wilney Barquete, que substituiu Buratti na presidência da Leão Ambiental, acharam um arquivo com o nome de “despesas diversas”. Lá estava o que os promotores apontaram como o “mapa da propina”. Entre as informações protegidas por senhas, uma trazia os seguintes dizeres: “50000 – dr”. Para o Ministério Público, “dr” seria uma referência ao doutor Palocci, que é médico sanitarista. E “50000” o valor do suborno mensal, de R$ 50 mil. A quebra do sigilo bancário da Leão Leão mostrou que a operação montada em Ribeirão poderia ter servido como embrião para o esquema do mensalão do governo Lula. Entre 15 de janeiro de 2002 e 22 de outubro de 2003 foram emitidos 686 cheques pela Leão Leão, 317 num total de R$ 9,4 milhões. O “mapa da propina” revelou três padrões de saques, sempre em valores próximos a R$ 12 mil, R$ 30 mil ou R$ 50 mil. Estes seriam os três níveis de suborno. A coisa funcionava assim: a Prefeitura fazia medições de serviços de varrição e de coleta de lixo acima do efetivamente realizado, e pagava a mais à Leão Leão. A varrição do Bosque Municipal de Ribeirão e a coleta de lixo hospitalar, por exemplo, teriam sido intencionalmente superdimensionadas. Em seguida, justificava-se a retirada do dinheiro público pago a mais para a empreiteira por meio da aquisição fictícia de produtos e serviços pela Leão Leão. Empresas forneceriam notas frias e obteriam 2% do valor das notas. A CPI dos Bingos analisou 331 cheques, cujos valores foram sacados em dinheiro vivo na agência bancária existente dentro da Leão Leão. O dinheiro saía em carro-forte da empreiteira. Os números bateram: os R$ 2,8 milhões supostamente desviados em 2002 corresponderiam a 12 pagamentos de R$ 226 mil. Este seria o custo mensal da corrupção do prefeito Palocci. Voltemos a Rogério Buratti: um ex-secretário de Obras de Ribeirão, engenheiro Luiz Fernando Alessi, acusou Palocci e Buratti de receberem dinheiro não-contabilizado da Leão Leão, durante a campanha eleitoral de 1992. O ex-secretário também denunciou Palocci, já no posto de prefeito, por proteger Buratti, seu secretário de Governo, apesar das relações “atípicas” mantidas por ele com as empreiteiras. De Luiz Fernando Alessi: - As empreiteiras passaram a ser chamadas na Secretaria de Governo e às vezes acontecia, por exemplo, de eu encontrar um dono de construtora e ele comentar: “Olha, estive com Buratti e mudei o cronograma da obra tal”. Na época, o ex-secretário de Obras relatou o que vinha acontecendo ao prefeito Palocci. Foi afastado da Prefeitura. Buratti também perdeu o emprego de secretário, mas por outro motivo. Luiz Fernando Alessi recebeu uma fita que derrubaria Buratti. Palavras de Alessi: - Era uma gravação em que Rogério Buratti combinava uma compensação para um empresário da área da construção civil, da Almeida Filho. Comecei a compreender que isso tinha a ver com uma obra viária na avenida Antonio e Helena Zerrenner, onde havia sido aberta uma concorrência. Era a maior e mais cara obra viária que a Prefeitura estava fazendo em 1994. Mas a licitação foi cancelada e anulada. A justificativa é que esqueceram de colocar uma ponte no projeto. Pouco tempo depois reabriram a licitação, a empresa Almeida Filho não apresentou preço. Coisa estranha, a empresa desistir. Em seguida, aparece a fita do Buratti conversando com o empresário que ganhou e desistiu. E ele diz que “o prefeito mandou dar uma compensada pra você”. A tal “compensada” funcionaria como espécie de “cala-boca”, porque a obra iria ser tocada por outra empresa. Nome da outra empresa: Leão Leão. O jornal Folha de S.Paulo publicou as declarações do ex-secretário Luiz Fernando Alessi e repercutiu o caso com Buratti, que se manifestou assim: - O Palocci, quando administra uma cidade, ou quando está num cargo executivo, quer ter todas as informações, quer ter tudo na mão, ele coordena efetivamente. O Alessi nunca entendeu qual era o papel dele e qual era o meu papel. O papel dele era realizar obras, o meu papel era coordenar o governo. 318 Em seu segundo mandato como prefeito, Palocci assinou 19 contratos com a Leão Leão. Como se sabe, Buratti ocupava estrategicamente um posto no comando da empreiteira. Do total de contratos, nove foram firmados sem licitação pública, no valor de R$ 4,2 milhões. Em depoimento ao Ministério Público e à Polícia Federal, Buratti admitiu que a Leão Leão e a gráfica Villimpress trabalharam em conjunto na campanha de Lula para o Planalto: - A Leão pagou material de campanha produzido pela Villimpress para o PT, tratando-se da campanha de 2002, para presidente. Em depoimento à Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, no final de 2005, Palocci negou qualquer irregularidade com a limpeza pública de Ribeirão Preto em 2001 e 2002, a cargo da Leão Leão. Saiu-se assim: - Não fui eu que fiz a contratação dessa empresa, nem a prorrogação do contrato. O contrato foi feito no governo anterior ao meu e foi renovado no governo posterior ao meu. Vamos por partes: Palocci não assinou um contrato específico, mas o gerenciou. E poderia ter feito exigências para não rompê-lo. Outro ponto: o ex-prefeito deu a entender que passou ao sucessor os negócios de Ribeirão Preto com a Leão Leão, da forma como os encontrou. Não foi bem assim. De fato, o antecessor de Palocci na Prefeitura de Ribeirão, Luiz Roberto Jábali (PSDB), assinou contrato de coleta de lixo com a Leão Leão. Mas da seguinte forma: quando Jábali assumiu o comando da administração municipal, em 1997, depois dos quatro anos do primeiro mandato de Palocci, reduziu o custo da tonelada de lixo recolhida pela empresa Rek, de R$ 50 para R$ 42. Depois baixou o valor novamente, para R$ 35. Em 1999 contratou a Leão Leão, por R$ 17 a tonelada. Um terço dos R$ 50 de Palocci pelo serviço. Palocci ganhou a eleição de 2000 e reassumiu a Prefeitura. O valor da tonelada de lixo recolhida pela Leão Leão oscilou para R$ 23. Em 2004, Palocci havia virado ministro. O vice dele, Gilberto Maggioni (PT), que mandava na Prefeitura, elevou o preço da tonelada para a casa dos R$ 32,76. Gilberto Maggioni foi acusado por Buratti, aliás, de continuar recebendo a propina de R$ 50 mil, antes destinada exclusivamente ao prefeito Palocci. Em 2003, ano em que se tornou prefeito de Ribeirão, Maggioni comprou três terrenos na cidade. Num deles, de 1.162 metros quadrados, em loteamento de alto padrão, estava construindo uma residência de 562 metros quadrados. Para não perder o emprego de ministro, Antonio Palocci tratou de se desvencilhar de Rogério Buratti. Negou ter recebido R$ 50 mil mensais de propina, mas poupou o detrator. Preferiu atacar os promotores. Convocou entrevista coletiva em Brasília. Manifestou-se assim: - Não me sinto traído pelo Rogério Buratti, porque não tinha relação de confiança com ele no último período. Não esperava que ele fosse utilizar uma acusação dessa natureza. Compreendo a situação dada, a pessoa depondo, com prisão, com algema, tendo sido oferecida a ela a liberdade em troca da delação de outras pessoas, que é um ambiente em que tudo pode acontecer. Mais uma vez, não é bem como Palocci falou. A quebra de sigilo telefônico de Buratti iria revelar, dias depois da entrevista do ministro, que o advogado trocou pelo menos 30 319 ligações com Palocci e assessores diretos dele, no Ministério da Fazenda. Foram seis telefonemas do celular de Buratti para a casa de Palocci em 2003, num total de 28 minutos de conversa. Ainda na entrevista, Palocci admitiu ter frequentado a casa de Buratti algumas vezes nos últimos anos, mas justificou com a relação de amizade entre as mulheres e os filhos de ambos. Em 2002, ainda prefeito de Ribeirão, Palocci esteve em três churrascos na casa de Buratti, na época em que o advogado era vice-presidente da Leão Leão. Da entrevista do ministro: - Não esperava por isso, que o Rogério Buratti fizesse uma coisa dessas. Agora, eu compreendo a situação em que ele foi colocado. Os motivos que o levaram a falar isso eu não conheço. Lula comentou as declarações de seu ministro da Fazenda: - Palocci mostrou a segurança de uma pessoa inocente. Cabe ressaltar que Juscelino Dourado, chefe de gabinete do ministro Palocci, admitiu encontros com Buratti no Ministério da Fazenda. Buratti os negara, para proteger o amigo. Em gravações, Buratti referiu-se a Juscelino Dourado como o “J”. Juscelino Dourado também foi investigado por fraudes em licitações na Prefeitura de Ribeirão Preto. Prova das relações Palocci/Buratti no governo Lula é a audiência concedida pelo ministro da Fazenda ao empresário João Vaz Guedes, presidente da Somague, um grupo portugu- ês da área da construção civil, associado à Leão Leão de Ribeirão. O Ministério da Fazenda negou formalmente duas vezes ter havido reunião de Palocci com o empresário. Depois recuou. O encontro se deu em 13 de maio de 2003. Buratti solicitou o agendamento da reunião ao chefe de gabinete, Juscelino Dourado. Depois, explicou: - Liguei para o Juscelino, pedindo a audiência. Ele mandou eu mandar um email, que a Somague mandasse o email, que ele iria conversar com o ministro e, com certeza, o ministro receberia. Em depoimento à Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados, Palocci voltou a negar irregularidades. Os parlamentares perguntaram por que ele não processava Buratti. Resposta do ministro: - Algumas pessoas estão sofrendo processos não apenas por eventuais falhas ou irregularidades. Sofrem perseguição por terem sido meus assessores. Na verdade, quem sofreu perseguição foram os funcionários do Daerp (Departamento de Águas e Esgotos de Ribeirão Preto) que depuseram à Polícia Civil e confirmaram o esquema de corrupção na cidade administrada por Palocci. Doze testemunhas denunciaram fraudes nos serviços de limpeza executados pela Leão Leão. Isabel Bordini, superintendente do Daerp, foi apontada como operadora do esquema. Ela era mulher do todo-poderoso Donizete Rosa, secretário municipal nas duas gestões de Palocci como prefeito. Depois, como vimos, ele foi nomeado no governo Lula para o Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados). Por determinação de Isabel Bordini teriam sido falsificadas ordens de serviço, boletins de medição e planilhas relacionadas ao serviço de limpeza pública. A acusação se estende do período do segundo mandato de Palocci, em 2001 e 2002, até o do sucessor dele, Gilber- 320 to Maggioni (PT), que governou Ribeirão até o fim de 2004. Ele teria mantido o mesmo esquema engendrado por Palocci. Os valores pagos pela varrição de ruas e de calçadas eram até três vezes maiores que os serviços efetivamente prestados. Do depoimento de uma funcionária municipal, cuja identidade foi mantida em sigilo para protegê-la: “Após umas duas horas, vinha a determinação da Isabel para que fosse aceita a planilha apresentada pela Leão Leão, mesmo em prejuízo da Prefeitura. Que, mesmo contrariado, o funcionário era obrigado a acertar os dados e, para isso, precisava fazer uma ordem de serviço para complementar e justificar aquela diferença.” Segundo o delegado de polícia Benedito Antonio Valencise, que investigou a corrupção em Ribeirão, os funcionários do Daerp eram coagidos, ameaçados e pressionados por superiores para alterar informações em relatórios públicos. Estimou-se em R$ 400 mil mensais os desvios com a limpeza pública: - O superfaturamento está 100% comprovado. Para cada R$ 1 de serviço prestado, R$ 2 eram superfaturados. Em depoimento ao Ministério Público e à Polícia Federal no início de 2006, Rogério Buratti confirmou o mensalão de R$ 50 mil a Palocci e inocentou Isabel Bordini de irregularidades nas medições dos serviços de limpeza pública. Responsabilizou Palocci e Maggioni: - Não acredito que Isabel tenha ordenado qualquer procedimento irregular. Ela é funcionária exemplar e controlava o contrato de acordo com as determinações dos prefeitos. A Leão tratava diretamente com o prefeito, e muitas vezes, antes de liberar as medições, Isabel dizia que ia confirmar se o valor estava correto com o prefeito. O delegado Valencise relatou à CPI dos Bingos a existência de notas fiscais e planilhas frias que justificavam o indiciamento de Palocci por crimes de peculato, falsidade ideológica e formação de quadrilha. Para ele, Palocci determinou que Isabel Bordini fraudasse os serviços de limpeza pública: - Segundo consta no inquérito, a ordem vinha do prefeito. Era um acordo feito entre ele e o proprietário da empresa. Em seguida essa ordem era repassada pelo prefeito a Isabel, e ela a cumpria. Tratava-se de um esquema muito grande, envolvendo muitas pessoas, impossível de ser mantido por funcionários subalternos. De acordo com Valencise, Palocci e Maggioni receberam, além da propina mensal de R$ 50 mil, dinheiro de caixa 2 em nome do que foi definido como “equilíbrio de contrato”, um mecanismo para fraudar a limpeza pública. O esquema compensava também os supostos preços baixos apresentados pela Leão Leão para vencer licitações. Do delegado de polícia: - Na apuração, comprovou-se que as documentações, com os relatórios diários dos trabalhos realizados pela empresa, já chegavam prontas ao Daerp, e não coincidiam com os dados da fiscalização do Daerp, que eram bem menores. Entretanto, os funcionários do Daerp eram obrigados a fazer novas planilhas, devidamente falsificadas, e eram essas ordens de serviço que cobriam e justificavam as saídas a mais dos valores em reais. A Polícia Civil concluiu a investigação dos supostos serviços fraudulentos de varrição em Ribeirão com a identificação de 174 notas fiscais frias que simulariam compras da Leão Leão. Na verdade, justificariam a saída de dinheiro não-contabilizado da empreiteira, para irrigar o esquema político. 321 Em abril de 2006, estimou-se em R$ 30,7 milhões o desvio de dinheiro público com contratos de limpeza em Ribeirão Preto. Ao ser indiciado, um mês após o afastamento do Ministério da Fazenda por conta da quebra do sigilo de Francenildo Santos Costa, Palocci afirmou que, se houvesse irregularidades com a varrição da cidade, a responsabilidade teria de ser do Daerp. O Ministério Público não aceitou. Do promotor Daniel de Angelis: - Uma organização que dá um prejuízo de mais de R$ 30 milhões em quatro anos não passaria despercebida pelo prefeito.

O que esperar deste país ??? Flavia Lucena

Por Joe Patriota AVISO: PARA NÃO SOFREREM AINDA MAIS NÃO ACREDITEM EM "FALSOS PROFETAS INTERVENCIONISTAS". NÃO DEEM CRÉDITO A INDIVÍDUOS IRRESPONSÁVEIS QUE, PARA OBTEREM A SUA ATENÇÃO, SE DIZEM DONOS DE INFORMAÇÕES QUE NÃO EXISTEM, QUANDO O ASSUNTO É INTERVENÇÃO MILITAR. NENHUM CIVIL OU MILITAR DA RESERVA É CAPAZ DE SABER OU DE ADIVINHAR OS PLANOS E INTENÇÕES DOS COMANDANTES DAS FORÇAS ARMADAS. OS GRANDES EXÉRCITOS DO MUNDO NORTEIAM-SE POR TRÊS PILARES: 1) CONHECIMENTO; 2) OUSADIA; 3) SIGILO. EU SEI QUE HAVERÁ INTERVENÇÃO MILITAR, TODOS NÓS SABEMOS O "POR QUÊ", MAS NINGUÉM SABE QUANDO NEM COMO. APENAS CONFIEM! (Joe Patriota)

Rodrigo Janot e Luciana Lóssio. Duas pessoas que foram indicadas por Dilma Rousseff para órgãos da República e que agora protegem a presidente. Não podemos deixar barato. Luciana Lóssio Telefone: (61) 3030-7606/7607 E-mail: gabll@tse.jus.br Rodrigo Janot Telefone: (61) 3105.5602

NÓS SOMOS UMA NAÇÃO DE OTARIOS ! ESSE GOVERNO É RAÇA RUIM, TODOS DEVEM SER ELIMINADOS ! MORTE AO COMUNISMO, CHEGA DESSA DESGRAÇA! DESSE GORVERNO MALDITO !TODOS Q FAZEM PARTE DELE !! ELES DESTROEM TUDO Q VER PELA FRENTE ,ASSASSINAM ! ESSE GOVERNO É NOCIVO PARA A NAÇÃO ! TEM Q SER ANIQUILADOS ! POIS SÓ FAZEM MAU. INTERVENÇÃO MILITAR JÁ ! QUEREM NOS MATAR . NÓS Q NÃO SOMOS COMUNISTAS ! ! É ISSO Q SÃO; ASSASSINOS ! OU NOS ELIMINAM , OU NÓS OS ELIMINAMOS ! OU SOMOS OS CAÇADORES , OU, OS CAÇADOS ! -P E R F E I T O, 100% de acordo e mais...O direito de punir, diacronicamente, pertenceu ao ente privado, que podia se vingar de quem lhe fizesse mal – o velho e bom: olho por olho, dente por dente –, pois o homem é violento por natureza. No entanto, segundo a teoria de Rousseau, para justificar a formação do Estado Moderno, o titular contemporâneo desse direito é unicamente e exclusivamente o Estado, por força de um pacto social. Desta forma as punições aplicadas por particulares, isto é, a vingança privada, a justiça pelas mãos próprias, foi afastada e a legitimidade do Estado em exercer a vingança se dará pelo soberano – que é o povo em sociedade –, através de seus governantes – indivíduo ou corpo político –, que detém direito criar leis e de aplicar as penas, em nome da sociedade a qual se constituiu com base em um Pacto Social, mesmo que tácito. Entretanto, se o Estado não cumpre o seu dever de punir, isto é, de levar justiça ao indivíduo ofendido, o poder/dever de vingança que foi cedido pelo indivíduo ao soberano volta para este, o indivíduo, que retoma o direito natural de se proteger, vingando o mal que lhe foi feito. Isto porque o contrato social, para Rousseau, é um acordo entre indivíduos para se criar uma sociedade, e só então um Estado. Ou, melhor, o citado contrato é um pacto de associação e não de submissão. E, a partir desse momento, o homem passou do estado natural para o estado civil e, portanto, substitui o instinto pela justiça e adiciona moral à sua conduta. Em resumo, quando o estado se omite em cumprir com suas obrigações, que são aquelas delegadas pelo povo, que é o soberano em si, devolve ao indivíduo – soberano – o poder que este lhe havia concedido em troca da segurança. O poder pertence ao povo e, no caso do Brasil, desconheço que o povo queira ter um sistema comunista/socialista e que queiram acabar com o Brasil. Em resumo, a omissão do estado em cumprir com sua obrigação, devolve ao indivíduo o direito de se proteger e, conseqüentemente, o direito da vingança particular. O que justifica, no Brasil, muitos atos violentos praticados por indivíduos ou grupos de indivíduos e, estes, os indivíduos, não estão cometendo um crime, pois o pacto social foi quebrado pela omissão do Estado em aplicar a justiça.

Ahhhhh??? Que novidade!!! #SomosTodosMoro e #LulanaCadeia #comunismonão#abaixooComunismo#ForaSocialistas#ForaForo#ForaDilma #ForaLula#ForaPT. #AbaixooComunismo. Curta e Faça parte da OCC Alerta Brasil OCC - Organização de Combate à Corrupção Siga-nos no Twitter https://twitter.com/occ2013 Google+: https://plus.google.com/113541204460576930973 SF

DIGA NÃO À VIOLÊNCIA CONTRA ANIMAIS.

CHAMADA DE 07 DE SETEMBRO:



Em São Paulo o encontro será no Anhembi - Sambódromo (onde ocorrerá o desfile oficial de 07 de setembro).

Dia 06/09 à partir de da meia-noite faremos concentração-vigília nas portas do Sambódromo, com nossas faixas intervencionistas e cartazes.
A Regra legalista é usar nas faixas e cartazes: "INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL JÁ" - nossa base fundamental do pedido é o art.142 da Constituição Federal.

Usar essa frase, podendo colocar - a critério individual - o motivo que leva a essa pedido: Exemplos:
Pelo fim da impunidade,
Pelo fim da facção criminosa instalada no poder,
Pelo fim do comunismo no Brasil, entre outras.

Dia 07/09 entraremos no Sambódromo as 08:00 horas e lá faremos nossa Manifestação nas arquibancadas locais.
Ao final, desfilaremos também.
Que todos coloquem a Bandeira Brasileira nas janelas de casa (visível à rua) e amarrem uma fitinha preta (em luto pelo governo criminoso que está no poder).

Contamos com você!

As outras cidades e Estados do Brasil, que não puderem estar conosco, poderão e devem fazer o mesmo.

A maioria dos ministros do TSE já decidiu pela manutenção da ação para impugnar o mandato de Dilma Rousseff. Mesmo assim, a Ministra Luciana Lóssio pediu vistas do processo, interrompendo, novamente, seu andamento. Maioria do TSE vota por continuar ação de cassação de Dilma, mas ex-advogada do PT suspende o julgamento http://www.folhapolitica.org/2015/08/maioria-do-tse-vota-por-continuar-acao.html

Ministro Gilmar Mendes diz que Janot atua como advogado da presidente Dilma FCS BRASIL

Ministro Gilmar Mendes diz que Janot atua como advogado da presidente Dilma

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A vergonhosa gracinha de Rodrigo Janot (Procurador Geral da Dilma), contra o oposição logo após arquivar pedido de averiguação do Ministro Gilmar Mendes está repercutindo além da conta.
Mendes, que não tem papas na língua atualmente, disse que Janot deveria cuidar da procuradoria ao invés de atuar como um advogado da presidente Dilma, conforme o Folha de São Paulo.
Essa não é a primeira vez que Janot vacila no comando da PGR e demonstra alinhamento ideológico com o PT na defesa da presidente Dilma.
E venhamos e convenhamos, esse negócio de presidente, político, intervir em nomeação de Procuradores, Ministros e Juízes para cargos importantes é um tremendo descalabro que confirma que não vivemos uma democracia mas sim uma tirania.

Folha Centro Sul

Portugal envia pedido URGENTE a PF para apreender imediatamente passaporte de LULA PORTAL PENSA BRASIL

Portugal envia pedido URGENTE a PF para apreender imediatamente passaporte de LULA, entenda…

As investigações em Portugal envolvendo o Ex-Presidente Luiz Inacio Lula da Silva tomou uma proporção maior, o jornal português Público publicou que, o irmão do José Dirceu, Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, não é personagem de segundo escalão no esquema de ladroagem da Petrobras. As anotações dos nomes do Lula da Silva e da Dilma na agenda pessoal do Luiz Eduardo parece não ser apenas anotações de uso pessoal, como são considerado aqui no Brasil. Ele é muito mais do que simples “menino de recado” do José Dirceu.

Como já existe uma possibilidade da Justiça portuguesa decretar a prisão preventiva do Ex-Presidente Lula, isso possivelmente daria uma fuga de Lula para outro país, dificultado muito as investigações. Sendo assim a Justiça de Portugal enviou a PF de Brasilia um pedido para que o passaporte de Lula seja apreendido imediatamente.
Luiz Eduardo de Oliveira e Silva foi solto por não apresentar indício de participação efetiva no esquema do Lava Jato, segundo imprensa. O Ministério Público português, acha o contrário, pois o Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, irmão do José Dirceu, teve reunido com o nada menos do que o poderoso presidente do Banco Espírito Santos, antes de intervenção do Banco Central. Luiz Eduardo finge ser uma pessoa humilde de pouca articulação, mas as aparências enganam. 
Em Portugal, conforme notícia do jornal Público o Luiz Eduardo Oliveira e Silva juntamente com o irmão José Dirceu e Lula da Silva estão sendo objeto de investigações. Para quem não se lembra, o mesmo jornal Público, publicou reportagem sobre doações ilegais do Portugal Telecom com a campanha do Lula e Silva, na reeleição, com recursos da Portugal Telecom em cerca de $ 200 milhões de euros ou equivalente a cerca de R$ 700 milhões.  O destino desta doação ilegal, está sendo investigado pelo Ministério Público português. 
A tratativa da doação da Portugal Telecom ocorreu, segundo o jornal com interferência direta do primeiro ministro português, José Sócrates e do presidente Lula da Silva. O primeiro ministro português encontra-se em prisão domiciliar por este e outros episódios de ladroagem. A investigação pelo Ministério Público português corre em segredo de justiça. 
Há possibilidade da Justiça portuguesa decretar prisão preventiva do Luiz Inácio Lula da Silva antes mesmo da Justiça brasileira. O ex primeiro ministro José Sócrates já está em prisão domiciliar. A Justiça portuguesa não é tão seletivo e tolerante como a Justiça brasileira. Pela notícia do jornal português, Luiz Eduardo é elemento de ligação do Lula da Silva com o crime praticado em Lisboa. 
O texto abaixo faz parte da reportagem do jornal português Público, edição de 13 de agosto de 2015.
Em Novembro de 2011, o consultor Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, irmão de José Dirceu Oliveira Silva, sócios daJD Assessoria e Consultoria, esteve em Lisboa a fazer contatos, um deles foi comRicardo Salgado. A empresa foiagora apanhada na operação Pixuleco, uma derivação do Lava Jato, por suspeita de ser usada como “biombo” para circulação e repasse de fundos ilícitos em grandes transações.
Há quatro anos, quando Luiz Eduardo Oliveira Silva esteve em Lisboa, entre 3 e 15 de Novembro de 2011, as relações de negócio luso-brasileiras estavam ao rubro. No mercado estavam em curso duas operações mediáticas: a venda, pela PT, de 50% da Vivo à Telefonica e o cruzamento de participações entre a PT e a Oi; e o governo dePassos Coelho já tinha aberto o dossier da venda da TAP que na altura envolveu German Efromovitch.
Um dos contactos estabelecidos por Luiz Eduardo de Oliveira e Silva ocorreu na sede do BES, em Lisboa, e teve como interlocutor o ex-presidente do BES Ricardo Salgado. Não se sabe sobre que tema falaram, apenas que o encontro foi articulado pelo escritório de advocacia português Lima, Serra, Fernandes & Associados (LSF), ligado a João Abrantes Serra, parceiro das sociedades dos irmãos Oliveira Silva. Todas “prestadoras de serviços” dos dois lados do Atlântico e com boas ligações ao mundo da política e aos grandes negócios, em particular, os que envolvem decisões estatais. 
“O inquérito encontra-se em segredo de justiça.” Esta foi a resposta da Procuradoria-Geral da República quando questionada pelo PÚBLICO sobre se tinha conhecimento do encontro ocorrido em 2011 entre o ex-presidente do BES Ricardo Salgado e o consultor Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, sócio da JD Assessoria e Consultoria, bem como das matérias abordadas na reunião. O Ministério Público acrescentou não ter “neste momento, nada a adiantar” ao que já tem sido referido.

domingo, 30 de agosto de 2015

Vídeo mostra Lula admitindo que militantes do PT são pagos e reclamando:...

A BOMBA QUE O PT NÃO QUER QUE ESTOURE

Corrente do bem, ajudem!!! Vms fazer este milagre acontecer? Compartilhem! Gente ela não foi doada pelo Instituto Luisa Mell estou compartilhando o pedido de uma protetora. Pq o que importa aqui é ajudar os animais. Bjs Luisa Mell

Quem é católico não pode ser comunista, assim como os comunistas são ateus.

PIXULECO está nas manchetes internacionais!

"LULA É MUITO MAIS ESPERTO DO QUE VOCÊS PENSAM. O LULA NÃO TEM CARÁTER, ELE É UM OPORTUNISTA" Chico de Oliveira, sociólogo e um dos fundadores do PT E assim o Lula vai tratando a nação brasileira, pensando que todos os brasileiros são imbecis, idiotas e alienados. REAGE BRASIL! Lula sempre soube de tudo do que se passava nos porões do mensalão e do petrolão. Além de curtir, produza conscientização política, COMPARTILHANDO com o Brasil.

Conheça o filho do Lula, e a filha da Dilma, da pobreza à riqueza

Em país sério, Dilma Roussef estaria presa, diz Mário Couto

O DESESPERO DE LULLA Os discursos inflamados feitos por Lulla nos últimos dias, dirigidos aos movimentos sociais, podem sugerir que ele se sente fortalecido e retomou a ofensiva. Bobagem. Lula está acuado. Espernear e atacar os mais de 2/3 da população que o repelem é apenas uma maneira de agarrar-se a um pedaço de pau para não ser tragado de vez pelo redemoinho da rejeição. Espertalhão como é, ele sabe muito bem que, nesse momento, caso se recolha, e tente se refugiar nas cordas, naufragará junto com Dilma com a rapidez de um Titanic. Sua hiperatividade é sinônimo de desespero e não confiança. Lulla fala à plateia domesticada de sempre - e que, quanto mais se reduz, mais encarniçada e virulenta se torna. Lulla insiste em atacar as elites, a quem chama de golpistas, fascistas, direita e outros adjetivos menos polidos. Pura retórica para inflamar militantes de carteirinha. Ele sabe que seu discurso cada vez mais se distancia do povo. Sabe que, a cada novo dia, se fortalece o consenso, entre o povo e não as elites, de que ele, Dilma e o PT devem ser retirados da condução do país e de nossos destinos. De que ambos são nocivos ao Brasil. Lulla insiste na dicotomia perversa entre esquerda e direita. É outro sinal de seu desespero. Não há uma luta entre esquerda e direita em curso no Brasil. Há, isso sim, um embate entre cidadãos honestos e larápios que delapidaram a riqueza nacional em nome de sua perpetuação no poder e do enriquecimento fácil. Entre trabalhadores de verdade e aqueles que, com sua incompetência, lançaram o Brasil naquela que talvez venha a ser maior recessão de toda a nossa História. Lulla perdeu o rumo. Mitômano, acha que, somente com o seu carisma, conseguirá reverter a situação. Quanta soberba... O povo brasileiro, em sua esmagadora maioria, já tem a certeza de que foi enganado e feito de otário nas eleições presidenciais do ano passado. E agora, com uma clareza crescente, enxerga no outrora tão festejado líder populista o verdadeiro responsável por toda a bandalheira que assola o País. É apenas uma questão de tempo. Cedo ou tarde, a verdade virá à tona. Por isso Lulla berra. Lulla foge. Lulla tem medo. Lulla quer se candidatar às eleições em 2018? Problema algum. Mas, primeiro, ele precisará chegar até lá. Mesmo que escape ao cerco da Operação Lava Jato, hipótese que considero remota, não escapará do julgamento do povo brasileiro. Da sentença cujo acórdão vai, a cada dia, sendo escrito nas ruas. Lulla. O Brasil não lhe quer mais.



José Ruy Gandra

Ê Janot… O homem está virando o Engavetador-Geral de Dilma! Procurador contesta Mendes, nega-se a investigar gráfica suspeita que trabalhou para o PT e ainda se atreve a dar pito no TSE!!!

Ê Janot… O homem está virando o Engavetador-Geral de Dilma! Procurador contesta Mendes, nega-se a investigar gráfica suspeita que trabalhou para o PT e ainda se atreve a dar pito no TSE!!!

No Facebook, defensores do PT incitam a violência. Os que protestam contra o governo não podem ceder às provocações

No Facebook, defensores do PT incitam a violência. Os que protestam contra o governo não podem ceder às provocações

Se o Brasil perdeu sua identidade política. Então vamos fazer a nossa!

QUEM MALTRATA ANIMAIS TEM QUE SER ENFORCADO.

Pessoal...repassem...esse cara soltou o cachorro na estrada.

Crise econômica - o golpe fatal do PT...

Urgente!!! Maduro revela plano de Dilma, gerar a crise para mudar sistem...

FCS BRASIL

Especialistas dizem que crise foi criada de propósito pelo governo Dilma

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Basicamente, o Foro de São Paulo e o PT através de Lula e Dilma tem um projeto de poder como na Venezuela, Cuba, Rússia, China, Coreia do Norte e outros países que usaram a democracia como meio para chegar o poder. Uma vez no poder, fazem o diabo para não sair mais.
(DETALHE DA FOTO DE ARQUIVO: OLHEM BEM QUE ESTÁ NA MESA: Maduro, Mujica, Putin, Dilma, Evo Morales e uma galera esquerdopata, tarada por dinheiro e poder).
Agora, o discurso do PT é de que "o PT não chegou ao poder, o PT chegou à presidência da república. Para fazer mais pelo Brasil, o PT precisa de mais poder". "Que só o PT poderá salvar o país da crise e da miséria etc etc" .
E advinhem, foi o Foro de São Paulo, o PT, Lula e Dilma que criaram a crise para deixar o povo, além de desarmado de armas, desarmado de dinheiro e totalmente necessitado e submisso. Dinheiro, o Brasil tem de sobra, basta ver que mesmo com toda a roubalheira, a coisa, ainda que capengando, segue. Resumindo: só há uma chance para o povo brasileiro: tirar logo o PT da presidência, antes que consiga mais poder, por que se isso acontecer, aí meus amigos, minha amigas, só indo embora para os States, porque a coisa aqui será um inferno pior do que Rússia, China, Cuba e Venezuela. E não está longe disso acontecer. Povo necessitado, ferrado 24 horas por dia, esquece facilmente as coisas, aceita qualquer esmola que vier e adota o discurso do 'roubam mas fazem, tá ruim mas tá bom' e por aí vai. 
E não se esqueçam de um detalhe importantíssimo, com quase 13 anos na presidência, e pelos escândalos de corrupção, um maior que o outro, e que já fizeram sumir, seguramente, R$ 1 trilhão de Reais via Mensalão, Petrolão e BNDES-salão, dá para se ter ter uma idéia de quanto dinheiro lavado e estocado o PT tem para comprar quantos votos e eleições forem possíveis, sobretudo, com urnas crivadas de fraudes absurdas já denunciadas e por não ter oposição no Brasil. Ou seja, os canalhas tem dinheiro (roubado do povo) para tocar o terror e ficar no poder até acabarem com tudo e chegaram ao absolutismo, e pior, apoiados por alienados que acham que o PT e a esquerda, o Marxismo são a salvação do Planeta Terra.
DELFIM NETTO CONFIRMA QUE O PT FERROU O PAÍS DE PROPÓSITO
[...] A declaração de Delfim Netto, que chega a flertar com o governo bolivariano várias vezes (na verdade, se tiver uma ditadura, ele sempre a apoiará). Desatento, ele simplesmente confirmou o que venho dizendo há tempos:
Até 2013, você não tinha grandes problemas (nas finanças). Havia alguma orientação equivocada. Mesmo as finanças públicas, que apresentavam um déficit de 3% do PIB, e a dívida pública representando 53% do PIB não eram nada trágico. Mas, em 2014, foi uma coisa deliberada. Eles destruíram as finanças públicas deliberadamente para obter a reeleição.
É isso aí. Se alguns ainda querem acreditar que estamos lutando contra um governo “incompetente na gestão econômica”, é um direito. Assim como é um direito acreditar em mula sem cabeça. Mas no mundo dos sãos os fatos estão aí para serem observados: o governo petista tem sido competente demais em seu projeto de manutenção do poder, pelo qual eles precisam deliberadamente comprometer nossa economia. Diante disso, só se espera o óbvio como resultado. E o óbvio é o que temos. [...] Por Luciano Ayan
OUTROS LINKS QUE CONFIRMAM ESTA TESE, TAMBÉM:
OU A GRANDE MAIORIA INSATISFEITA SE LEVANTA OU JÁ ERA! A corrupção seguirá firme e forte. Depois não adianta chorar. É bíblico. "Tem olhos mas não veem, tem ouvidos mais não ouvem". (Thomaz Domz para os blogs da Mídia Livre Nacional)

Venezuela: filas enormes para obter comida e braço marcado feito gado. O socialismo do século 21 é muito parecido com aquele do século 20. Seu resultado é invariavelmente o mesmo: miséria, caos social, escravidão. As prateleiras vazias costumam ser a sua marca registrada. Filas enormes surgem a todo momento para as coisas mais básicas. A burocracia poderosa se beneficia, um grande mercado negro aparece, e o povo fica de barriga vazia. Segundo o site Business Insider, os venezuelanos já estão sendo marcados com números nos braços, feito gado, para ter acesso aos poucos produtos nos mercados. É o governo tentando organizar a desgraça que criou, colocar as imensas filas em ordem. São imagens como esta:Essas filas estariam se formando em cidades menores, não em Caracas (ainda). O racionamento já teve início, com cada um tendo uma quantidade limitada de produtos que pode adquirir. A imagem abaixo, uma fila para o supermercado San Cristobal, a 660 km de Caracas, dá uma boa ideia da situação:É esse o “progresso” que o PT defende e pretende importar para o Brasil. Para o ex-presidente Lula, isso tudo é fruto do “excesso de democracia” do país vizinho. A presidente Dilma prefere apoiar Maduro em vez de defender o povo nas ruas desesperado em busca de mais liberdade e, como vemos, alguma comida. O socialismo jamais foi capaz de produzir riqueza. Nada mudou. Inclusive a incrível incapacidade de aprender com os erros passados… Fonte>http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2015/01/13/ao-inves-de-combater-escassez-venezuela-restringe-compradores-para-reduzir-filas.htm Curta a página>https://www.facebook.com/diassis.moura?fref=ts

EXISTE SAÍDA! SE VOCÊ NÃO TEM ARMAS, SEJA SUFICIENTEMENTE ESPERTO PARA SABER PEDIR ÀQUELES QUE AS TEM E PODEM USAR PARA DEFENDER VOCÊ, SUA FAMÍLIA E SEU PAÍS! DIA 7 DE SETEMBRO É O DIA DOS PATRIOTAS, FARDADOS OU NÃO! TODOS JUNTOS NOS DESFILES SAUDANDO A PÁTRIA!

13-171

Vamos deixar ele voltar? #LulaNaCadeia #LulaNuncaMais — com Abdul Sattar Raja.

Depois de reconduzido ao cargo de PGR, Janot já mostrou a que veio! Leia reportagem da Folha de S.Paulo: Em parecer pelo arquivamento de pedido feito pelo vice-presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Gilmar Mendes, para investigar uma das fornecedoras da campanha da presidente Dilma Rousseff, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, criticou a "inconveniência" da Justiça e do Ministério Público Eleitoral se tornarem "protagonistas exagerados do espetáculo da democracia". As críticas do procurador foram feitas na semana seguinte à indicação da presidente para sua recondução ao cargo e no momento em que a Justiça Eleitoral discute a abertura de ações da oposição ao governo federal que pedem a cassação da chapa presidencial. "É em homenagem à sua excelência [Gilmar Mendes], portanto, que aduzimos outro fundamento para o arquivamento ora promovido: a inconveniência de serem, Justiça Eleitoral e Ministério Público Eleitoral, protagonistas —exagerados— do espetáculo da democracia, para os quais a Constituição trouxe, como atores principais, os candidatos e os eleitores", escreveu. O procurador-geral afirmou ter receio da judicialização exagerada e que é preciso levar em conta que a Constituição Federal estabeleceu como atores principais do processo eleitoral "os candidatos e os eleitores". Ele defendeu ainda que "os derrotados devem conhecer sua situação e se preparar para o próximo pleito". As considerações de Janot foram feitas em uma decisão do dia 13 de agosto negando pedido do ministro Gilmar Mendes, integrante do TSE e do STF (Supremo Tribunal Federal), para investigar uma a VTPB Serviços Gráficos e Mídia Exterior Ltda, que prestou serviços à campanha de Dilma. Janot disse que os fatos colocados por Mendes " não apresentam consistência suficiente para autorizar, com justa causa, a adoção das sempre gravosas providências investigativas criminais". Relator da prestação de contas da campanha de Dilma à reeleição, o ministro acionou nas últimas semanas a PGR, a Polícia Federal e o Ministério Público de São Paulo para investigar possíveis irregularidades na prestação de serviços, além de indícios de que recursos desviados no esquema de corrupção da Petrobras também abasteceram o caixa petista. As considerações de Janot foram feitas em uma decisão do dia 13 de agosto negando pedido do ministro Gilmar Mendes, integrante do TSE e do STF (Supremo Tribunal Federal), para investigar uma a VTPB Serviços Gráficos e Mídia Exterior Ltda, que prestou serviços à campanha de Dilma. Em sua defesa, o PT sempre ressalta que não houve irregularidades, e que as contas da campanha foram aprovadas pelo tribunal. Janot sustenta que é preciso respeitar os prazos estabelecidos em lei para eventuais questionamentos e que o eleito precisa ter condições para governar. "Não interessa à sociedade que as controvérsias sobre a eleição se perpetuem: os eleitos devem poder usufruir das prerrogativas de seus cargos e do ônus que lhes sobreveem, os derrotados devem conhecer sua situação e se preparar para o próximo pleito", afirmou. "A questão de fundo é que a pacificação social e estabilização das relações jurídicas é um das funções mais importantes de todo o Poder Judiciário, assumindo contornos de maior expressão na Justiça Eleitoral, que lida "com a escolha de representantes para mandatos temporários"", completou. Em sua sabatina no Senado Federal, realizada na última quarta-feira (26), que lhe garantiu mais dois anos no comando da Procuradoria Geral, o procurador foi pressionado por líderes da oposição a avaliar as chamadas pedaladas fiscais, em discussão no TCU (Tribunal de Contas da União), e ter uma atuação mais firme no TSE. Foram feitas críticas diretas ao vice-procurador-geral-eleitoral, Eugênio Aragão, acusado de atuar a favor do governo federal. Após as eleições, a oposição, encabeçada pelo PSDB, ingressou no TSE com quatro ações contra Dilma e seu vice, Michel Temer. Na eleição presidencial do ano passado, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) foi derrotado por Dilma por pequena margem de votos. Três ações podem levar a cassação e uma pode gerar multa. Os tucanos pedem que o TSE investigue denúncias de abuso de poder econômico e político na campanha de Dilma e suspeitas de que recursos desviados pelo esquema de corrupção descoberto na Petrobras tenham ajudado a financiar a reeleição. As ações estão paradas, no entanto, porque os ministros discutem se vão unificar a tramitação dos processos. As discussões sobre os processos têm provocados intensos embates na corte, com direito até a bate-boca entre os ministros. Procurado pela Folha, Gilmar Mendes disse que ainda não tinha tomado conhecimento da decisão de Janot. Coordenador jurídico da campanha de Dilma, o advogado Flávio Caetano, disse que a posição de Janot é correta. "Nós temos dito que o processo de prestação de contas tem começo meio e fim, e o final dele foi em dezembro quando foi julgado por unanimidade e aprovado. Não houve recurso do PSDB", disse. — com Abdul Sattar Raja. Avança Brasil Maçons.BR

GUERRA CIVIL SE INCIA NO MATO GROSSO DO SUL Deputado Federal Luiz Henrique Mandetta: Meus caro , hoje o dia foi tenso por aqui. Fui chamado pelo Senador MOKA e Deputada Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias para uma reunião no sindicato rural de Antônio João em razão de propriedades invadidas por índios desde semana passada. Ao chegar, me deparei com uma reunião de duzentos produtores, a presidente do sindicato rural e proprietária de uma das fazendas pegou o microfone antes de qualquer pessoa, fez um desabafo sobre a situação de descrença nas autoridades e chamou a todos para irem a fazenda retomar a sede. Moka tentou falar e foi ignorado. Todos se levantaram e mais de cem veículos foram a fazenda. Moka e Tereza foram embora. Eu liguei ao Presidente Eduardo Cunha (que está em NY) e o informei que iria como parlamentar tentar mediar o conflito. Nenhuma força policial acompanhou. Chegando lá pedi calma e clamei por dialogo. Tive arma apontada na cabeça pelos índios até acalmá-los. Não tive sucesso por mais de uma hora. Os proprietários entraram no peito e os índios saíram após uma batalha campal. Consegui ligar para a casa civil e pedi a presença da segurança. Após duas horas chegou a força nacional. Só que o conflito migrou para outra sede e a troca de tiros rolou de ambos lados. Quando lá cheguei o clima era tenso mas controlado. Ouviu-se um tiro numa mata a 800 metros e dez minutos depois os índios trouxeram um corpo que diziam ter sido alvejado. Me coloquei como médico e fui até o local. O cadáver de um homem já em rigidez cadavérica foi jogado na estrada. Fiquei ilhado entre eles. Após negociação consegui que o comandante da força nacional estabelecesse um espaço entre eles e sai de lá por volta das cinco horas. Cheguei em casa agora. Gravei e narrei muitas cenas. O campo explodiu por aqui. Parece que a mensagem ficou clara: governo fraco, ONGs , CIMI ( igreja católica) , FUNAI, contra os proprietários, que estão em estado de resistência e vão se defender. Falta Ordem. Muito triste. Deputado Henrique Mandetta

RUY CÂMARA

UM CASO DE MÁFIA PETISTA.

CASO CELSO DANIEL

ÁLVARO DIAS

 Política / Depois do porto de Mariel, BNDES agora financia obra de ampliação do aeroporto da capital de Cuba
Depois do porto de Mariel, BNDES agora financia obra de ampliação do aeroporto da capital de Cuba

Depois do porto de Mariel, BNDES agora financia obra de ampliação do aeroporto da capital de Cuba

Mais ou menos US$ 150 milhões. Este é o montante enviado pelo BNDES para financiar as obras de ampliação do aeroporto de Havana, em Cuba. O empreendimento, que consiste na restauração e modernização do terminal 3 da capital cubana, terá suas obras iniciadas neste mês pela construtora Odebrecht, que recebeu empréstimos secretos do BNDES para financiar mais de 70% do total da empreitada. Esta é a segunda obra tocada pelo consórcio BNDES/Odebrecht em Cuba. Em janeiro do ano passado, a empreiteira iniciou a primeira fase das obras do porto do Mariel, a 45 quilômetros de Havana, com um investimento total previsto de US$ 957 milhões, grande parte dele financiados pelo BNDES. Além das obras no aeroporto, o BNDES também se comprometeu a financiar com mais US$ 290 milhões a segunda etapa das obras do porto do Mariel, que também será executada pela Odebrecht.

A ORDEM ÚTIL – por Milton Pires

 CRISTALVOX

A NOVA ORDEM E OS MOVIMENTOS DE RUA – A ORDEM ÚTIL – por Milton Pires

by Leudo Costa
Dito já foi, faz muito tempo, que a suprema capacidade da razão de um homem é a síntese; não a análise. Subscrevo tal frase e lamento, desde o início, que o presente texto peque justamente por tentar fazer o contrário. Afirmo serem os tempos de crise, as situações de caos e de guerra, que impõem aquilo que costuma ser chamado pelos nossos congressistas como “inversão de pauta”.
Não é meu objetivo aqui fazer uma análise geral da conjuntura política do Brasil no Regime Petista. Recorro a um conhecido chavão dizendo imediatamente que “em tempo de guerra a primeira vítima é a verdade” e afirmo ainda ser meu objetivo criticar não o PT, mas aqueles que se apresentam, cada vez mais, como “vozes da sociedade” contra ele.
Desde 2014, toda capacidade de mobilização, todo “esforço de guerra” contra o PT nas ruas do Brasil, concentrou-se na ação de três movimentos: “Vem Pra Rua”, “Revoltados Online” e “Movimento Brasil Livre”. Aquilo que diz respeito as suas origens, lideranças e diferenças pouco importa ser mencionado , mas as suas semelhanças – estas sim – me interessam e sobre elas passo agora a discorrer. Afirmo ser ponto comum a verdadeira ojeriza, o verdadeiro sentido de “pânico” e, diria eu, até de nojo, que a lembrança dos militares causa nestas pessoas. A mera menção, o mais simples aceno ou questionamento a respeito da eventualidade de uma intervenção militar no Brasil, causa nessa gente uma descarga de adrenalina que nós, médicos, conhecemos na fisiologia como “reação de fuga ou luta”. Digo ainda, quase sem necessidade, que o espaço que estes movimentos alcançaram na mídia (principalmente na Revista VEJA) não pode ser igualado por nenhum outro opositor ao PT no país e que os senhores Kim Kataguiri, Marcello Reis e Rogério Chequer, comungam com Reinaldo Azevedo, Marco Antônio Villa e tantos outros que insistem em falar em “Estado de Direito”, em “preservar as instituições” e a “democracia” quando se trata de combater o PT. Apresentam-se sorridentes, com gente jovem e bonita, com camisetas amarelas e caras pintadas. Cantam, dançam e celebram uma alegria diferente que não pode ser encontrada naqueles que são os “raivosos da extrema direita” e que “querem a volta da Ditadura Militar”, não é mesmo ??
Não tenho mais o que dizer no sentido de criticar a “tese da institucionalidade”. Cansei de escrever sobre o fim da democracia no Brasil e sobre a impossibilidade de parar uma revolução “usando a lei”. Não pretendo, tampouco, fazer deste artigo uma defesa da intervenção militar no Brasil mas quero afirmar, com todas as letras possíveis, que foi uma barbaridade, uma verdadeira traição àqueles que estiveram nas ruas em quinze de março, doze de abril e dezesseis de agosto, não convocar, oficialmente, manifestação alguma para o dia sete de setembro. Digo que os líderes dos três grandes movimentos tomaram tal decisão em conjunto, que não o fizeram por acaso e que tem, como principal motivo, a ideia de “não serem confundidos com o pessoal da intervenção” e os soldados que vão desfilar nas paradas militares. Afirmo que tal decisão foi tomada por orientação não só de agentes políticos mas também de agentes PARTIDÁRIOS e que acaba de surgir no Brasil um terceiro tipo de pessoa que não suporta falar em forças armadas – os “libertários” (os dois primeiros eram os comunistas e os marginais). Como libertários defino eu todos aqueles brasileiros que se dizem contrários à agenda política e econômica do PT mas seguem, rigorosamente, sua agenda cultural. Digo que essa gente é representada, partidariamente, pelo “Novo”, que sua expressão nas ruas é dada pelos três grandes movimentos que citei, que sua base econômica é o PSDB e que sua voz na imprensa é a Revista VEJA.
Chega ! Desta vez não seremos enganados: o PSDB é o PT usando gravata! O Partido Novo é o Velho PSDB que, contra o PT, só tem diferença nos métodos; não nos objetivos. A social democracia é uma filha “patricinha” de Karl Marx e foi ela quem colocou Lula no poder aqui no Brasil.
Durante muito tempo eu acreditei que nada poderia ser mais triste do que um país que esquece seus soldados. Eu estava enganado: um país que tem VERGONHA deles é muito pior. Estamos combatendo o PT nas ruas seguindo gente que tem vergonha de falar em Forças Armadas ou Desobediência Civil, que não quer nem mesmo estar perto dos intervencionistas e que está aplicando com sucesso, nos manifestantes, a tática de “deixar sangrar” que o PSDB aplicou no PT em 2005 por ocasião do Mensalão.
É imperdoável o fato do “Vem Pra Rua”, do “Movimento Brasil Livre” e do “Revoltados Online” não terem organizado manifestações em nível nacional para o dia sete de setembro. Isto demonstra a distância que existe entre eles e a noção de cidadania, de patriotismo e de respeito necessárias para individualidade do Brasil como nação – conceito que nada pode significar para quem tem uma agenda cultural internacional.
O PT é um partido comunista, revolucionário, financiado e financiador do tráfico de drogas, braço nacional do Foro de São Paulo e que não pode ser varrido do poder pelos meios tradicionais. Os “movimentos de rua” contra o PT não tem interesse em acabar com o Foro de SP nem com a agenda cultural esquerdista na América Latina. Eles não são a “Nova Direita” e não vão estar nem com os militares nem com os civis na luta contra o PT: seu compromisso é com a “social democracia” e eles só saem às ruas quando a Revista VEJA e o Partido Novo “deixam”.
Chegou a hora do Partido Novo e dos “movimentos” aprenderem que são eles quem deve seguir os brasileiros nas ruas; não o contrário. O país encaminha-se a passos largos para Desobediência Civil e aqueles que defendem a intervenção militar nada tem contra isso pois é a partir dela que as Forças Armadas tomarão a iniciativa de agir. A defesa da ordem, neste momento, interessa a classe política; não a população brasileira. A nova ordem social dos movimentos de rua e do Partido Novo é a ordem ideal do PT, do Congresso Nacional e de um STF de corruptos – A Ordem Útil. Essa nós não vamos mais tolerar em silêncio.
Milton Pires é médico cardiologista/intensivista em Porto Alegre. Foi demitido,. Por justa causa do Hospital Público Nossa senhora da Conceição que é dirigido pelo PC do B e PMDB. Como ardil, acusaram-no de agredir uma colega médica na CTI. Foi absolvido criminalmente por absoluta falta de provas e credibilidade na denúncia. Luta na Justiça do Trabalho para ser reintegrado ao corpo clinico do GHC. Seus advogados trabalham de forma voluntária no caso, pois os “amigos” da nova direita, em especial do – GRUPO SECRETO REAÇÃO EM CADEIA – o abandonaram quando souberam que defende a volta dos militares como a única solução viável para recompor e realinhar a economia e a política no Brasil.
P S.  O grupo secreto REAÇÃO EM CADEIA é a “célula” do Partido Novo no Rio Grande do Sul. Tem como líderes o Jornalista Diego Casagrande, o Professor Paulo Moura,  Coronel Moisés – ex-chefe do S2 – do Comando Militar do Sul e o Deputado Estadual Marcel Van Hatten do PP, entre outros...


Leudo Costa | 29 de agosto de 2015 às 10:28 pm | Categorias: Política | URL:http://wp.me/p5EbWk-1V5

JOAQUIM BARBOSA DETONA TCU!

 CRISTALVOX

JOAQUIM BARBOSA DETONA TCU! LÁ SÓ TEM POLÍTICOS FRACASSADOS…

by Leudo Costa
O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa disse, neste sábado, 29, que não acredita que o Tribunal de Contas da União (TCU) seja um órgão desencadeador de um processo tão grave como o impeachment. "Não acredito no Tribunal de Contas da União como um órgão sério desencadeador de um processo de tal gravidade, o Tribunal de Contas é um playground de políticos fracassados", disse.
Barbosa disse que alguns políticos que não têm a expectativa de se eleger buscam uma "boquinha" na Corte de Contas. "(O TCU) não tem estatura institucional", afirmou no 7º Congresso Internacional de Mercados Financeiro e de Capitais, organizado pela BM&FBovespa.
"Uma das características da prática jurídica brasileira é a dualidade entre o que está escrito nas normas, nas leis e a sua execução prática. Uma coisa é eu dizer que sim, é viável juridicamente uma pedalada fiscal conduzir ao impeachment de um presidente da República regularmente eleito. Outra coisa é eu saber como realmente funcionam as instituições e acreditar nisso", disse.
Barbosa disse que, para prosseguir com um processo de impeachment, é preciso que as provas sejam "incontestáveis" e que envolvam diretamente o presidente da República. Ele lembrou que esse movimento é algo que precisa ser muito bem pensado, já que ele representa um "abalo sísmico" para as instituições do País.
Candidatura
O ex-presidente do STF classificou como "impossível" uma candidatura dele à Presidência da República. "Olhe para mim, para esse meu jeitão, essa minha franqueza, meu modo de dizer as coisas, a minha transparência... Eu seria massacrado se resolvesse entrar na briga pela Presidência da República, a começar pelos políticos, eles não gostam de outsiders, e eu sou um outsider", disse.
Barbosa disse que ele segue na vida pública "dialogando com as pessoas". "Estou conhecendo um Brasil que não conhecia. Tem sido muito gratificante", disse o ex-presidente do STF, que foi aplaudido de pé pelos presentes após finalizar sua palestra. (AE  e Diário do Poder)

Leudo Costa | 29 de agosto de 2015 às 10:38 pm | Categorias: Política | URL:http://wp.me/p5EbWk-1Vf

"O CHEFE" IVO PATARRA capítulo 8

O assassinato do prefeito Celso Daniel, coordenador da eleição de Lula em 2002 Em março de 2003, logo após assumir a Presidência da República, Lula recebeu em sua casa, em São Bernardo do Campo (SP), Mara Gabrilli. Durante 20 minutos, o presidente ouviu um relato que misturava chantagem e extorsão contra os donos da empresa de ônibus Expresso Guarará, pertencente à família de Mara Gabrilli. Para prestar serviços em Santo André (SP), cidade vizinha de São Bernardo do Campo, os proprietários da Expresso Guarará eram obrigados a pagar propina à Prefeitura do PT. Palavras de Mara Gabrilli: - Contei como era o esquema, quem cobrava a propina, e como a Prefeitura tirou a licença para a empresa da minha família operar algumas linhas, em represália ao fato de meu pai não ter dado propina a partir de certo momento. Mara Gabrilli não deixou dúvidas. Indicou para Lula os responsáveis pelo esquema de corrupção: o secretário de Serviços Municipais, Klinger Luiz de Oliveira (PT), o empresá- rio Ronan Maria Pinto e o ex-segurança do prefeito Celso Daniel (PT), Sérgio Gomes da Silva, o “Sombra”. - Eu falei ao presidente sobre o pagamento da caixinha que meu pai era obrigado a fazer a cada dia 30. E falei da retaliação imposta à empresa desde que eu e minha irmã, Rosângela, denunciamos o fato ao Ministério Público. Ao denunciar a corrupção em Santo André à CPI dos Bingos, em 2005, Rosângela Gabrilli afirmou que os donos de empresas de ônibus na cidade eram pressionados a contribuir para o caixa 2 do PT desde 1997, durante a segunda gestão do prefeito Celso Daniel. Cabia ao Expresso Guarará o repasse de R$ 40 mil mensais, em dinheiro vivo. Do depoimento de Rosângela: - Os achaques eram feitos com intimidação e ameaça. Diziam que o Klinger tinha sempre um revólver preso na canela. Isso constrangia muito. E ele lembrava a cada momento: “Com o poder não se brinca, o poder tudo pode”. Antes de sair do apartamento de Lula, Mara Gabrilli ouviu o presidente dizer que tomaria providências e lhe daria uma resposta. Não foi o que aconteceu: - Ocorreu justamente o contrário. Klinger soube, reclamou, e dias depois uma comissão de sindicância da Prefeitura se instalou na nossa empresa. Celso Daniel foi sequestrado em 18 de janeiro de 2002, no início do ano que terminaria com a eleição do presidente da República. Celso Daniel era coordenador de campanha de Lula. O corpo do então prefeito foi achado dois dias depois. Os assassinos o torturaram antes de matá-lo, provavelmente para obter os números das senhas das contas secretas em paraísos fiscais no exterior onde, possivelmente, ele guardava dinheiro para a campanha do PT. O médico João Francisco Daniel, irmão do prefeito morto, contou sobre a conversa que teve com Gilberto Carvalho (PT-SP), secretário de Governo de Celso Daniel, após a missa de sétimo dia, em 26 de janeiro de 2002. Importante ressaltar que, um ano depois, ao assu- 307 mir o cargo de mais alto mandatário da nação, Lula nomeou Carvalho para o posto estraté- gico de chefe de gabinete do presidente. Lula levou-o de Santo André para Brasília. Depois da missa de sétimo dia, Gilberto Carvalho esteve na casa de João Francisco Daniel e, emocionado, fez uma confissão que pediu para ser mantida em sigilo. Admitiu que, durante a administração Celso Daniel, entregou dinheiro repassado por empresas que mantinham contratos com a Prefeitura, diretamente para o presidente nacional do PT, deputado José Dirceu (SP). Declaração do médico João Francisco Daniel: - Achei estranho Carvalho me contar isso, mas ele contou. Contou três vezes. Falou que, com muito medo, pegava seu Corsa preto e ia até São Paulo entregar o dinheiro para o então deputado José Dirceu. Cerca de dez dias depois, Gilberto Carvalho voltou ao assunto com João Francisco Daniel, quando se queixou de Sérgio Gomes da Silva, o “Sombra”, o ex-segurança de Celso Daniel acusado de ser o mandante da morte: - O Gilberto disse que o Sérgio era muito violento, que constrangia os empresários colocando revólver na mesa quando ia conversar com eles. Na terceira conversa, Gilberto Carvalho admitiu ter levado, de uma só vez, R$ 1,2 milhão a José Dirceu. Para João Francisco Daniel, Celso Daniel autorizara o esquema de corrupção, mas com a finalidade de dar dinheiro ao PT. E resolvera rompê-lo ao descobrir que parte substancial da propina acabava nas mãos de Sombra, Klinger Luiz de Oliveira e Ronan Maria Pinto. - Quando ele ficou sabendo que esse grupo estava enriquecendo de maneira estratosférica, ele realmente tentou brecar aquele tipo de coisa. Uma das funções de Celso Daniel, como coordenador da campanha de Lula, era arrecadar fundos para as despesas com a eleição. O “grupo” de Santo André, porém, teria decidido pôr as mãos no dinheiro. Por isso o prefeito teria sido torturado. Queriam informações sobre o paradeiro do caixa 2. Em seguida o eliminaram. João Francisco Daniel expôs o irmão ao Ministério Público: - Não tive saída. Infelizmente, ele montou um caixa 2 em Santo André, para as campanhas do PT. De fato, duas testemunhas revelaram ao Ministério Público as evidências de que Celso Daniel participava do esquema. Uma empregada doméstica que trabalhou para o então prefeito viu, oito meses antes do assassinato, três sacolas plásticas de supermercado, num canto da lavanderia do apartamento. As sacolas estavam abarrotadas de maços de dinheiro, preso por elásticos, em notas de R$ 10, R$ 50 e R$ 100, tudo sob um lençol branco. O outro depoimento é de um garçom do restaurante Baby Beef, de Santo André, frequentado por Celso Daniel, Sombra, Klinger Luiz de Oliveira e Ronan Maria Pinto. Os quatro tinham o costume de sentar em volta da mesma mesa. O garçom viu Ronan, empresário do setor de transportes e de coleta de lixo, tirar da bolsa um maço de dinheiro e entregá-lo a Klinger. Vereador e secretário de Celso Daniel, Klinger Luiz de Oliveira tratou de esconder a soma sob o guardanapo, para que ninguém visse o que era. Em outra ocasião, o mesmo garçom reparou uma mulher chegar ao restaurante para entregar uma sacola cheia de dinheiro a Ronan Maria Pinto. 308 Declaração do promotor Roberto Wider Filho: - Esses depoimentos mostram que Celso Daniel tinha envolvimento com o esquema de corrupção. A presença de notas de R$ 10 é um indicativo de que os recursos podem ter origem no esquema de caixinha de ônibus. Para o Ministério Público, o esquema começou a implodir quando Celso Daniel descobriu que a propina não vinha irrigando os cofres do PT, como o prefeito desejava, mas morria nas mãos de Sombra, Klinger e Ronan. Do promotor Roberto Wider Filho: - Ele foi eliminado porque se opôs ao esquema ao verificar que o dinheiro estava sendo direcionado para os integrantes da quadrilha, e não mais para as campanhas eleitorais de seu partido. Outro irmão do prefeito morto, Bruno Daniel, depôs à CPI dos Bingos: - Há evidências de que existia na Prefeitura de Santo André um esquema de arrecadação para o PT. Suponho que Celso enveredou naquilo como um mal necessário para viabilizar as atividades do partido, e lamentavelmente deu no que deu. O que possivelmente aconteceu é que parcelas desses recursos começaram a ser destinadas para outras finalidades, razão pela qual Celso resolveu alterar a situação e esta pode ter sido a motivação do crime. Bruno Daniel criticou o ex-deputado Luiz Eduardo Greenhalgh (PT-SP), designado pelo PT, com aval de Lula, para acompanhar o caso. Luiz Eduardo Greenhalgh defendia a tese de que o assassinato havia sido crime comum, sem vinculação com a política. O irmão Bruno Daniel não concordava: - O povo de nossa cidade não aceita as explicações dadas até o momento, porque são superficiais e contraditórias para um crime que desde o início se revelou complexo. Falamos com outros membros do PT esperando trazer elementos para elucidar o caso. E o que posso afirmar é que poucas pessoas dentro do partido contribuíram para isso. Sérgio Gomes da Silva, o “Sombra”, ocupou papel central no caso Celso Daniel. Era pessoa de inteira confiança do prefeito. Exerceu a função de motorista e segurança particular de Celso Daniel. Ocupou cargo em comissão no gabinete do prefeito. Quando Celso Daniel foi deputado, nomeou Sombra como seu assessor parlamentar. Sombra era muito próximo. O ex-motorista enriqueceu. Na noite do sequestro, Celso Daniel jantara com Sombra no sofisticado restaurante Rubayat, na zona sul de São Paulo. Os dois foram para lá no luxuoso automóvel Pajero de propriedade de Sombra. O carro foi abordado de forma suspeita na volta a Santo André, tarde da noite. Apesar da experiência como segurança particular e de estar no comando de um veículo blindado, Sombra alegou problemas mecânicos que o levaram a diminuir a velocidade e a parar. Não ficou claro tampouco por que a trava da porta ao lado de Celso Daniel abriu, expondo o prefeito aos criminosos. Os promotores suspeitam de que Sombra conhecia um dos acusados de atacar o prefeito. Falou-se até de um suposto pagamento de US$ 40 mil. Teria sido feito ali mesmo, na cena do crime, aos homens supostamente contratados para fazer o sequestro. Um morador testemunha da ação dos criminosos, que agiram na região dos “três tom- 309 bos”, na zona sul de São Paulo, relatou que arrancaram Celso Daniel “como um animal” da Pajero. Enquanto isso, Sombra teria mantido atitude passiva e demonstrado “aparente cumplicidade”. Uma mulher passava pelo local na hora do sequestro. Celso Daniel ainda estava dentro do veículo, com a cabeça encostada no vidro. Ela viu Sombra fora da Pajero, com ar de tranquilidade, falando ao telefone. Se já não houvesse a intenção de matar o prefeito, é possível que Celso Daniel tenha percebido, durante a ação dos criminosos, o envolvimento do “amigo” com os sequestradores. A solução seria eliminá-lo. Antes de ser morto o prefeito foi barbaramente torturado. Num crime comum de sequestro, a vítima geralmente é poupada. A sua boa integridade física é condição para o pagamento do resgate. Celso Daniel foi torturado para que fornecesse informações aos criminosos. Declaração do perito criminal Carlos Delmonte Printes, que examinou o corpo de Celso Daniel: - É absolutamente excepcional a ocorrência de morte em casos de sequestro-relâmpago. Com relação ao sequestro convencional, nunca examinei um caso em que houvesse ritual de tortura, crueldade e desproporcionalidade que verifiquei no exame do corpo do prefeito. Como evidências da tortura, o perito criminal apontou a expressão de terror na face, queimaduras nas costas e lesões no corpo, provocadas por estilhaços de balas disparadas perto da vítima, com a finalidade de amedrontá-la. Para matá-lo, alvejaram-no oito vezes, diretamente no rosto, tórax, pernas e mãos. O médico legista Paulo Vasques também viu o corpo de Celso Daniel. Confirmou a prática de tortura antes do assassinato. Referiu-se a marcas de coronhadas na cabeça e à rigidez muscular decorrente da tensão nervosa. Informou que o prefeito vestia outra calça quando o corpo foi encontrado, pois o traje não apresentava as marcas de tiro existentes no corpo dele. Sérgio Sombra chegou a ficar oito meses na prisão, acusado de ser o mandante do crime. O STF (Supremo Tribunal Federal), por decisão do ministro Nelson Jobim, determinou a sua libertação. O mesmo Nelson Jobim impediu investigações sobre o envolvimento de José Dirceu com a corrupção em Santo André. Em seu segundo mandato como presidente da República, Lula nomeou Nelson Jobim (PMDB-RS) ministro da Defesa. Na hora de dar explicações à CPI dos Bingos, Sérgio Sombra irritou os senadores. Insistia não saber por que a porta do carro blindado se abriu: - A porta abriu de repente, do lado do Celso, não sei como. Ao ser questionado sobre quatro depósitos bancários descobertos em sua conta, num total de R$ 40 mil, todos feitos por Luiz Alberto Gabrilli, proprietário da Expresso Guarará, Sombra saiu-se assim: - Acho que ele se enganou, pode ter feito pagamento cruzado, por engano. De acordo com o Ministério Público, empresários que mantinham contratos com a administração de Santo André eram forçados a entregar dinheiro vivo ao esquema, todos os meses. Durante uma época, por algum desarranjo na organização criminosa, a propina foi 310 depositada diretamente na conta bancária de Sérgio Sombra. Ficou o rastro. Ainda na CPI, Sombra tentou explicar uma transferência bancária de Luiz Alberto Gabrilli, feita em 1997: - Tinha vários depósitos para receber por serviços de segurança que prestei. Esse dinheiro, só fiquei sabendo agora que havia sido depositado por ele na minha conta. Não sei como foi parar na minha conta. A Polícia Civil de São Paulo não responsabilizou nenhum dos atores políticos suspeitos de envolvimento no assassinato de Celso Daniel. O caso intrigou também pelas mortes violentas de seis pessoas que testemunharam ou estiveram, por algum momento, nas cenas do crime. Entre os mortos, o garçom Antonio Palácio de Oliveira, que serviu Celso Daniel e Sérgio Sombra no restaurante Rubayat, pouco antes do sequestro. Ele chegou a receber um depósito bancário misterioso, no valor de R$ 60 mil, antes de morrer. Mas dois homens o perseguiram em sua motocicleta. Durante a fuga perdeu o controle, bateu num poste e perdeu a vida. O homem que presenciou a morte do garçom e contou à polícia o que viu, também foi morto. Paulo Henrique Brito levou um tiro nas costas. Investigações chegaram a apontar ligações de amizade entre Sombra e Dionísio de Aquino Severo, que teria namorado a ex-mulher de Sombra. Dionísio Severo, acusado de envolvimento no sequestro, foi resgatado de helicóptero de um presídio, de forma espetacular, dois dias antes do sequestro. Depois do crime, recapturado, o mataram numa cadeia em Guarulhos (SP). Intrigante também a morte do investigador de polícia Otávio Mercier, que conversou com Dionísio Severo um dia antes da fuga do presídio. Foi alvejado por homens que tentavam entrar em sua casa. Manoel Sérgio Estevam, o “Sérgio Orelha”, abrigou Dionísio Severo em seu apartamento, logo após a morte do prefeito. Foi assassinado com vários tiros. Por fim, morreu o homem que chamou a polícia ao achar o corpo de Celso Daniel, jogado em uma estrada de terra em Juquitiba (SP). Assassinaram Iran Moraes Redua com dois tiros. Quatro anos depois da morte de Celso Daniel, a família do economista Bruno Daniel, irmão do prefeito assassinado, foi obrigada a deixar o País. Partiu às escondidas para Paris, onde o governo da França a recebeu como perseguida política no Brasil. Bruno Daniel, a mulher e os três filhos do casal, moradores de Santo André, não suportaram as ameaças de morte que se seguiram ao depoimento de Bruno, no qual ele acusou José Dirceu e Gilberto Carvalho de envolvimento no esquema montado por Celso Daniel. Em abril de 2006, o Ministério Público abriu inquérito para investigar o ex-ministro e ex-deputado José Dirceu, acusado de se beneficiar do dinheiro desviado em Santo André. Gilberto Carvalho também foi objeto de investigação. Apesar disso, Lula o manteve na posição estratégica de chefe de gabinete do presidente da República. José Dirceu e Gilberto Carvalho foram citados por crimes de formação de quadrilha, receptação e lavagem de dinheiro. O Ministério Público também anunciou investigação sobre a origem de R$ 500 mil supostamente repassados pelo PT ao advogado Aristides Junqueira, que foi contratado para defender o PT no caso Celso Daniel. 311 O Ministério Público acabou denunciando Sérgio Gomes da Silva, o “Sombra”, Klinger Luiz de Oliveira, Ronan Maria Pinto e Maurício Mindrisz, que ocupou o cargo de superintendente da Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental) em Santo André. Todos foram acusados por crimes de formação de quadrilha, fraude e dispensa ilegal de licitação. Conforme a denúncia, os quatro, em parceria, atuavam com o prefeito Celso Daniel para desviar recursos públicos. Formavam “quadrilha organizada estável”, com o objetivo de “cumprir como meta estabelecida um mega-esquema de corrupção”. Para os promotores, Sombra, mesmo sem ocupar cargo na Prefeitura, exercia grande influ- ência na administração municipal. O esquema favorecia Ronan Maria Pinto, dono de empresas de transporte e de coleta de lixo, que mantinham contratos com o governo municipal. Uma dessas empresas, a Rotedali, foi contratada 12 vezes para executar serviços de limpeza, varrição e manutenção de aterro sanitário, em transações que envolveram cerca de R$ 50 milhões. Parte do dinheiro teria alimentado o caixa 2 do PT. Dos 12 contratos, dez foram celebrados sem licitação. A Justiça e o Tribunal de Contas do Estado contestaram cinco deles. Sombra foi sócio de Ronan em negócios com empresas de ônibus em Fortaleza e Cuiabá. Trecho da denúncia dos promotores Roberto Wider Filho, Amaro José Thomé Filho e Adriana Ribeiro Soares de Morais: “Sérgio, aproveitando-se de seu prestígio junto à administração, idealizou com Daniel a formação da sociedade delinquente e era um dos destinatários dos recursos ilícitos. Foi tesoureiro da campanha eleitoral de 1996. Arrecadou diretamente parte do dinheiro, que foi depositado na sua conta corrente.” No início do segundo mandato de Lula, em 2007, o Ministério Público pediu o bloqueio de bens do PT e de Gilberto Carvalho, no montante de R$ 5,3 milhões. O valor correspondia à estimativa de dinheiro desviado pelo esquema de corrupção na área de transporte público em Santo André. A ação civil pública também denunciou Sérgio Gomes da Silva, Klinger Luiz de Oliveira, Ronan Maria Pinto e vários empresários. Da denúncia: “Formaram uma quadrilha determinada a arrecadar recursos através de achaques a empresários, bem como através de desvio de dinheiro dos cofres públicos municipais, conforme outras denúncias já ajuizadas, relativas a contratos de obras públicas e de coleta e destinação final de lixo, ambas recebidas judicialmente”. Outro trecho da denúncia: “Todos os recursos auferidos pela quadrilha, na concepção do finado prefeito Celso Daniel, deveriam financiar campanhas eleitorais do PT, tanto em âmbito municipal e regional quanto em âmbito nacional. O dinheiro amealhado era, em parte, separado e entregue a Gilberto Carvalho, que o transportava, em seu veículo particular, ao escritório de José Dirceu, que recebia os recursos ilícitos em espécie, na qualidade de presidente do PT, para o financiamento de campanhas do interesse daquela agremiação.” Em 9 de fevereiro de 2006, prestou depoimento ao Ministério Público o ex-secretário de Habitação de Mauá (SP), Altivo Ovando Júnior. Mauá, na Grande São Paulo, é vizinha de Santo André. A cidade foi governada pelo prefeito Oswaldo Dias (PT) de 1997 a 2000, período em que Altivo Ovando Júnior exerceu o cargo de secretário. Ele narrou fatos ocorridos durante a campanha de Lula a presidente da República, em 1998. Do depoimento: 312 “O declarante se recorda de que, no pleito de 1998, Lula compareceu no gabinete do prefeito de Mauá, oportunidade em que, utilizando termos chulos, cobrou de Oswaldo Dias maior arrecadação de propina em favor do PT.” A frase de Altino Ovando Júnior sobre o pedido de Lula: “Ele dizia: ‘Pô, Oswaldão, tem que arrecadar mais. Faz que nem o Celso Daniel em Santo André. Você quer que a gente ganhe a eleição como?”